Publicado em — Deixe um comentário

história sobre Cuidados Paliativos: daniele castro e renato leite

Cats, temos uma história linda para esse sábado: o relato da Daniele Castro sobre o Renato Leite, seu namorado, que passou pela experiência de viver sob cuidados paliativos, um conjunto de práticas de assistência ao paciente incurável que visa oferecer dignidade e diminuição do sofrimento, um assunto super interessante! Confiram o texto dela! 

Quando recebemos o diagnóstico da médica, no início de fevereiro, já soubemos que o Renato era um paciente paliativo, ou seja, que sua doença, para nossa medicina, não tinha cura. Esse é o entendimento atual relativo ao câncer estágio IV (metastático), quando a doença já atingiu outros pontos do corpo além do órgão original. Era assustador mas precisávamos entender, para continuar lutando, que um paciente paliativo não é um paciente terminal. A busca é por controlar a doença e torná-la semelhante a uma condição crônica pra que o paciente possa viver bem pelo máximo de tempo (anos até) dentro de suas condições (permitidas e desejadas). Esse era o nosso desejo. Apesar de querer muito falar de sua situação abertamente, o Renato optou por não o fazer, imaginando que haveria muito mal entendido e que as pessoas, ao ouvirem a palavra paliativo, escutariam a palavra morte, o sentenciaram precocemente e transmitiriam energias de medo e desespero. E ele era um amante da vida. 
A verdade é que as pessoas se apegam muito, principalmente no caso do câncer, à palavra cura, esquecendo que nem todo paciente pode ser curado (e afinal o que é estar curado? Um conjunto de parâmetros médicos…). É preciso falar sobre isso, para que possamos falar sobre a possibilidade da morte e sobre toda a vida que deve ser vivida antes que isso aconteça. É assim pra todo mundo, a diferença é que o paliativo se dá conta disso todo dia (obrigada Thailinn Young por falar disso pra mim lá no início). No caso do Renato, e cada história é uma história, a doença estava bastante avançada, ele tinha muitos pontos de metástase e a luta era mais difícil, mas conhecemos outros casos de paliativos que viviam bem controlando suas doenças (nossa maior inspiração eram as @paliativas no insta, conheçam).
Hoje, vejo que a evidência da morte nos coloca cara a cara com a evidência da vida e nos questiona sobre a forma como queremos viver, inclusive se queremos viver dentro de determinadas condições. Conhecemos nesses meses a medicina paliativa, que ainda está engatinhando no Brasil. Os médicos e as equipes dos hospitais se esforçam mas estão presos a práticas criadas por uma ciência que se desenvolveu pelo olhar para a doença e sua cura e não para o paciente e sua forma (qualidade) de viver, como requer o paliativo. Os hospitais não estão preparados, seus protocolos se baseiam em confinamento, excesso de drogas e procedimentos invasivos. Muitos profissionais parecem perder a capacidade de enxergar o paciente como um ser pleno e autônomo pra conhecer inteiramente sua própria condição e decidir sobre seu corpo. O universo da medicina paliativa é novo e riquíssimo, amplia os horizontes do cuidado, requer uma conjunção de profissionais, práticas, saberes, afetos. Há muito a ser feito.
Não é de hoje, mas agora ainda mais, entendo que é preciso falar sobre a morte sem desespero, com consciência. Mesmo que essa realidade não esteja batendo na nossa porta (e quem sabe, afinal?), é preciso tê-la em nosso horizonte. Falar sobre morte sem que isso esgote nossa vontade de viver, para que possamos pensar nos cuidados, nos grandes e pequenos prazeres e desejos, em como respeitar escolhas relativas ao fim de nossas vidas e, enfim, em como maximizar a experiência de viver de cada um, dentro do que a própria vida permitir.

Obs.: O Renato fez tratamento com quimioterapia, que tinha o objetivo”paliativo” e não de “cura”. Não optamos em momento nenhum por não fazer o tratamento tradicional.

Publicado em — Deixe um comentário

História de Cat: Camila Teixeira

A Cat Camila Teixeira de Caçapava do Sul/RS nos enviou a história dela, contando o que ela tirou de lição com o tratamento do câncer de colo uterino! 

 Boa tarde, meninas lindas! 

