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Oficina da Solidariedade por Diana Vilas Boas

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Olá Cats queridas!  Essa sexta temos o texto da nossa coach em resiliência Diana Vilas Boas falando sobre a dinâmica que fizemos semana passadas, dia 15! 

Hoje eu quero falar um pouco do nosso evento, a Oficina da Solidariedade, que começamos a
fazer na semana passada e que espero, venha a ser um espaço nosso, para nos reunirmos e
conversamos sobre tudo o que possa nos fazer bem e nos ajudar a vencer as adversidades.
A ideia é sempre levar para o encontro algum assunto interessante, outras pessoas que
possam acrescentar com experiência e conhecimentos, vídeos, filmes motivadores, mas
principalmente um espaço para que todas possam falar das suas aflições, trocar informações e
poder ajudar umas às outras.
E como faz bem ser ouvida, ser entendida, receber carinho e atenção, energizar-se e
empoderar-se para enfrentar os desafios da doença e tratamento.
Posso dizer para vocês, que me emocionei muito com os depoimentos! Que mulheres
corajosas e guerreiras! Todas tem uma forma peculiar de enfrentar os desafios que vão
aparecendo ao longo do tratamento e vão encontrando forças para aceitar, descobrir novos
caminhos, e assim, ir vencendo cada etapa.
Saber que outras pessoas enfrentaram os mesmos problemas e conseguiram superar, nos
deixa mais fortes, se ela conseguiu eu também posso, saber que há tantas possibilidades de
tratamento, tantos recursos na medicina moderna, renova as esperanças e a vontade de lutar.
Conversamos sobre resiliência e como pode nos ajudar a vencer nossas crenças e a
resinificar o que acreditamos. Podemos sim, fortalecer cada área da resiliência e equilibrar a
nossa autoconfiança, autoestima, otimismo e razão de viver.
E vamos que vamos! É como diz o Nietzsche em sua famosa frase: “O que não me mata me
fortalece.”
Teremos sempre imenso prazer em receber vocês para esses encontros, tomar um café
acompanhado de um bolo gostoso, tudo preparado com muito amor e carinho.
Gostaria também de saber a opinião de vocês, receber ideias e sugestões que possam ser úteis
ao nosso trabalho.
Um grande abraço a todas! Fiquem bem.

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Você pode mudar sua visão – Seu foco de VIDA por Rafaela Mendes

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Cats,  esse novo texto da nossa colunista Rafaela Mendes, fundadora do Onncovida, traz uma novidade sobre a vida dela e a percepção que ela teve das Cats nesse projeto incrível. 

Você pode mudar sua visão – Seu foco de VIDA

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Minhas lindas leitoras, já faz um tempo que eu não escrevo pra vocês. Mas hoje consegui
um tempinho especialmente para vocês. E quero compartilhar algumas coisas com vocês.
A primeira é que vou me mudar para o meu País. Vivo no Brasil há sete anos, mas agora vou
voltar para Portugal. Mas, gente…não vou esquecer o Brasil nunca! Foi aqui que
consegui ter o impulso de mudar a minha vida, tanto pessoal quanto profissional. Foi aqui
que consegui criar e desenvolver o Projeto da Onncovida…então levarei o Brasil em um
cantinho muito especial do meu coração. E estou procurando soluções para
desenvolver o projeto Online, mas ainda está em estudo. 
Outra coisa que quero partilhar com vocês é que ao longo das turmas que fiz da
Onncovida, algo tem me chamado muito a atenção e quero falar para vocês. Sinto que
quando as mulheres chegam no nosso primeiro encontro do curso estão muito
desconfiadas, fechadas e infelizes com elas mesmas (e muitas das vezes a
causa principal não é a doença).
E ao longo dos encontros algo que repito muito é a importância de cada uma
conhecer o seu “eu” interior – se abrir honestamente para si mesma. E gente, de
verdade, não adianta vestir o corpo com a melhor roupa, usar jóias caras, rir toda
hora e querer ser “firme”, se por dentro você está chorando e o seu interior está num
vazio que sempre ecoa. Conhecer o seu interior é essencial em todo o processo
oncológico. Ter uma base de vida forte e sólida, pode ser significativo durante os
procedimentos – A força de querer viver, a coragem, e a FÉ. Acreditar! Mas Rafa,
como consigo isso? Uma base sólida se constrói com 3 palavras: AMOR, GRATIDÃO E
PERDÃO! O amor a gente até tem, e a gratidão a gente aprende facilmente…o bicho
pega é no perdão. Se perdoar e perdoar o outro não é fácil, mas é possível – sem culpa
e sem barreiras. É possível, é importante e é essencial para você se limpar de
sentimentos menos bons. E quando você experimenta…é maravilhoso e pode confiar
em mim, eu sei do que eu estou falando! 

