A Fundação Laço Rosa, um dos maiores portais sobre câncer de mama do País, em parceria com com a ONG Niterói Mais Humana trouxe ao Brasil, a exposição internacional do fotógrafo americano David Jay, que expõe pela primeira vez no MAC suas fotografias do The SCAR Project.
A exposição reúne 27 retratos de mulheres que passaram pelo câncer de mama e se submeteram a cirurgia de retirada das mamas. O The SCAR Project nasceu a partir de uma experiência pessoal de David Jay, que trabalha como fotógrafo de moda há mais de 15 anos, quando convidou uma amiga que havia retirado um dos seios, para uma sessão de fotos. Daí em diante, outras centenas de mulheres foram clicadas e as fotos correram o mundo.
Esta é a primeira vez que brasileiras posam como modelos do projeto. A socióloga Viviane Oliveira foi uma das selecionadas. “As pessoas, mesmo que neguem nos julgam e se importam com a aparência. Sobrevivi ao câncer, estou sobrevivendo ao sofrimento. Estou cada vez mais forte”, afirma.
O The SCAR Project busca alertar para a detecção precoce do câncer de mama, além de ajudar jovens que passaram por este momento a encarar suas cicatrizes por um novo ângulo, uma nova lente.
EXPOSIÇÃO SCAR PROJECT Onde: MAC – Niterói/RJ – Rua: Mirante da Boa Viagem, s/n ? Niterói RJDe: 10 de outubro a 2 de novembro De terça a domingo, das 10h às 18h. A bilheteria fecha 15 minutos antes do término do horário de visitação. Ingresso: R$ 10,00 Estudantes, professores e pessoas acima de 60 anos pagam meia. Entrada gratuita para estudantes da rede pública (ensino médio), crianças de até 7 anos, portadores de necessidades especiais e moradores ou nascidos em Niterói (com apresentação do comprovante de residência) e visitantes que venham de bicicleta. Entrada gratuita também às quartas-feiras. Informações: 21 2620 2400 / 2620 2481 www.macniteroi.com.br
Até o próximo dia 12 de outubro a Avon estará presente no Parque do Ibirapuera (São Paulo) com o evento “Giro pela Vida – Avon Contra o Câncer de Mama”, uma iniciativa de conscientizar as mulheres quanto aos riscos da doença e a importância dos exames preventivos e que já acontece a 20 anos em mais de 100 países.
Quem visitar o parque até domingo poderá dar um volta na roda gigante cor-de-rosa que foi montada no local, será convidado a colocar um laço rosa na “árvore da vida” e tirar uma selfie que, se postada com a hastag #giropelavida, estará doando R$1,00 para a “Casa da Mama”.
Além disso, as mulheres com mais de 40 anos que portarem carteirinha do SUS e comprovante de residencia, poderão fazer mamografia gratuitamente no local e depois curtir o show das águas dançantes. Imperdível, né?
Giro Pela Vida (evento gratuito) De 3 a 12 de Outubro Segunda a sexta-feira – 14h às 20h Sábado e domingo – 10h às 20h Menores de 12 anos devem estar acompanhados dos pais Acesso permitido para pessoas com mais de 1,10m de altura, independente da idade Espetáculo na fonte multimídia: sábados e domingos, das 20h às 20h30.
A empresária Renata Cordeiro Guerra poderia escrever um livro daqueles para se ler com uma caixa de lenços do lado, para aplacar poças de lágrimas. Mas muito pelo contrário: ela encontrou na doença do filho, Felipe – um tumor cerebral que o venceu em abril deste ano -, forças para lutar, resistir e continuar sua história com a inauguração do Instituto Todos Com Felipe, num escritório montado em sua própria casa, na zona sul carioca.
