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História de Cat: Daiana Machado

A Cat Daiana Machado nos enviou esse textão lindo e cheio de inspiração que ela escreveu durante o tratamento da quimio, rádio e mastectomia total!! 

 Ela fala sobre sentimentos, medos a descoberta do câncer e sobre valorizar a vida!

Sabemos que a morte pode acontecer a qualquer instante, em uma fração de segundos, através de um acidente banal, uma violência na rua ou até mesmo o famoso (e até esperado) fim do mundo.
Crescemos e vivemos sabendo que esse dia chega para todos nós, de uma forma ou de outra. Mas aprendemos a viver com esse fato e seguir nossas vidas torcendo sempre pelo melhor, fazendo nossos planos para o futuro.
Ah o futuro…
Mas saber que a morte é uma possibilidade é muito diferente de sentir ela quase na pele.
Eu senti.
E posso afirmar que sentir foi muito pior do que eu podia imaginar que seria.
Naquele momento o medo tomou conta e me vi tentando agarrar a vida de todas as formas, como se fosse algo palpável, que caberia na mão e que se eu me negasse a soltar simplesmente continuaria comigo.
A vida é minha e vai continuar comigo, eu pensei em negação.
Mas as coisas não são bem assim.
Naqueles dias entre diagnóstico e início do tratamento, sim parece clichê eu sei, mas minha vida inteira realmente passou na minha cabeça. Senti como se tudo o que tinha acontecido até ali tivesse sido um sonho que passou tão rápido e que tinha sido uma preparação para um futuro. Um futuro cheio de planos, cheio de sonhos, que eu tinha tanta certeza que viria e que, de uma hora, poderia ser arrancado de mim sem nenhum aviso prévio.
Como assim acabou?
A minha vida foi isso?
E a minha família? E os lugares que ainda quero conhecer? E os filhos que ainda quero ter?
Naquele turbilhão de sentimentos, lembro como se fosse hoje do primeiro momento em que eu parei e conversei com Deus.
Foi uma conversa longa, difícil e certamente muito diferente das conversas que costumávamos ter.
Essa conversa tinha o objetivo de pedir pela minha vida, mas enquanto eu pedia não parava de pensar nas várias pessoas que estiveram em situações semelhantes a minha e que seus pedidos não foram ouvidos. Então em meio a oração eu pensava: se os pedidos deles não foram ouvido, por que o meu seria? O que me faz ser diferente? O que me faz ser mais merecedora? O que me faz ser especial?
Não encontrei um porquê.
Tola de mim. Eu não era tão especial assim, pelo menos não mais do que qualquer outra pessoa.
Então sem que eu me desse conta, minha oração se tornou uma mistura de fé, medo e desesperança, por mais estranho que essa combinação possa parecer.
Me vi dizendo: Deus, por favor não me entenda mal, não quero dizer que a minha vida deve ser poupada enquanto tantas se vão ou que eu mereça mais do que elas. Só sei que eu quero ficar aqui, por favor, só me deixa ficar!
E assim nós continuamos conversando… por horas.
Eu confusa tentando me fazer entender em meio a um turbilhão de pensamentos e Ele (imagino) tentando traduzir o que eu dizia.
Naquele dia Ele (através do meu próprio pensamento) me perguntou: Por que você quer tanto ficar? O que você tanto quer fazer por aí?
E essa pergunta foi como um soco. Eu não estava preparada para essa conversa.
Demorou alguns instantes, entre sentir e pensar, e agora sim tinha certeza do que diria e respondi com muita firmeza: eu quero simplesmente viver!
A beleza da vida me saltou aos olhos como um sopro e era nela que eu queria me agarrar. Dar risada com os amigos, ver um filme com a família, ler um livro, tomar banho de mar, sorrir, dançar, sentir o vento no rosto e principalmente, acordar todos os dias tendo a chance de fazer tudo isso de novo. E de novo. E de novo.
Sim, era isso que eu queria.
Hoje eu estou no final do tratamento contra o câncer.
Deus entendeu aquela minha oração confusa e nós fizemos um acordo, ele me daria mais tempo e eu faria o meu melhor com essa segunda chance.
E o motivo de escrever esse texto? Nunca esquecer de fazer a minha parte nesse acordo que eu apelidei de vida.

 

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Alimentos que aliviam os enjoos da quimioterapia

Bom dia, Cats! 

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 Vocês também sofreram muito com os enjoos durante o tratamento quimioterápico?? 