Em primeiro lugar, quero deixar meu agradecimento pelas tantas vezes em que eu vi as Cats por aqui e elas me motivaram.Em 2014 fui diagnosticada com câncer de colo uterino, fiz várias cirurgias e consegui, com muita guarra vencer momentaneamente.Ano passado, em junho, o câncer voltou novamente nas pelves. Fui para as rádios e quimios, passei a maioria dos dias muito bem, terminei em outubro e segui fazendo os exames PET CT de 2 em 2 meses. Em março o câncer no colo retornou e agora comecei meu primeiro ciclo de 6 quimios de 21 em 21 dias, incluindo as fortes.O que tiro de lição de tudo isso é que devo ter muita gratidão à Deus, pois tenho uma família maravilhosa que me ama incondicionalmente, meu esposo que está comigo sempre me dando uma força gigante, com todo o amor e carinho, e amigos brilhantes que me acompanham em todos os momentos.Eu acreditava que dessa vez iria me desmotivar um pouco, em função da autoestima: cabelo caiu, pele ficou seca etc…Mas NÃO, estou no primeiro cliclo de quimio ainda, eu sei disso, mas estou com uma força interna do tamanho do universo, e me achei linda careca, mais amada ainda por todos à minha volta e já me sentindo curada…A minha fé é enorme perto de todo esse tratamento. 

Quero dizer à todas as Cats que passam pelo câncer de colo uterino que tenham fé e coragem sempre, buscando isso em vários aspectos (como se sentir linda e estar sempre com pessoas que amam). Outra coisa que fez muito bem para mim e meu marido foi que, após o nosso casamento em 2015, com a notícia de que não poderíamos ter filhos biológicos, fomos em busca do nosso processo de adoção. Acreditamos sim na vontade Divina, mas a nossa parte nós fizemos, agora somos pais “grávidos juntos”. Parabéns à todas nós, Cats Guerreiras, que amam a vida, amam as pessoas a sua volta e com isso buscam todos os dias a vitória. Sigo firme e forte aqui com muita CORAGEM, GRATIDÃO E AMOR.

Publicado em — Deixe um comentário

VIVER COM UMA VISÃO E UM PROPÓSITO por Diana Vilas Boas

Olá Cats queridas, vamos refletir e encontrar outras alternativas para viver melhor? 

?

 Confiram o texto da nossa Coach em Resiliência, Diana Vilas Boas, que está muito bom! 

?

 Se interessou pelo trabalho da Di? Só clicar aqui e fazer cadastro:http://quimioterapiaebeleza.com.br/coaching-em-resili…/ ou ir direto no banner do nosso site do IQeB! 

?

 Vamos refletir e encontrar outras alternativas para viver melhor?
Viver com uma Visão e um Propósito!
As pessoas resilientes não esperam passivamente o que o futuro lhes prepara, mas sim,
recorrem a si mesmo para cria-lo!
O presente está carregado de possibilidades, olhe à sua volta, deixe que seus valores guiem a
sua visão de futuro e dessa forma construirá uma ponte entre o que você é agora e o que
poderá ser no futuro.
Para isso, é importante a reflexão através de algumas perguntas que vão permitir que veja
além do presente e possa vislumbrar um futuro melhor:
O que é importante para mim?
Quais são as minhas melhores qualidades?
Quais habilidades eu tenho que possa usar mais facilmente em uma nova situação?
Quais habilidades novas preciso adquirir, e como posso aprender?
Quem pode ajudar-me?
Com essas perguntas poderá refletir e se preparar para ir mais adiante, considerando também
qual a sua visão de futuro, qual a sua missão, sempre motivada pelos seus valores.
Os períodos de mudanças oferecem uma oportunidade para entender melhor quem somos, o
que nos faz feliz e que vida gostaríamos de construir.
Parar um pouco e refletir…é o primeiro passo para a mudança e depende só de cada uma de
nós!
Boa sorte, e mãos à obra!
Um grande abraço a todas

Publicado em — Deixe um comentário

A saúde do homem: prevenção do câncer

Cats, ontem comemorou-se o Dia do Homem e com isso lembramos os cuidados que eles devem ter com a saúde. 

 Leiam abaixo algumas medidas que podem ser tomadas pelos homens para a prevenção ou diagnóstico precoce do câncer masculino. 

 Não fumar, o fumo pode causar diversos tipos de câncer, entre eles o câncer de pulmão, bexiga, leucemia, entre outros. 