Mas muito antes disso, desde 2009, Renata presta assistência a crianças e adolescentes com algum tipo de enfermidade, sobretudo àquelas com câncer. “Consegui construir a emergência do INCA, porque a falta de qualidade no atendimento era absurda. A taxa de mortalidade diminuiu e as crianças ganharam sobrevida desde então”, diz ela. Por causa do tempo dedicado a Felipe, a empresária se tornou uma referência de luta e os amigos começaram a contar com sua consultoria sobre doações para ONGs que realizam bons trabalhos. “Eu fazia o meio-campo para as pessoas que queriam ajudar e vi um caminho se abrir. Por que não fazer um instituto? Meu pai é advogado e disse que não era tão difícil”, contou ela, que, em setembro, através de doações de pessoas físicas e jurídicas, também conseguiu construir a Brinquedoteca Felipe Cordeiro Guerra Nigri, no Hospital Nossa Senhora do Loreto, na Ilha do Governador, uma referência no estado para cirurgia e tratamento de crianças e adolescentes com lábio leporino e fissura lábio-palatal.“Enquanto esperavam as consultas, as crianças brincavam na lama. Aquilo me emocionou, juntei parceiros e construí uma área de 100 metros quadrados que atualmente atende 300 crianças. Hoje elas não querem mais sair de lá e o local virou um oásis”, explica.
Renata descobriu a doença do filho em 2005. De lá até abril deste ano, quando o heroico rapazinho faleceu, aos 13 anos, foram inúmeros tratamentos, incluindo quimioterapias, radioterapias, cirurgias, fisioterapias, tratamentos em hospitais no exterior e no Brasil. “Não consigo ficar parada. Se ficar pensando na morte do Felipe, enlouqueço. Esse trabalho me dá uma satisfação tão grande que transforma minha dor em amor”, ensina ela.”Não adianta ficar jogada numa cama chorando. Não faria bem para mim, nem o Felipe gostaria disso e tenho uma filha a quem dar atenção”, diz.
Felipe era superpopular entre os coleguinhas e seus amigos, que sempre o visitavam nos hospitais depois das cirurgias, vão fazer uma festa com renda revertida para o Instituto no dia 25. “Amigos e familiares têm que estar do lado da criança e isso faz total diferença no tratamento. No caso do câncer, o acompanhamento dos pais e a fé movem montanhas, as portas se abrem e as pessoas encaram a doença de uma outra forma. Se você é derrotada e faz quimioterapia, sai sofrida da sala. Mas se você leva um jogo de tabuleiro e joga com as crianças, eleva o astral, dá esperança e motivação. Nunca desabei quando Felipe estava entre nós e só chorei quando ele morreu. Minhas amigas dizem que têm vergonha de falar que estão chateadas porque o filho fez algo que elas não gostaram, porque eu estou sempre bem. Ainda tenho uma filha e deixo para ficar triste na análise, nos quilômetros de corrida. Cada um pensa de uma forma”, diz Renata, afirmando que o filho sabia por tudo o que estava passando. “Quando ele ficou doente pela segunda vez (2009), falou: ‘Mãe, não tive infância e não vou ter adolescência, né?’. Nunca neguei, mas também não falava sobre como iriam acontecer certas coisas. Sempre dizia que estávamos juntos e que nunca iria deixá-lo de lado. Éramos grudados. Ele era uma pessoa que trocava energia, muito resignado, persistente, queria ir aos tratamentos e lutava pela vida. Tinha maior bom astral e o poder de me acalmar. Transmitia uma paz…Converso sempre com ele”
Renata tem o coração tão grande, cheio de esperança e amor, que ainda divide um sonho: “Construir um hospital para crianças com câncer, que seja referência no assunto”.
Uma campanha extremamente criativa está sendo vinculada na Inglaterra e chama atenção para a importância do autoexame de mama. Com a mensagem “Seus seios são checados todos os dias, quando foi a última vez que você se autoexaminou?”, o vídeo mostra uma atriz circulando pelas ruas de Londres com o sutiã a mostra. A diferença é que nesse sutiã esta escondida uma câmera que capta o olhar curioso das pessoas.
“Eu queria me envolver nesta campanha desde que eu li o roteiro, é uma forma inteligente e engraçada de fazer com que as mulheres se autoexaminem, elas e também seus parceiros”, diz Eliose, a atriz escolhida para a ação, no making-off da campanha.
A dois dias do Dia da Criança, a ação Darth Vader – Legião do Bem levou alegria aos pequenos pacientes do Hospital de Clínicas, em Porto Alegre, assistidos pelo Instituto do Câncer Infantil, na tarde desta sexta-feira (10). Vestidos como personagens da série de ficção científica “Star Wars”, voluntários interagiram crianças e adolescentes e distribuíram brinquedos de presente.
A “Invasão Star Wars” é realizada há cerca de um ano no interior do Rio Grande do Sul por integrantes do Observatório Bioastronômico Cosmos de Itaara, na Região Central do estado. Foi a primeira visita à oncologia pediátrica do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, onde as crianças assistidas pelo Instituto do Câncer Infantil são submetidas a tratamentos. O grupo também atua no Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM), onde também é realizado tratamento contra o câncer infantil.