Segundo o Instituto Oncoguia, aproximadamente 30% das drogas quimioterápicas provocam náuseas e vômitos e seu médico pode orientar o uso de antieméticos quando for necessário. 

 Aqui vão algumas dicas para melhorar esse efeito colateral super desagradável:Tente ingerir mais alimentos como mingau de aveia, torradas, biscoitos integrais, bolachas cream cracker, alimentos frios, sorvetes e sucos de frutas, frutas em pedaços, água de coco, gelatinas, iogurte e raspadinhas de gelo. 

Procure evitar comidas quentes, gordurosas, fritas, muito doces, com condimentos, pimentas ou odores fortes. 

Não é recomendável beber líquidos junto às refeições, fazer refeições em locais muito abafados ou com cheiros fortes.

É super importante manter uma dieta fracionada, comer pouco, mas com mais frequência e lentamente, além de descansar após as refeições, pois ajuda na digestão, e peça ao seu médico ou nutricionista para fazer as mudanças necessárias no seu plano alimentar. 

As náuseas que aparecem enquanto se recebe os medicamentos podem ser evitadas, basta não se alimentar apenas 1 ou 2 horas antes da quimioterapia ou radioterapia. 

 O vômito seguido ao enjoo pode ser provocado pelo tratamento, por odores de alimentos ou pela presença de gases no estômago. Se o vômito for intenso ou durar alguns dias entre em contato com seu médico. Após vomitar, é melhor beber apenas pequenas quantidades de líquidos, se possível 50 ml de 20 em 20 minutos e não evite comer enquanto os vômitos não estiverem controlados.Também é bom tentar uma dieta exclusivamente líquida, até conseguir retornar a sua alimentação normal, gradualmente. 

 E não se esqueça de sempre consultar um médico, tentar descobrir as causas da náusea e quando ocorrem. 

 Fonte: Oncoguia

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COMO EVITAR PENSAMOS PESSIMISTAS por Diana Vilas Boas

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Olá Cats queridas, vamos fazer uma reflexão e encontrar novas formas de pensar e agir?  Confiram o texto da nossa Coach em Resiliência, Diana Vilas Boas, está muito bom! 

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Se interessou pelo trabalho da Di? Só clicar aqui e fazer cadastro:
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Como controlar nossos pensamentos? Como evitar pensamentos pessimistas? 
Um psicólogo de nome Seligman estudou os processos mentais clássicos dos pensamentos
pessimistas e os classificou da seguinte forma: todos começando com a letra P, o que torna mais
fácil de reconhecer e depois mudar o tom, pessoal, penetrante e permanente. 
Pessoal: O veneno número um é avaliar as situações negativas como sendo algo pessoal e se achar o centro da culpa e dos problemas, o que faz com que você se critique e se envergonhe de si própria. Provoca emoções que não fazem bem, são destrutivas…assumir que pode mudar e ter outras ações melhores, como aceitar sem se culpar, pode ser o caminho para pensamentos mais inteligentes no futuro. 
Penetrante: O veneno número dois é deixar que o pensamento pessimista penetre em outras áreas da sua vida e generalizar as preocupações, vendo tudo de forma negativa. Nunca se deve projetar o que foi negativo em uma situação vivida para nossas outras atividades, e ficar lamentando-se indefinidamente. Resolva uma coisa de cada vez. 
Permanente: O veneno número três é pensar que a má sorte durará para sempre! Que tudo está perdido e que nunca irá se recuperar, que é o fim do mundo…esse modo de pensar só pode levar ao desespero e à depressão. Quem somos nós para saber o que vai acontecer no futuro? Somos videntes?  Se observarmos o nosso passado vamos ver que muitas coisas mudaram e para melhor. Por que não acreditar que poderão mudar novamente e que nossa vida também poderá ser melhor?
O que sugiro é que observem os seus pensamentos e descubram se são realmente pessimistas,
e, caso sejam, procurem entender como pensam os otimistas e comecem a treinar a mente eliminando os venenos que podem contagiar e destruir. 
O compromisso que temos que ter com nós mesmas consiste em seguir adiante, mesmo que a situação seja dura e estressante, e ver outras possibilidades, ter outras ações que nos levem a superar os obstáculos. 
Tenho certeza de que podemos, tenho certeza de que saberemos encontrar melhores
caminhos através de um pensamento mais controlados e otimista. 
Um grande abraço e boa sorte a todas! 