Fazer sexo seguro, pois, além de deixá-lo vulnerável a diversos tipos de doenças sexualmente transmissíveis, como a AIDS, o sexo desprotegido também deixa as pessoas vulneráveis ao HPV, vírus que pode dar origem ao câncer de pênis e anal. 

Cuidar da próstata mantendo os exames sempre em dia. Muitos homens relutam por medo ou preconceito, mas, além de simples, o toque retal, ajuda a diagnosticar o câncer na próstata precocemente. 

Exercitar-se, os diversos tipos de atividade física praticados regularmente podem ajudar a diminuir o risco do câncer. 

Manter uma dieta balanceada, já que estudos têm mostrado que dietas ricas em gordura animal têm aumentado o fator de risco para vários tipos de câncer. Frutas, legumes e hortaliças são excelentes antioxidantes contra o câncer. Por isso, uma dieta pobre em gordura animal e rica em frutas frescas e vegetais é o ideal para diminuir o risco de ter um câncer. 

Usar protetor solar diariamente, especialmente os homens que trabalham expostos ao sol, porque mais de um milhão de casos de câncer de pele são diagnosticados a cada ano. 

Realizar o autoexame dos testículos mensalmente e desde cedo, já que o câncer de testículo pode atingir os homens desde a sua adolescência. O autoexame dos testículos pode ajudar a detectar esse tipo de câncer ainda em estágio inicial. 

Conheça seu histórico de câncer familiar e se você já sabe os tipos de canceres que atingiram a sua família, avise o seu médico, para que ele possa traçar um planejamento para tentar prever os riscos de você desenvolver um câncer e, se possível, prevenir ou fazer o diagnóstico precoce. 

O ideal é estar sempre informado, atento, seguir as orientações médicas à risca e manter a saúde sempre em dia! 

Fonte: Oncoguia

Publicado em — Deixe um comentário

História de Cat: Mallú

Olá Cats, recebemos o relato da querida Mallú sobre o medo de encarar o tratamento. 

E pra vcs, como foi?
Conte pra nós: cat@quimioterapiaebeleza.com.br

Em Outubro de 2013 fui internada com dores fortes e suspeitas graves de doença, fiz vários exames e então veio a notícia ruim dos resultados.
Fui diagnosticada com Linfoma de Hodgkin estágio 4.., meu Deus, meu mundo caiu, fiquei sem chão, congelada.
Além de estar com câncer o estágio era o mais avançado, tinha se espalhado pelo tecido do meu corpo, gânglios linfáticos, ossos e medula.
Não queria aceitar a doença, não era possível eu estar com câncer, queria fazer mais e mais exames. Não me convencia que eu estava doente, os médicos disseram que eu precisava começar logo o tratamento, e eu também não queria aceitar o tratamento.
Estava com medo,…demorei 4 meses para aceitar fazer a quimioterapia, meu maior medo era a tão temida “quimio” pois quando eu escutava os efeitos colaterais ficava assustada.

Entre outubro de 2013 até fevereiro de 2014, tentei vários métodos, tratamentos naturais, espirituais, etc…e de nada adiantava eu só piorava, ficava mais fraca, mais magra, não conseguia mais andar e nem respirar direito, muito sofrimento para minha família que fazia de tudo para eu me curar e estavam nesta luta comigo. Foi ai com a ajuda da minha família e também de amigos que minha Fé se fortaleceu e me senti tão forte que aceitei a me curar com o tratamento quimioterápico, busquei mais forças e coragem em Deus, pois era o que eu precisava.
Então voltei ao médico onde fiz os exames, me internaram na hora, drenei o pulmão, pois estava cheio de água por conta da doença, e comecei as sessões de quimioterapia. Dai em diante tudo foi melhorando, mas o meu cabelo caiu, passava mal, fiquei pálida, senti os efeitos colaterais esperados….só que eu estava com muita Fé em Deus e coragem. E a minha autoestima estava alta, não deixei me abalar por conta do cabelo, eu adorava usar os lenços coloridos e diferentes me achava estilosa, gostava de usar lenço com óculos escuros, pois sobrancelhas e cílios ficaram menos volumosos. Gostei também do meu cabelo curto, nunca tinha feito um corte curtinho, adorei o estilo. Como eu estava sentido que a quimioterapia estava me curando, mesmo com todos os efeitos colaterais, tudo ficou mais fácil, vou dizer que eu até lidava com bom humor nas situações mais chatas.