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Para ser fisicamente ativas por Claudia Arab

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Bom dia Cats!!  Confiram mais um texto da nossa nova colunista, a Claudia Arab, criadora e coordenadora do Programa de Exercícios Físicos para Mulheres em Tratamento de Câncer de Mama, nos incentivando a ter um maior nível de atividade física em nossas vidas. 

Para ser fisicamente ativas

Há muitas questões sobre atividade física que surgem quando você ouve alguém defendendo e disseminando esta prática ou mesmo quando alguém decide fazer atividade física. O que fazer? Quando? Quanto? Onde? Como? As primordiais são quanto à definição e finalidade da atividade física. Tudo que requer movimento corporal, locomoção, tarefas rotineiras, lazer, entre outros, pode ser considerado atividade física. Alguém que tem como trabalho algo que o exija muito tempo sentado em frente ao computador tem o nível de atividade física diferente de alguém que trabalhe com descarregamento de mercadorias. Essa questão começou a ser abordada lá nos anos 50, por Morris, na Inglaterra, quando descobriu que doenças do coração eram mais comuns em homens fisicamente inativos no trabalho (motoristas) do que em trabalhadores que tinham funções mais ativas. O nível de atividade física também pode ser diferente entre duas pessoas que tenham a mesma função no trabalho, pois as demais atividades da vida diária também interferem. Assim, uma pessoa que pratica
exercícios físicos tem maior nível de atividade física do que quem não pratica exercícios físicos.
O exercício físico é aquele realizado periodicamente, sob prescrição (ou, ao menos, deveria) que tem objetivos, continuidade, progressividade, controle, etc. Então, quando falarmos de exercício físico, necessariamente este está dentro de atividade física, mas falar em atividade física não necessariamente significa que há exercício físico, ok? Vamos para o assunto que mais nos importa: atividade física, exercício físico e câncer.
É muito comum que, após o diagnóstico de câncer, os pacientes diminuam seus níveis de atividade física geral por diversos motivos. Várias vezes as pacientes já me relataram que faziam academia ou dança até 5x por semana, mas que pararam ou foram diminuindo quando tiveram a suspeita e o diagnóstico da doença. Além disso, o baque emocional é forte e é normal que os pacientes queiram ficar mais “recolhidos”. As barreiras para praticar atividade física são inúmeras. Falta vontade e tempo, cansaço, o local de prática é longe de casa, não gostam ou mesmo sentem medo e dores. Às vezes, pode ser por recomendação médica, daí é preciso conversar direitinho com a equipe para entender os motivos da não recomendação – cada caso um caso e aqui falamos no geral (a individualidade dos pacientes é imprescindível!).
O recomendado, porém, é que os pacientes retornem suas atividades normais o mais rápido possível. Quanto mais nos movermos (e nos ocuparmos), melhor. O movimento é analgésico – ouvi um professor dizer essa expressão e achei fantástica. Afinal, quando decidimos não fazer nada, logo começam as dores: é joelho que chia, costas que reclamam, sem contar o desânimo cada vez maior. O que leva as pessoas a praticarem atividade física, ou seja, a motivação para a prática, pode ser explicada por diversas teorias como a da autodeterminação, mas não entraremos nessas teorias. O que nos importa aqui hoje são algumas dicas que podem ser adicionadas à rotina de vocês para aumentar o nível de atividade física. As sugestões são simples e fazem toda diferença. Se você anda de ônibus, pare um ponto antes ou depois do mais perto da sua casa e aproveite para caminhar até seu destino. Se você
usa o carro para ir logo ali ao mercado ou padaria, troque por uma bicicleta ou vá caminhando, se possível. A clássica troca do elevador pelas escadas também é muito útil. Faça atividades em grupo, chame os amigos e os familiares, são mais divertidas e já aproveitam para colocar o papo em dia. Façam um passeio a pé em parques ao invés de irem ao cinema. Hoje em dia, os smartphones têm aplicativos que vocês conseguem ver quantos passos deram no dia ou qual a distância percorrida a pé. Tentem aumentar essa quantidade gradualmente. São sugestões super simples e até comuns de ouvirmos por aí, mas fazem bastante diferença para nossa saúde e, por vezes, não percebemos que podemos aproveitar esses momentos para sermos mais fisicamente ativos. Começando assim, já fica bem mais fácil de se engajar num programa de exercícios físicos futuramente! Façam o teste por uma semana. Avaliem como está seu ânimo, nível de ansiedade, cansaço e dores antes e depois dessa semana ativa. Percebam as diferenças e depois contem pra gente! ��

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Musicoterapia para pacientes com câncer

Cats, vocês conhecem a musicoterapia??  É uma forma de terapêutica que utiliza a música para ajudar especialmente pacientes oncológicos que fazem quimioterapia!! Vários estudos recentes têm mostrado que a musicoterapia apresenta muitos benefícios no enfrentamento do câncer e, um deles, realizado em 2011 pela Universidade de Drexel (Estados Unidos) com atualizações divulgadas em agosto de 2016, mostrou que esse tipo de terapia pode contribuir para o alívio da dor, da ansiedade e da fadiga, além da diminuição do número de medicamentos tomados pelos pacientes oncológicos e do tempo de internação.A musicoterapia pode melhorar a qualidade de vida de pessoas que sofrem de câncer, e também pode ajudar a aliviar alguns sintomas da doença e efeitos colaterais da quimio como indisposição e enjoos. Ouvir música durante o tratamento pode aumentar a resiliência dos pacientes e deixá-los preparados para para encarar as sessões de quimioterapia ou de radioterapia.Esse tipo de terapêutica envolve a orientação de um musicoterapeuta, o profissional com formação na área. Ele provavelmente vai selecionar cantores, estilos e letras que agradem o paciente e fazem sentido naquele contexto, porque os resultados geralmente são mais positivos quando a melodia possui significado pessoal para a pessoa que está se tratando.“O musicoterapeuta emprega instrumentos musicais, o corpo, a voz e demais sons com a intenção de estabelecer canais de comunicação com seus pacientes”, explica a coordenadora do serviço de Musicoterapia do Hospital Sírio-Libanês, a musicoterapeuta Juliana Duarte Carvalho. “Desse modo, o musicoterapeuta auxilia indivíduos ou grupos no desenvolvimento de potenciais, na educação ou no restabelecimento de funções físicas, mentais e sociais”, acrescenta.Alguns hospitais grandes já oferecem esse serviço, como o Sírio-Libanês e o Albert Einstein, por isso é sempre bom entrar em contato com o seu médico de confiança e procurar por práticas como essa que façam bem ao seu tratamento.

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Meditação e Consciência Plena por Diana Vilas Boas

Cats queridas! 

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 Hoje temos mais um super texto reflexivo da nossa Coach em Resiliência Diana Vilas Boas! 

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 Dessa vez é sobre mudar nossas atitudes cotidianas e aproveitar os benefícios da meditação e da consciência plena em nossas vidas!! 