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As reações do nosso corpo em momentos de stress por Diana Vilas Boas

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Olá queridas Cats!   Vale a pena conferir essa reflexão da nossa Coach em Resiliência, Diana Vilas Boas, para entendermos melhor o que ocorre com o nosso físico quando passamos por momentos de estresse mental! 

Se interessou pelo trabalho da Di? Só clicar aqui e fazer  cadastro:

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Hoje quero conversar com vocês a respeito das reações que ocorrem em nosso corpo nos
momentos de stress e adversidade.
É muito importante que busquemos entender as reações de nosso corpo para que possamos
reagir de forma mais equilibrada, sem sobrecarregar-nos de modo negativo, o que pode gerar
comportamentos de desequilíbrio.
Normalmente podemos ter dois tipos de reações.
A primeira é agir de forma intolerante, pois mesmo percebendo que os batimentos cardíacos
aumentam, as mãos suam, e a voz fica trêmula, agimos de forma a ignorar essas evidências.
Esse tipo de atitude pode nos provocar forte rigidez muscular e emocional, havendo também
tendência a uma certa inflexibilidade e agressividade. Pode acarretar dores musculares e
esgotamentos emocionais, causando danos para a nossa resiliência nessa área.
A segunda forma de reação é uma certa passividade aos sinais que o corpo mostra. Não
perceber o que o nosso corpo está revelando pode nos levar a sofrer as consequências e
posteriormente ter sintomas como dores musculares, gastrites, enxaquecas…E também
causar danos à nossa resiliência.
Quando estamos no equilíbrio na área de leitura corporal, conseguimos identificar
imediatamente as mudanças que ocorrem em nosso corpo e administrar de uma forma
preventiva, evitando consequências mais danosas.
Como fazer isso? Observando e ficando atenta aos sinais que o corpo emite nos momentos de
maior tensão e stress e dessa forma ir controlando através da respiração e outras técnicas que
também possam ajudar a manter a calma e o controle. Não é fácil, mas com o treino, vamos
aprendendo a conhecer melhor o nosso corpo e a ter reações mais equilibradas e resilientes.
Muitas vezes as nossas crenças é que determinam as nossas reações diante de situações de
adversidade, então flexibilizar e ressignificar o que acreditamos podem ser de extrema
utilidade no enfrentamento dos desafios da nossa vida.
Um grande abraço a todas! Fiquem bem.

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A cor na vida por Rafaela Mendes

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Olá Cats!  Essa reflexão da nossa querida Rafaela Mendes, visagista, consultora de Imagem/valorização pessoal e fundadora do Onncovida – Um amor que Transforma, acerca da nossa relação com as cores e os sentimentos é muito válida para melhorar o nosso dia a dia!  Confiram!

“A cor na vida”
Meninas, adoro vir aqui falar com vocês, compartilhar conhecimentos, pensamentos e situações. E hoje quero trazer algo pra vocês que, antes de me tornar consultora de imagem e visagista, passava na minha vida despercebido e agora influencia muito meu bem estar interno. A Cor! A nossa vida é envolta por cor…em tudo – na decoração da nossa casa, na nossa roupa, acessórios, sapato, bolsa e em outras inúmeras coisas. A verdade é que as escolhas de cor que rodeiam a nossa vida só depende de nós. Não sei se vocês já repararam que nos dias “menos bons” temos tendência de vestirmos roupas mais neutras – o cinza, o preto, o bege. E quando estamos nos dias mais alegres, vestimos tranquilamente um verde, amarelo, azul, pink e por aí vai. Obviamente cada ser é único, mas na maioria das vezes isso acontece e tem uma comunicação associada a isso – nosso interior.
Proponho um desafio para vocês: nos dias “menos bons”, trabalhem o pensamento positivo, se policiem e usem suas roupas coloridas. Vocês vão ver que a cor por si só pode te ajudar a aliviar “o menos bom”.
A cor pode influenciar em nosso humor, segurança, amor próprio, autoestima…e é algo que está nas nossas mãos. Aliás, muita coisa está dentro de nós e tudo depende da forma como usamos as situações a nosso favor.

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A aceitação de si mesma por Rafaela Mendes

Cats, mais uma ótima reflexão da nossa parceira Rafaela Mendes, consultora de imagem e valorização pessoal, fundadora do Onncovida! Ela fala sobre autoestima e amor próprio! 