Fiz sessões de BEACOPP e ABVD e depois 20 sessões de radioterapia, em 2015 tive remissão do câncer graças a Deus. Hoje faço os acompanhamentos oncológicos.
O tempo passou desde que tudo isso aconteceu, antes eu não gostava de falar sobre o assunto, achava que eu não ia conseguir me socializar direito com as pessoas por ter tido câncer… mas eu amadureci sobre esse pensamento, existem pessoas leigas no assunto, acho interessante falar, relatar, pode até ajudar alguém.
Eu me lembro de todos detalhes como se fosse ontem e vejo que para mim, foi uma fase difícil, mas precisei passar por isso, pois me fortaleceu e me deixou mais cheia de vida, hoje eu conto a minha história sobre o câncer para todos que queiram ouvir, falo sobre minha luta e que vivo minha vida bem melhor, todo dia só tenho a agradecer, pois eu VENCI e NASCI novamente.
Espero que esse depoimento ajude as Cats que estão com medo do tratamento quimioterápico. “E se der medo, finge que tem coragem e vai com medo mesmo”. 
Se der ansiedade, finge que está tranquila e vai ansiosa mesmo. Se está cansada, finge que tá bem e vai cansada mesmo.
Se está sem paciência, respire fundo e vai assim mesmo. O importante é não parar, não parar”. Tenham muita Fé que vai ajudar a vencer essa luta”. Depois de tudo isso, filtrem o que essa fase trouxe de melhor para suas vidas e sejam felizes.

Mallú Critina de Sousa
Linfoma de Hodgkin(estagio IV)
Tratamento feito com a equipe no Hemocentro da Unicamp – Campinas/SP

Publicado em — Deixe um comentário

História de Cat: Daiana Machado

A Cat Daiana Machado nos enviou esse textão lindo e cheio de inspiração que ela escreveu durante o tratamento da quimio, rádio e mastectomia total!! 

 Ela fala sobre sentimentos, medos a descoberta do câncer e sobre valorizar a vida!

Sabemos que a morte pode acontecer a qualquer instante, em uma fração de segundos, através de um acidente banal, uma violência na rua ou até mesmo o famoso (e até esperado) fim do mundo.
Crescemos e vivemos sabendo que esse dia chega para todos nós, de uma forma ou de outra. Mas aprendemos a viver com esse fato e seguir nossas vidas torcendo sempre pelo melhor, fazendo nossos planos para o futuro.
Ah o futuro…
Mas saber que a morte é uma possibilidade é muito diferente de sentir ela quase na pele.
Eu senti.
E posso afirmar que sentir foi muito pior do que eu podia imaginar que seria.
Naquele momento o medo tomou conta e me vi tentando agarrar a vida de todas as formas, como se fosse algo palpável, que caberia na mão e que se eu me negasse a soltar simplesmente continuaria comigo.
A vida é minha e vai continuar comigo, eu pensei em negação.
Mas as coisas não são bem assim.
Naqueles dias entre diagnóstico e início do tratamento, sim parece clichê eu sei, mas minha vida inteira realmente passou na minha cabeça. Senti como se tudo o que tinha acontecido até ali tivesse sido um sonho que passou tão rápido e que tinha sido uma preparação para um futuro. Um futuro cheio de planos, cheio de sonhos, que eu tinha tanta certeza que viria e que, de uma hora, poderia ser arrancado de mim sem nenhum aviso prévio.
Como assim acabou?
A minha vida foi isso?
E a minha família? E os lugares que ainda quero conhecer? E os filhos que ainda quero ter?
Naquele turbilhão de sentimentos, lembro como se fosse hoje do primeiro momento em que eu parei e conversei com Deus.
Foi uma conversa longa, difícil e certamente muito diferente das conversas que costumávamos ter.
Essa conversa tinha o objetivo de pedir pela minha vida, mas enquanto eu pedia não parava de pensar nas várias pessoas que estiveram em situações semelhantes a minha e que seus pedidos não foram ouvidos. Então em meio a oração eu pensava: se os pedidos deles não foram ouvido, por que o meu seria? O que me faz ser diferente? O que me faz ser mais merecedora? O que me faz ser especial?
Não encontrei um porquê.
Tola de mim. Eu não era tão especial assim, pelo menos não mais do que qualquer outra pessoa.
Então sem que eu me desse conta, minha oração se tornou uma mistura de fé, medo e desesperança, por mais estranho que essa combinação possa parecer.
Me vi dizendo: Deus, por favor não me entenda mal, não quero dizer que a minha vida deve ser poupada enquanto tantas se vão ou que eu mereça mais do que elas. Só sei que eu quero ficar aqui, por favor, só me deixa ficar!
E assim nós continuamos conversando… por horas.
Eu confusa tentando me fazer entender em meio a um turbilhão de pensamentos e Ele (imagino) tentando traduzir o que eu dizia.
Naquele dia Ele (através do meu próprio pensamento) me perguntou: Por que você quer tanto ficar? O que você tanto quer fazer por aí?
E essa pergunta foi como um soco. Eu não estava preparada para essa conversa.
Demorou alguns instantes, entre sentir e pensar, e agora sim tinha certeza do que diria e respondi com muita firmeza: eu quero simplesmente viver!
A beleza da vida me saltou aos olhos como um sopro e era nela que eu queria me agarrar. Dar risada com os amigos, ver um filme com a família, ler um livro, tomar banho de mar, sorrir, dançar, sentir o vento no rosto e principalmente, acordar todos os dias tendo a chance de fazer tudo isso de novo. E de novo. E de novo.
Sim, era isso que eu queria.
Hoje eu estou no final do tratamento contra o câncer.
Deus entendeu aquela minha oração confusa e nós fizemos um acordo, ele me daria mais tempo e eu faria o meu melhor com essa segunda chance.
E o motivo de escrever esse texto? Nunca esquecer de fazer a minha parte nesse acordo que eu apelidei de vida.