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 Se quiserem falar com ela é só se cadastrar no site: http://quimioterapiaebeleza.com.br/coaching-em-resili…/ Hoje quero falar um pouco sobre Meditação e Consciência plena, baseada nos ensinamentos da Dra. Joan Borysenko, médica integrativa que trabalha com a conexão corpo-mente autora de vários livros e pessoa de grande prestígio nessa área.“A Consciência plena é a meditação em ação e envolve uma abordagem do “aqui e agora”, que permite à vida acontecer sem limitações ou julgamentos. Significa estar aberto à tomada de consciência de cada momento como ele é, e o que poderia trazer. É um estado relaxado de atenção tanto em relação ao mundo interno, de pensamentos e sentimentos, quanto ao mundo externo, de ações e percepções.” Quanta coisa deixamos passar por não estarmos conscientes e ligadas ao momento, às experiências que estamos vivendo, quase sempre contaminadas pelo julgamento, ou por estarmos sempre ligados a outros assuntos e preocupações.Consciência plena quer dizer saborear realmente a comida durante as refeições, é se abrir para a experiência do movimento, aos elementos de cheiro e sabor e a tudo que possa nos provocar sensações prazerosas, e a nos permitir enxergar com clareza a essência das coisas.Viver o presente! Treinar a percepção e ver como elas se renovam!Você pode treinar diariamente o uso da consciência plena:Primeiro passo: Escolha uma atividade do seu dia a dia, por mais simples que seja, escovar os dentes, comer uma fruta, fazer amor, e outras, e a realize como uma meditação, com consciência plena, e vai se surpreender com as sensações que descobrir. Segundo passo: Veja onde sua mente está, e decida para onde quer que ela vá. Concentre-se na sua respiração, dê um longo suspiro e permita-se viver o momento. Respirar, concentrar-se, sentir… este pode ser o foco, para manter sua mente fixa e concentrada no que está ao seu redor. Simplesmente curta, sem julgamentos…Terceiro Passo: Tomada de consciência do pensamento e da reação física. Observar para onde o pensamento vai quando a sua mente divaga, também é uma pratica de conscientização. Os pensamentos podem se angustiantes ou não, e muitas vezes nos tiram do momento presente e provocam até mesmo reações corporais negativas, como ansiedade, stress. A nossa tarefa consiste em procurar romper essa cadeia de pensamentos, trazer de volta para o que eu quero e que me faz mais feliz.Tudo é uma questão de treino e persistência… Sejam felizes nas mínimas coisas do cotidiano, essa é a mensagem de hoje. Grande abraço!

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Atividade física está relacionada ao câncer? por Claudia Arab

Bom dia Cats!! 

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 Estamos felizes em anunciar que temos uma nova colunista, a Claudia Arab, criadora e coordenadora do Programa de Exercícios Físicos para Mulheres em Tratamento de Câncer de Mama (2012-2014 UDESC – Florianópolis). 

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 Ela vai escrever sobre o assunto “atividade física”. 

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 Confiram o primeiro texto dela! 

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Atividade física está relacionada ao câncer?

Essa é uma boa pergunta para iniciarmos a temática aqui no Quimioterapia e Beleza.
Atualmente, um estilo de vida fisicamente ativo é alvo de grande parcela da população em
geral. É comum vermos pessoas correndo, caminhando e pedalando pelas ruas, além dos
diversos tipos de academias, espaços ao ar livre, estúdios e modalidades de práticas de
exercícios físicos oferecidos no mercado. A população tem se preocupado mais com a saúde (e
também com a estética!) e a prática de atividade física entra como protagonista nessa história.
A grande e boa notícia é que os efeitos da atividade física também se aplicam para
pacientes oncológicos (eba!). Daí surge a pergunta: como a atividade física está relacionada ao
câncer? Cats, a atividade física está relacionada ao câncer dos modos mais belos que se possa
imaginar! Com o decorrer das colunas (estaremos juntas quinzenalmente!), vamos abordando
mais cada tema. Como uma boa pessoa ansiosa que sou, já adianto as principais relações de
atividade física e câncer que são importantes vocês saberem e irem mentalizando essa ideia,
são elas:
– A atividade física age como fator de proteção para risco, incidência, recorrência do
câncer, e de mortalidade, específicas por câncer e em geral;
– A prática de exercícios físicos age como fator de proteção para os efeitos indesejáveis
dos tratamentos oncológicos como, por exemplo, diminuindo a famosa fadiga ocasionada pelos
exaustivos tratamentos;
– Atividade física e exercício físico têm grande efeito positivo sobre aspectos psicológicos
de pacientes oncológicos, como, por exemplos, sobre a depressão, ansiedade e autoestima,
além do caráter social envolvido;
Precisamos de mais relações? Tudo bem, podemos citar os efeitos esperados no “físico”,
ou seja, melhoras na resistência e força muscular, melhora da função cardiovascular, melhoras
nas limitações físicas (como aquela fraquezinha ou limitação no braço do lado referente ao da
mama operada, sabe?) e, de quebra, uma melhora na composição corporal, auxiliando no
ganho ou perda de peso corporal (cada caso, um caso).
Todas essas relações são comprovadas cientificamente, mas nem sempre são de saber
da população. Infelizmente, ainda há muito mito em cima disso: o repouso, a figura do enfermo