Nossa meninas, ando super sumida, mas a verdade é que tem acontecido tantas coisas que não tenho parado um minuto…mas ainda bem que é assim, não estou reclamando, não, viu?Tenho passado por um turbilhão de situações e é sobre esse momento que quero muito compartilhar com vocês.Estou numa fase de implementação da Onncovida e todos os dias acontecem situações, algumas mais fáceis, outras mais difíceis de se resolver. Tenho observado isso me relacionando com o meu bem estar interno – como eu estou comigo mesma?E venho sentindo que quando estou mais “perdida”, demoro mais tempo para resolver meus problemas, e na maioria das vezes a solução escolhida não é a mais correta. Mas quando estou bem, meninas, ninguém me para!Como consultora de Imagem e visagista, sei que muitas vezes se fala da imagem pessoal de uma forma fútil, mas não é assim, gente. É se sentir bem, se amar, e eu até arrisco dizer que se sentir vaidosa é bom…uma vaidade boa, positiva, segura, que traz como consequência a autoestima, um tema que adoro falar, e peça chave para qualquer momento da vida do ser humano.A aceitação de si mesma e o amor próprio são muito significativos em todas as fases da nossa vida. Pense nisso, se valorize como mulher, se ame como ser humano – com suasparticularidades únicas no mundo!

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Os Perigos das Mídias Sociais para a Saúde por Dr. Felipe Ades

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Cats,  o nosso colunista e diretor científico, Dr. Felipe Ades, traz um texto muito importante sobre como as mídias sociais têm o poder de espalhar notícias falsas e perigosas para a nossa a saúde.

As mídias sociais democratizaram a informação. Não dependemos de jornais, revistas e TVs formais para achar entretenimento ou informação. Hoje quem decide o que se assiste somos nós. Não apenas o que se assiste, hoje podemos criar conteúdo e disponibilizar para quem se interessar. As mídias sociais também permitiram maior organização popular, vimos isto acontecendo em diversos países do mundo. Exemplos recentes são a primavera árabe, no oriente médio; as manifestações contra a austeridade na Europa e o debate político no Brasil.

Mas nem tudo são flores quando se fala de disseminação de informação. Umberto Eco, o escrito italiano recém falecido, dizia que “as redes sociais deram voz a uma legião de imbecis”. Embora esta afirmação seja no mínimo agressiva, nós temos que convir que existem realmente pessoas que fazem péssimo uso da internet. Alguns exemplos são o acirramento dos ânimos políticos no Brasil, o recrutamento de jovens para grupos terroristas e todo o tipo de crime eletrônico possível pela internet.

Quando se trata de saúde, a disseminação de falsas informações pode ser catastrófica. Há uma imensidão de sites orientando dietas, pílulas para emagrecer, receitas, simpatias. Outros divulgam sintomas e fazem prognóstico, em poucas linhas descobrem a doença do leitor, o tratamento e quanto tempo de vida ainda lhe resta. Em oncologia a quantidade de medicamentos feitos de raízes e ervas que “matam tantos porcento das células cancerígenas” é fantástica. Depoimentos de pessoas curadas no youtube não faltam, várias estavam com doenças terminais que foram curadas milagrosamente com cápsulas ou chás que parecem ter sido enviados por Deus a esses supostos pesquisadores, ou pior, vendedores do medicamento ou detentores da patente. Pessoas que se aproveitam do desespero e da fragilidade de pacientes em tratamento contra o câncer ou de familiares angustiados para encontrar alternativas para seus entes queridos. Não se enganem, isto é crime, não só no Brasil, como em diversos países do mundo.

Vejam o exemplo desta história que ocorreu na Austrália, e o mal que isto pode ter feito a centenas, talvez milhares, de pessoas. Belle Gibson era um empreendedora que criou um aplicativo de “dietas naturais” e publicou um livro explicando suas receitas de alimentos anticâncer. Ambos eram “best sellers”, estavam na lista de aplicativos para celular e livro mais vendidos. Ela dizia que tinha abandonado seu tratamento convencional para um câncer de cérebro, que não estava mais funcionando, e que começou a se tratar apenas seguindo a sua dieta anticâncer, tendo inclusive sido curada por ele. Fazia campanhas para arrecadação de fundos para entidade filantrópicas de combate ao câncer, dinheiro que nunca foi repassado a estas entidades.

Recentemente ela admitiu que todas as histórias sobre ela ter tido câncer são falsas, ela nunca esteve doente. O aplicativo e o livro foram retirados de venda, e ela está sendo processada em mais de 1 milhão de dólares pelo Estado Australiano.