 

Publicado em — Deixe um comentário

Alimentos que aliviam os enjoos da quimioterapia

Bom dia, Cats! 

?

 Vocês também sofreram muito com os enjoos durante o tratamento quimioterápico?? 

Segundo o Instituto Oncoguia, aproximadamente 30% das drogas quimioterápicas provocam náuseas e vômitos e seu médico pode orientar o uso de antieméticos quando for necessário. 

 Aqui vão algumas dicas para melhorar esse efeito colateral super desagradável:Tente ingerir mais alimentos como mingau de aveia, torradas, biscoitos integrais, bolachas cream cracker, alimentos frios, sorvetes e sucos de frutas, frutas em pedaços, água de coco, gelatinas, iogurte e raspadinhas de gelo. 

Procure evitar comidas quentes, gordurosas, fritas, muito doces, com condimentos, pimentas ou odores fortes. 

Não é recomendável beber líquidos junto às refeições, fazer refeições em locais muito abafados ou com cheiros fortes.

É super importante manter uma dieta fracionada, comer pouco, mas com mais frequência e lentamente, além de descansar após as refeições, pois ajuda na digestão, e peça ao seu médico ou nutricionista para fazer as mudanças necessárias no seu plano alimentar. 

‍

As náuseas que aparecem enquanto se recebe os medicamentos podem ser evitadas, basta não se alimentar apenas 1 ou 2 horas antes da quimioterapia ou radioterapia. 

 O vômito seguido ao enjoo pode ser provocado pelo tratamento, por odores de alimentos ou pela presença de gases no estômago. Se o vômito for intenso ou durar alguns dias entre em contato com seu médico. Após vomitar, é melhor beber apenas pequenas quantidades de líquidos, se possível 50 ml de 20 em 20 minutos e não evite comer enquanto os vômitos não estiverem controlados.Também é bom tentar uma dieta exclusivamente líquida, até conseguir retornar a sua alimentação normal, gradualmente. 

 E não se esqueça de sempre consultar um médico, tentar descobrir as causas da náusea e quando ocorrem. 

 Fonte: Oncoguia

Publicado em — Deixe um comentário

COMO EVITAR PENSAMOS PESSIMISTAS por Diana Vilas Boas

?
?

Olá Cats queridas, vamos fazer uma reflexão e encontrar novas formas de pensar e agir?  Confiram o texto da nossa Coach em Resiliência, Diana Vilas Boas, está muito bom! 

?

Se interessou pelo trabalho da Di? Só clicar aqui e fazer cadastro:
http://quimioterapiaebeleza.com.br/coaching-em-resili…/ ou ir direto no banner do nosso site do IQeB! 

?
?
?
✋
?
⛅
?
?
?