frágil, mas não é assim que tem que ser (como bem podemos ver aqui no site). Nessa fase da
vida, as barreiras para iniciar uma prática de atividade física parecem ser infinitas e invencíveis.
As escolhas diárias que fazemos refletem em nosso agora e nosso amanhã. As razões para
praticar atividade física sobrepõem qualquer justificativa que pareça impedir, naquele dia, de
se mexer o mínimo que seja. É comum as pacientes cessarem a prática de atividade física
quando inicia aquele processo diagnóstico-tratamento. Às vezes, por indicação médica. Às
vezes (ou muitas vezes e com razão), por falta de vontade própria.
A verdade é que, a prática de atividade física de pacientes oncológicos quando bem
orientada por um profissional de Educação Física qualificado em conjunto com médicos,
enfermeiros, fisioterapeutas, nutricionistas e demais profissionais da saúde envolvidos, é
altamente recomendada e benéfica. Essa orientação é imprescindível e a individualidade dos
pacientes é fundamental na prescrição de exercícios físicos.
No próximo texto, falaremos mais especificamente sobre os efeitos da prática de
atividade física (e a diferença entre esta e exercício físico), como e por que eles ocorrem, nos
pacientes oncológicos, ok? Por hoje, ficamos com a sementinha plantada. Para fechar, o que
gosto de dizer: o exercício físico faz bem em qualquer fase da vida!

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Novos planos por Cyntia Soares

Cats queridas, 

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 esse texto da nossa Cat colaboradora Cyntia Soares reflete sobre as nossas mudanças de planos e objetivos após o diagnóstico! 

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 Vocês também passaram por isso?

Novos planos
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Imagino que antes do diagnóstico de câncer, você tinha vários planos e sonhos…e, então, o diagnóstico e o tratamento bagunçaram tudo. A prioridade passa a ser sobreviver ao turbilhão de coisas que está acontecendo e muita gente foca, por exemplo, na próxima quimioterapia e não consegue planejar nada a curto ou longo prazo.⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Um planejamento que observo com frequência, ocorre próximo ao fim de uma etapa (por exemplo, viagem pós-quimioterapia). É como se fosse um ritual de fechamento de ciclos… super válido! Dá uma renovada nas energias!⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Conta pra gente!
Você conseguiu/consegue planejar algo durante o tratamento??
Se sim, quais eram/são seus planos? 

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Relação duradoura: Qual é o segredo? por Diana Vilas Boas

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Cats, vamos falar sobre relacionamentos?  Confiram o texto maravilhoso da nossa Coach em Resiliência, Diana Vilas Boas, refletindo sobre respeito, vida e os desafios de uma vida a dois!! 

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Se interessou pelo trabalho da Di? Só clicar aqui e fazer cadastro:
http://quimioterapiaebeleza.com.br/coaching-em-resili…/ ou ir direto no banner do nosso site do IQeB! 

Hoje eu quero conversar com vocês a respeito de vida e relacionamentos, considerando que
acabei de completar 50 anos de casamento, o que vale uma boa reflexão…

Ufa! 50 anos ao lado de uma pessoa é um tempo enorme, a gente nem imagina que pode chegar a tanto e assim vamos passando e ano após ano cravando essa experiência. Tudo é muito desafiante, conviver com pessoas, entender o sentido do outro, aceitar e respeitar as limitações de cada um e principalmente seguir em frente quando os obstáculos e as dificuldades aparecem.
Qual é o segredo?
Não existe uma fórmula mágica, a gente vai aprendendo com as experiências, com os desafios
do dia a dia, com os tropeços que são inevitáveis e com a convivência com um outro ser
diferente de nós…
Mas no meu entender existe algo muito importante e que pode ser a base de um casamento saudável e duradouro, que é justamente a possibilidade de cada um poder seguir os seus próprios sonhos, e poder ter os seus objetivos de vida alcançados. Poder seguir e conquistar o que se almeja, realizar-se profissionalmente, ter sua independência pessoal e financeira, pode fazer toda a diferença!
Não se deve viver a vida do outro, mas sim, ter sua vida própria, fazer o que gosta, ter amigos,
frequentar grupos, ser feliz da forma que achar melhor, mas sempre tendo em mente o
respeito e a confiança. Por isso minhas queridas, casadas ou não, vamos correr atrás do que queremos para nossas vidas. O que é importante para nós? O que gostamos de fazer? O que nos faz feliz? Quais os nossos valores? Metas? Ambições?
Simples assim…
Temos que começar com pequenas ações para caminhar rumo ao que pode nos fazer feliz, pensar um pouco em nós mesmas, procurar lá dentro, no âmago do nosso ser, quem somos e o que é importante para nós. Desejo que sejam muito felizes hoje e sempre, solteiras, casadas, separadas, divorciadas, não importa, mas sempre mulheres corajosas e poderosas!