Agora imagine que você é um paciente, e deixou de fazer o tratamento recomendado por seu médico para seguir o tratamento proposto pela dona do aplicativo e do livro. Deixou de seguir um tratamento convencional para seguir uma pílula mágica, uma raiz, um chá, uma erva, que alguém te fez acreditar que seria indicada para você e resolveria o seu problema. Talvez quando você percebesse que não havia funcionado não haveria mais tempo para fazer um tratamento cientificamente eficaz e indicado pelo seu médico. Esse tempo da sua vida teria sido roubado por um boato, por uma falsa informação, por uma pessoa que te enganou num momento de desespero.

Por isso eu sempre recomendo que a conversa entre médicos e pacientes seja a mais clara e honesta possível. Dúvidas, segundas opiniões, novas informações são sempre bem-vindas e fazem parte dessa relação. Caso encontre algo que julgue interessante e que possa te ajudar, traga isso para seu médico e converse com ele. Caso ainda fique com dúvida, procure um segundo médico, um terceiro, quarto, mas converse com pessoas que saibam o que estão fazendo.

Tempo é muito precioso, uma das coisas mais importantes que temos na vida. Não desperdicemos nosso tempo, e vida, com boatos e pessoas mal-intencionadas ou que não tragam verdadeiras alternativas para nos ajudar.

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Aceitar e Seguir em Frente por Diana Vilas Boas

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Cats, a nossa parceira e Coach em Resiliência, Diana Vilas Boas, trouxe essa reflexão que nos ajuda a aceitar o que já passou e encontrar a melhor alternativa para focar no futuro! 

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Vamos refletir um pouco sobre aceitação de nossos problemas e a melhor forma de seguir
adiante? 
“Quando aceitas os problemas que tens, a porta se abre”. (Rumi)
Muitas vezes não conseguimos abrir a porta do futuro, porque não conseguimos deixar o
passado. Temos que seguir em frente e deixar para trás o arrependimento, o rancor e o
frustrante costume de ficar revendo um filme do passado, desejando que tivesse sido
diferente…
O importante é aprender com as experiências passadas, mesmo que não tenham sido boas, e a
partir de aí criar um futuro melhor. Quando aceitamos uma situação, conseguimos dar um
sentido positivo à ela, nos colocarmos de pé novamente e, então, novas possibilidades se abrem.
Essa é a base da resiliência. Ao compreender melhor o que passamos e vivemos, podemos
virar a página e seguir adiante! 
E você, está pronta para virar a página e seguir em frente?  Aceitar e aprender com o que
vivemos é o primeiro passo para criar um futuro melhor.
Aceitar as circunstâncias da vida não significa desistir, mas ser realista e ter a base para fazer
mudanças positivas e sadias na sua existência.
Aceitar a realidade significa deixar de viver nas nuvens, na ilusão, o que pode não ser fácil
porque muitas vezes temos que entrar em uma zona desconhecida e abandonar a zona de
conforto. Mas é justamente esse desconforto que vai nos empurrar para buscar coisas novas. 
Não podemos nos acomodar, temos que ter lucidez suficiente para buscar as mudanças,
procurar ajuda se necessário, mas ter sempre em mente que podemos construir um futuro
melhor.
“Mude, antes que precise”.
Tenham uma boa semana! 

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Doutora Fada por Cyntia Soares

A nossa cat colaboradora Cyntia Soares do grupo Vencedoras Unidas está homenageando sua querida médica oncologista no texto de hoje!  E vocês, também têm um médico que merece muita gratidão pelo empenho e carinho no seu tratamento? Comenta aqui! 