Como controlar nossos pensamentos? Como evitar pensamentos pessimistas? 
Um psicólogo de nome Seligman estudou os processos mentais clássicos dos pensamentos
pessimistas e os classificou da seguinte forma: todos começando com a letra P, o que torna mais
fácil de reconhecer e depois mudar o tom, pessoal, penetrante e permanente. 
Pessoal: O veneno número um é avaliar as situações negativas como sendo algo pessoal e se achar o centro da culpa e dos problemas, o que faz com que você se critique e se envergonhe de si própria. Provoca emoções que não fazem bem, são destrutivas…assumir que pode mudar e ter outras ações melhores, como aceitar sem se culpar, pode ser o caminho para pensamentos mais inteligentes no futuro. 
Penetrante: O veneno número dois é deixar que o pensamento pessimista penetre em outras áreas da sua vida e generalizar as preocupações, vendo tudo de forma negativa. Nunca se deve projetar o que foi negativo em uma situação vivida para nossas outras atividades, e ficar lamentando-se indefinidamente. Resolva uma coisa de cada vez. 
Permanente: O veneno número três é pensar que a má sorte durará para sempre! Que tudo está perdido e que nunca irá se recuperar, que é o fim do mundo…esse modo de pensar só pode levar ao desespero e à depressão. Quem somos nós para saber o que vai acontecer no futuro? Somos videntes?  Se observarmos o nosso passado vamos ver que muitas coisas mudaram e para melhor. Por que não acreditar que poderão mudar novamente e que nossa vida também poderá ser melhor?
O que sugiro é que observem os seus pensamentos e descubram se são realmente pessimistas,
e, caso sejam, procurem entender como pensam os otimistas e comecem a treinar a mente eliminando os venenos que podem contagiar e destruir. 
O compromisso que temos que ter com nós mesmas consiste em seguir adiante, mesmo que a situação seja dura e estressante, e ver outras possibilidades, ter outras ações que nos levem a superar os obstáculos. 
Tenho certeza de que podemos, tenho certeza de que saberemos encontrar melhores
caminhos através de um pensamento mais controlados e otimista. 
Um grande abraço e boa sorte a todas! 

Publicado em — Deixe um comentário

Câncer de boca: a cura pela prevenção

?
?

Boa noite, Cats! Vocês sabiam que o câncer de boca é uma doença super frequente entre os brasileiros??  Por isso é muito importante se prevenir! Se liguem nessa matéria que esclarece as medidas que devemo tomar para afastar ou detectar precocemente esse tipo de câncer. 

Apesar de estar entre os dez tumores mais comuns do Brasil, o câncer de boca, bem como seus sintomas, causas e tratamentos, ainda é desconhecido de boa parte da população. O cenário é comprovado pelo fato de que uma parcela expressiva dos diagnósticos ainda é realizada tardiamente, o que diminui de maneira considerável as chances de cura. De acordo com estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca) somente neste ano 15 490 pessoas serão vítimas da doença, sendo 11 140 homens e 4 350 mulheres.

Tais números colocam o Brasil na ingrata terceira colocação entre os países com maior incidência do câncer de boca no mundo, atrás somente da Índia e da República Checa. A cada duas horas um brasileiro morre por causa da doença. O período de tempo transcorrido em uma partida de futebol ou em uma sessão de cinema no domingo, por exemplo, representa mais uma vida perdida, o que poderia ser evitado com medidas acessíveis e simples.

E por que o país apresenta tantos casos? Uma das respostas está no uso de álcool e tabaco, que, mesmo caindo, representa um dos maiores causadores da enfermidade. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, cerca de 90% dos pacientes diagnosticados com câncer de boca são tabagistas. Além disso, quando o fumo e o álcool estão associados, as possibilidades de desenvolver a doença aumentam em 30 vezes.

Homens acima dos 50 anos compõem a maior parte dos acometidos pelo problema. No entanto, o cenário está mudando. Cada vez mais jovens de até 40 anos estão apresentando a doença e um dos principais motivos é o papiloma vírus humano, mais conhecido como HPV.

Transmitido durante as práticas sexuais sem proteção, o vírus tem a capacidade de acelerar o tempo de desenvolvimento desse tumor. Um estudo produzido pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) mostra que há vinte anos o HPV representava 25% dos casos de câncer de amígdala. Atualmente, o número registrado é de 80%.

A maior medida para diminuir o número de vítimas está na prevenção, que pode ser feita inclusive em casa. O câncer de boca tem cura e, assim como o câncer de mama, pode ser facilmente identificado por meio do autoexame — neste caso, com a ajuda de um espelho.