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Minha experiência com cuidados paliativos por Vivi Roos

A nossa querida Cat Viviane Roos nos contou a experiência dela com os cuidados paliativos! Confiram! 

“Os cuidados paliativos, na verdade, não são uma opção, eles são indicados pelos médicos no caso da doença ter avançado para o estágio de metástase onde o paciente terá medicamentos para controlar a doença, mas não para curar. É a assistência integral oferecida para pacientes e familiares quando estão diante de uma doença grave que ameace a continuidade da vida, segundo a Organização Mundial da Saúde.
Quando o meu oncologista me encaminhou, fiquei com um pouco de receio, porque o que a gente tem na memória desse assunto é que os cuidados paliativos significam que não tem mais jeito, e tal, mas na verdade hoje é indicado que sejam iniciados o quanto antes, junto com os demais tratamentos como quimioterapia, radioterapia e cirurgias, além de incluir todas as investigações necessárias para uma melhor compreensão e manejo dos sintomas.
Os médicos, enfermeiros, massoterapeutas devem conhecer o paciente a fundo e assim melhorar a qualidade de vida dele. Embora eu trate um câncer de mama com metástase óssea e no fígado, tenho poucos problemas que necessitem de intervenção e medicação para dor, mas, caso ocorra, tenho o contato direto com a equipe de enfermagem do hospital onde eu me trato para me ajudar.
Além disso, faço exercícios liberados pelos médicos, me alimento bem, pratico yoga e massagens…tudo para manter meu corpo e mente funcionando da melhor maneira possível.” 

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O que são Cuidados Paliativos?

Olá Cats queridas, vamos falar sobre cuidados paliativos? 
Os cuidados paliativos são um conjunto de ações voltado para a melhoria da qualidade de vida dos pacientes que passem por situações de doença que ameace a vida, seja incurável ou não responda mais aos tratamentos, procurando prevenir e aliviar as dores, os sofrimentos e outros sintomas que a doença possa causar. Esses cuidados geralmente oferecem também suporte psíquico-espiritual e social, apoios que inclusive devem estar presentes desde o diagnóstico até o fim da vida, pois o tratamento de um paciente com câncer não é interrompido porque ele está recebendo cuidados paliativos.

Esse tipo de ação promove muitos benefícios aos pacientes oncológicos como:
– Tratamento para as condições clínicas do paciente não relacionados ao câncer. 
– Apoio emocional. 
– Ajuda com preocupações práticas, como questões financeiras e profissionais. 
– Aconselhamento espiritual. ‍
– Alívio para os cuidadores. 

Se a quimioterapia ou outros métodos já não mostram resultado ou melhoram a qualidade de vida, você pode conversar com o seu médico oncologista sobre o prognóstico e os riscos potenciais de continuar o tratamento do jeito tradicional, assim ele poderá te ajudar a tomar decisões sobre o rumo do seu tratamento e a optar por cuidados paliativos. Existe, sim, a opção pessoal do paciente de optar por interromper o tratamento ativo para o câncer e tornar os cuidados paliativos o foco principal, mas não é obrigatório. Compreender o papel dos cuidados paliativos nos ajuda a fazer as escolhas adequadas.

Os cuidados paliativos podem ser administrados em casa, onde o paciente está geralmente mais confortável, ou em hospitais e clínicas de grande porte, onde há especialistas em cuidados paliativos em sua equipe multidisciplinar. Eles também podem ter uma equipe de cuidados paliativos que monitora e atende às necessidades dos pacientes e familiares. Alguns hospitais podem ter programas ou serviços que tratam de questões específicas de cuidados paliativos, como linfedema, controle de dor, sexualidade ou problemas psicossociais. Se você pretende iniciar essa nova fase na sua vida com câncer, peça ao seu médico de confiança uma indicação de especialistas que trabalham com cuidados paliativos ou informe-se em hospitais da região ou centros médicos.