Doutora Fada 
Como você apelidou o seu oncologista em segredo (ou publicamente)? De médico anjo? Acho que é o mais comum mesmo e não temos como dizer que eles não são anjos, né? 
A minha médica é a Dra. Fada e nem fui eu que dei o apelido, mas minha amiga de tanto que eu elogiava a Doutora. Logo, o apelido de Dra. Fada foi pegando e já chegou nos ouvidos dela…e acho que ela gostou. Vamos combinar que é um apelido fofo! 
Numa pesquisa rápida no Google, temos o seguinte significados para fada: “Ser imaginário do sexo feminino a que se atribui poder mágico de influenciar no destino das pessoas.”
Então, a Dra. Claudia Ottaiano é quase uma fada de verdade… ela influencia no nosso destino de forma mágica mesmo. ‍
É impossível levar o tratamento de maneira negativa, mal-humorada ou sem esperanças tendo uma médica tão amorosa e alegre. E foi no dia 03/08/16, cinco dias após o diagnóstico de carcinoma medular de mama (vulgo câncer de mama), que tive a primeira consulta com ela. Saí do consultório com a certeza de que eu ficaria bem e de que estava com a melhor oncologista.
Vou exemplificar alguns pontos que foram aumentando meu carinho por ela e confirmando minha teoria de estar com a melhor médica possível:
– A primeira mensagem de whatsapp que mandei para ela (mega me desculpando) foi quase meia-noite falando de uma dor de garganta, e ela me respondeu de madrugada; 
– Quando eu estava na UTI, a equipe da clínica ia no outro hospital e ela foi me resgatar (tudo bem que me deixou passar o Natal no hospital, mas sei que foi para o meu bem); 
– A Dra. me enviou um áudio falando que não estaria em Brasília no dia da minha cirurgia (a data da cirurgia mudou, né?), mas se colocando à disposição (ela sabia como era importante para mim aquele momento); 
– Ela me envia áudios explicando minhas dúvidas pontuais e acalmando meu coração; 
– Puxa minha orelha e sempre me fala: “pensamento bom e vida boa”; 
– Entendeu quando eu pedi para fazer os exames de controle antes, simplesmente porquê eu estava com medo; 
– Garantiu que sempre vai ter horário para me atender (quando brinquei que não teria, afinal eu indico pra todo mundo); 
– Quando meu cabelo começou a crescer e eu chegava na consulta com ele arrumadinho, logo ela vinha e bagunçava meus fios toda feliz…
Acho que já te convenci, né? Rs. Ainda não?? Então vamos numa consulta comigo… aposto que você vai sair de lá no mínimo criando um fã-clube para minha médica (haha).
Para finalizar quero deixar dois recados para você, leitor:
1º) Não desejo de forma alguma que você tenha câncer, mas se tiver, meu desejo é que você encontre uma oncologista maravilhosa como a minha (pode ser a minha também, eu empresto, rs);
2º) Se o seu médico não te passa segurança, procure outro. 
E lógico que um recado pra Dra. Fada também:
Dra. Claudia, obrigada por ter feito a diferença! Como já te disse várias vezes, você é a melhor!! 

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Mães que criam sozinhas seus filhos com câncer

Cats, olhem a notícia do El País que está circulando nas redes sociais, intitulada “A seleção dos filhos sem pai” 

 A matéria conta que seis dos onze jogadores titulares do Brasil na Copa cresceram distantes do pai biológico, e suas mães tiveram de encarar a criação dos atletas sozinhas.
Essa também é a realidade de muitas mães de crianças com câncer, que sofrem bastante na jornada de seus filhos, mas que precisam ter uma enorme força dentro de si para enfrentar, não só a criação, que já exige muito esforço, mas enfrenar a doença deles sem a ajuda do pai. 

Se fizermos uma busca no Google por relatos de pessoas que criam crianças com câncer, a maioria esmagadora dos depoimentos são de vozes maternas falando sobre o assunto, e geralmente o pai nem é citado. As causas dessa ausência são diversas, por exemplo, o abandono já desde cedo no nascimento, ou a própria opção pelo distanciamento perante o diagnóstico do filho, pois esse pai quer evitar a todo custo assumir uma responsabilidade, deixando para a mãe a função injusta de seguir sozinha diante do tratamento da criança. 

Os títulos se resumem a: “Mãe faz relato emocionante sobre batalha de filho de 10 anos contra o câncer”, “Experiências com mães de crianças com câncer”, “Desvelando a experiência de mães de crianças com câncer em uma unidade de cuidados paliativos” e muitas outras manchetes que indicam a batalha solitária da mulher que se torna mãe de um filho paciente oncológico, tendo que se desdobrar para passar sua energia aos pequenos e fazê-los ser ativos no processo da terapia. 

Entretanto, a maioria dessas notícias também nos revela que a coragem e o amor dessas heroínas que são mãe solo ou que não recebem ajuda efetiva dos pais, são tão grandes que conseguem suprir essa falta paterna na vida das crianças, mesmo em um momento tão difícil para elas. Se as crianças sem uma figura paterna lutam e conseguem vencer o câncer com apoio e carinho diário de suas mães, 

❤

 os atletas da seleção já são vencedores também!!