Referência na assistência de crianças e adolescentes com câncer, o Instituto do Câncer Infantil proporciona o auxílio para a continuidade do tratamento e participa do desenvolvimento de pesquisas para o tratamento do câncer infanto-juvenil. A meta da entidade é atingir a cura em 100% dos casos atendidos.
Chegou às farmácias dos Estados Unidos um remédio que pode ajudar a combater o câncer de pele em estágio avançado. Por enquanto, a venda é só por lá e os preços são astronômicos.
Fortalecer o nosso sistema imunológico para combater o câncer é o que faz uma nova geração de remédios que tem despertado a esperança de médicos e pacientes. A agência que regulamenta os medicamentos nos estados unidos, a FDA, recentemente aprovou o uso de uma substância indicada para pessoas que tem melanoma, o tipo mais agressivo de câncer de pele.
Nas células de defesa do corpo, existe uma proteína chamada PD-1. Ela evita que o nosso sistema imunológico ataque tecidos saudáveis. O problema é que ela reage com uma proteína da célula tumorosa, facilitando o ataque do câncer. O pembrolizumabe – que é a base desse novo medicamento – bloqueia essa reação permitindo que o organismo lute contra o tumor.
Esse tratamento pode ser feito em pacientes que já estão com o câncer de pele em estado avançado e que não respondem mais aos outros tratamentos. Em um dos estudos feitos, a nova droga foi dada a 173 pacientes. Ao todo, 26% dos voluntários tiveram ou a redução do tumor ou o desparecimento dele.
O novo tratamento contra o melanoma chega ao mercado com um preço bem salgado: em média cada paciente deve gastar US$ 12,5 mil por mês para comprar o medicamento, o equivalente a cerca de R$ 30 mil. Em um ano, são R$ 360 mil. A expectativa é que a concorrência entre os laboratórios possa aos poucos ajudar a reduzir esse preço e tornar o tratamento acessível a cada vez mais pessoas.
Todo mundo sabe que obesidade é um fator importante para o surgimento do câncer mas sabia que a obesidade pode esconder o câncer?
A Eliane Régis , de Santos/SP, sofreu durante anos com a obesidade mórbida, chegou a pesar 140 quilos e já não conseguia mais fazer tarefas rotineiras até que resolveu emagrecer, e foi aí que começou a sua história.
Após fazer a cirurgia bariátrica e emagrecer 64kg, Eliane salvou sua vida 3 vezes: primeiro, pela perda de peso, e as outras duas porque descobriu a tempo 2 tumores que não eram detectados devido a quantidade de gordura. Logo após a cirurgia foi descoberto um tumor na mama e logo em seguida um no colo do útero.
Hoje Eliane está magra, saudável e o mais importante, curada de ambos os tumores. Fica aí a dica para quem está fora do peso!
O Brasil deu importantes saltos nas taxas de sobrevivência de câncer de mama e próstata, segundo estudo publicado pelo periódico especializado “The Lancet”. O estudo mapeou diversos tipos de tumores em 67 países e quantas pessoas sobreviviam a eles cinco anos após seu diagnóstico. A partir de dados de diagnósticos e óbitos analisados em sete cidades brasileiras, abrangendo cerca de 80 mil casos, concluiu-se que a porcentagem de sobrevivência de pacientes com câncer de mama subiu de 78,2% entre 1995 e 1999 para 87,4% entre 2005 e 2009 (dados mais recentes). O índice se assemelha ao de alguns países desenvolvidos.
Na análise de pacientes de câncer de próstata, a sobrevivência aumentou de 83,4% em 1995-99 para 96,1% em 2005-09.”Isso parece indicar uma melhoria na qualidade do tratamento e um aumento na detecção precoce dessas doenças no país”, disse à BBC Brasil Gulnar Azevedo e Silva, coautora do artigo do Lancet e pesquisadora e professora associada do Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. “Mostra que o Brasil melhorou muito na atenção a alguns tipos de câncer”.