Analisar a boca periodicamente, observar o aspecto da língua e de toda a cavidade oral (lábios, mandíbula, gengiva, glândulas salivares e garganta) deve se tornar hábito. O surgimento de feridas e lesões que demoram mais de duas semanas para sumirem são o sinal de alerta, assim como sangramentos, caroços, mudanças na coloração ou dor.

Entre os sintomas do câncer de boca estão também nódulos persistentes nas bochechas, irritação ou sensação constante de algo entalado na garganta, inchaço na mandíbula, dificuldade para engolir, mau hálito, dor para mastigar ou mover a língua, dentes frouxos na gengiva e até mesmo mudanças na voz e perda de peso. São sinais facilmente identificáveis não só pelo paciente, mas também pelas pessoas com quem ele convive. É importante ressaltar que o autoexame não substitui as visitas regulares aos cirurgiões-dentistas, fundamentais para o diagnóstico precoce.

É esse profissional que será responsável pelo encaminhamento de casos suspeitos para a confirmação e o posterior tratamento do câncer de boca e pelas orientações iniciais ao paciente. A localização e o estágio tumor determinam as medidas mais adequadas, que geralmente são cirurgia e/ ou radio e quimioterapia. Quando a doença é diagnosticada no início e tratada de maneira adequada, 80% dos casos chegam à cura.

Fica claro diante desse cenário que a grande questão em torno do câncer de boca é a prevenção. Para fortalecer a rede de informações sobre o tema e orientar a população, foi criada a lei federal nº 13.320 de 2015, que estabelece a primeira semana de novembro como a Semana Nacional de Prevenção ao Câncer de Boca. A importância do período é inegável, mas é essencial que os hábitos para combater a doença e diminuir o número de vítimas façam parte do cotidiano da população.

Fonte: SAÚDE

Publicado em — Deixe um comentário

As reações do nosso corpo em momentos de stress por Diana Vilas Boas

?
?
?

Olá queridas Cats!   Vale a pena conferir essa reflexão da nossa Coach em Resiliência, Diana Vilas Boas, para entendermos melhor o que ocorre com o nosso físico quando passamos por momentos de estresse mental! 

Se interessou pelo trabalho da Di? Só clicar aqui e fazer  cadastro:

http://quimioterapiaebeleza.com.br/coaching-em-resili…/ ou ir direto no banner do nosso site do IQeB!

Hoje quero conversar com vocês a respeito das reações que ocorrem em nosso corpo nos
momentos de stress e adversidade.
É muito importante que busquemos entender as reações de nosso corpo para que possamos
reagir de forma mais equilibrada, sem sobrecarregar-nos de modo negativo, o que pode gerar
comportamentos de desequilíbrio.
Normalmente podemos ter dois tipos de reações.
A primeira é agir de forma intolerante, pois mesmo percebendo que os batimentos cardíacos
aumentam, as mãos suam, e a voz fica trêmula, agimos de forma a ignorar essas evidências.
Esse tipo de atitude pode nos provocar forte rigidez muscular e emocional, havendo também
tendência a uma certa inflexibilidade e agressividade. Pode acarretar dores musculares e
esgotamentos emocionais, causando danos para a nossa resiliência nessa área.
A segunda forma de reação é uma certa passividade aos sinais que o corpo mostra. Não
perceber o que o nosso corpo está revelando pode nos levar a sofrer as consequências e
posteriormente ter sintomas como dores musculares, gastrites, enxaquecas…E também
causar danos à nossa resiliência.
Quando estamos no equilíbrio na área de leitura corporal, conseguimos identificar
imediatamente as mudanças que ocorrem em nosso corpo e administrar de uma forma
preventiva, evitando consequências mais danosas.
Como fazer isso? Observando e ficando atenta aos sinais que o corpo emite nos momentos de
maior tensão e stress e dessa forma ir controlando através da respiração e outras técnicas que
também possam ajudar a manter a calma e o controle. Não é fácil, mas com o treino, vamos
aprendendo a conhecer melhor o nosso corpo e a ter reações mais equilibradas e resilientes.
Muitas vezes as nossas crenças é que determinam as nossas reações diante de situações de
adversidade, então flexibilizar e ressignificar o que acreditamos podem ser de extrema
utilidade no enfrentamento dos desafios da nossa vida.
Um grande abraço a todas! Fiquem bem.