No entanto, os dados analisados por Azevedo no mesmo período sugerem uma piora nas taxas de sobrevivência a outros tipos mais letais – e de diagnóstico mais difícil – de câncer, como estômago (índice caiu de 33% para 25%), fígado (de 16% para 11,6%) e leucemia em adultos e crianças (de 34,3% para 20,3% e de 71,9% para 65,8%, respectivamente). Para a especialista, isso pode não necessariamente significar que os brasileiros estão morrendo mais dessas doenças, mas sim que ficou mais fácil o acesso aos dados de mortalidade analisados pelo estudo entre 1995 e 2009. “Acredito que, antes, muitos desses casos, ainda que letais, não eram registrados como casos de câncer e portanto nós (pesquisadores) não tínhamos como identificá-los. Portanto, essas porcentagens podem não ser totalmente comparáveis”, diz”. Mas também parece não ter havido uma melhora no acesso ao diagnóstico e ao tratamento. Não é um problema só daqui – os índices foram semelhantes em outros países da América Latina”.
No Chile e em Cuba, por exemplo, as taxas de sobrevivência em câncer de estômago são de 18% e 26,2%. Mas o índice chega a ser bem mais alto em alguns países desenvolvidos: no Japão, ela sobe para 54%, mais que o dobro da taxa brasileira.
Para Azevedo, o país precisa manter o foco na detecção precoce dos tumores e investir para que a qualidade do tratamento dos cânceres se torne mais igualitária nas diversas partes do país.
Disparidades no mundo O estudo, o maior mapeamento internacional já feito para analisar a sobrevivência de 11 tipos de câncer, envolveu cerca de 26 milhões de casos em 67 países, mas concluiu que os dados de sobrevida de pacientes ainda são escassos. Uma das principais conclusões, a partir dos dados existentes, é que existe uma grande disparidade entre países na eficiência de sistemas de saúde em diagnosticar e tratar as doenças. Isso faz com que cânceres sejam muito mais letais em alguns países do que em outros”. A sobrevivência em cinco anos de crianças com leucemia aguda linfoblástica é de menos de 60% em diversos países, mas chega a 90% no Canadá e em quatro países europeus, o que indica grandes deficiências no gerenciamento de uma doença altamente curável”, diz o levantamento. No Brasil, a taxa de sobrevivência dessa doença foi de 65,8% até 2009.” As comparações de tendências internacionais revelam diferenças muito amplas de sobrevivência, que provavelmente podem ser atribuídas a diferenças no acesso a diagnósticos precoces e tratamento ideal”, prossegue o texto. A continuidade da observação da sobrevida ao câncer deve se tornar uma fonte indispensável de informação para pacientes e pesquisadores e um estímulo para políticos, que devem melhorar leis e sistemas de saúde.
Por um lado, o estudo afirma que “o fardo global do câncer está crescendo, particularmente em países de renda baixa e média”, que têm de “implementar estratégias efetivas de prevenção” com urgência e pensar, no longo prazo, em estratégias de prevenção. Por outro, houve melhorias consistentes na sobrevida de pacientes de câncer de próstata, intestino e mama em diversos países do mundo. Já os tumores malignos de fígado e pulmão continuam sendo letais no mundo inteiro, com taxas de sobrevida ainda baixas (no Brasil, cerca de um terço dos pacientes sobrevive após cinco anos).
A Cruz Vermelha está testando na Austrália um equipamento que irá facilitar muito a vida de enfermeiros e pacientes na hora de coletar sangue. Um Scanner que ajuda a achar veias difíceis de serem encontradas.
Profissionais acreditam que tal equipamento será de extrema importância, pois facilitará o procedimento tornando mais fácil o acesso a veias que não são encontradas manualmente e consequentemente reduzir a ansiedade dos pacientes.
Com isso a organização estima que haverá crescimento na procura por exames preventivos, visto que muitas pessoas se recusam a fazer exames de sangue por causa de medo, bem como o aumento do número de doadores de sangue.
A instituição canadense Rethink Breast Cancer (Repense o Câncer de Mama) lançou um aplicativo para celular que lembra as mulheres que elas precisam fazer o autoexame de mamas, além de informações sobre como detectar o câncer de mama em estágio inicial e agenda para consultas médicas.
O aplicativo chamado “Your Man Reminder?” esta disponível para sistema IOS e Android e tem um diferencial para atrair as mulheres: ele usa homens sensuais para incentivá-las a verificar se existe algo de errado. As usuárias podem escolher o homem que mais as atraem e ele irá lembrá-las de cuidar dos seios.
A equipe QeB testou e aprovou as funções, porém não existe versão em português.