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LEIDIANE CORRÊA

Receber um diagnostico de câncer nunca é fácil! Já não sendo fácil todo o medo e toda a situação, nem sempre as pessoas que a gente espera que vão estar ao nosso lado, estão. Algumas pessoas simplesmente não ficam. Saem. Correm. Correm e rápido. E não é fácil se ver sozinha nisso! Esse é um dos motivos da página Quimioterapia e Beleza também. Vocês, cats, não estão sozinhas! Não mesmo! Nós estamos com você. Mesmo que alguém tenha te deixado.

Essa matéria saiu no G1 e claro que me deixou abalada! Quem puder ajudar a Leidiane, ajude. A cat foi deixada pelo marido, está grávida e está com câncer. Como lidar? Veja a história dela:

“Aos 23 anos e grávida, a vendedora Leidiane Pereira Corrêa recebeu há quatro meses o diagnóstico inesperado de que estava com câncer de mama. A notícia da doença veio no final de maio, um mês depois dela ter descoberto que estava esperando o segundo filho. E, em julho, três dias após a retirada de uma mama, ela recebeu mais um duro golpe: o marido a abandonou. A jovem mora com a filha na casa dos pais no Bairro Jardim Mossoró, em Cuiabá, e precisa de ajuda financeira.

Mas, a despeito das adversidades, Leidiane afirma que não se deixou abater. “Deus não dá nada que a gente não possa carregar. Eu não fico triste e não reclamo porque estou com a doença. Não pode deixar abater. Não é o câncer que mata, o que mata é entrar em depressão. Eu não vou deixar o câncer me vencer. Eu vou vencer. E ele já perdeu. Pra mim, ele não teve vez não”, disse.

A jovem contou que nem o abandono do marido – com quem estava junto havia cerca de um ano e que sumiu sem dar qualquer satisfação – a desestabilizou. “Em nenhum momento eu chorei por causa disso, porque se saiu da minha vida é porque é um traste e não me merece”, falou.

Mas, apesar do otimismo e serenidade, Leidiane tem passado por momentos delicados, como os dias após a cirurgia de retirada de uma das mamas.

“Meu nenê ficou três dias sem mexer. Quando tive alta, me permitiram ir ao hospital e aí vi que o coraçãozinho dele estava batendo. Aquilo foi um alívio”. O bebê, que ganhou o nome de João Miguel, está atualmente com 2,3 kg. A outra filha de Leidiane tem 6 anos e se chama Ana Júlia.

Leidiane começou a fazer quimioterapia em agosto, depois de autorização médica. O tratamento contra o câncer, entretanto, é agressivo e traz sofrimento tanto para a mãe quanto para o bebê. “Na hora que estou fazendo, meu nenê vai mexendo, como se quisesse sair da barriga. Parece que está pedindo socorro”, relatou.

Por causa do câncer e da quimioterapia, Leidiane não vai poder amamentar. Até agora, a jovem fez duas das oito sessões do tratamento. E deverá retomá-lo depois de dar à luz. De acordo com Leidiane, o médico disse que não vai esperar a gestação chegar aos 9 meses. A data exata do parto deve ser definida ainda nesta semana.

Amamentar durante a quimioterapia não é recomendado, segundo o médico oncologista e mastologista, Wilson Garcia Pereira. “Os medicamentos podem fazer mal para a criança. Não é aconselhável amamentar o filho”, explicou.

Ana Júlia, de 6 anos, beija a barriga da mãe Leidiane. A família vive em Cuiabá. (Foto: Carolina Holland/G1)

Cisto e câncer
Em julho do ano passado, Leidiane percebeu que estava com um caroço no seio esquerdo. Exames de ultrassom constataram a alteração e foi receitado um medicamento à jovem, que recebeu ainda a recomendação para voltar ao consultório seis meses depois.

Na volta foi feito novo ultassom, que mostrou novamente o caroço. O mesmo remédio foi receitado para Leidiane. Após uma punção, nada de anormal foi detectado. Entretanto, após descobrir que estava grávida, foi feita biópsia e aí veio o diagnóstico do câncer de mama.

A notícia de que estava com a doença foi recebida como uma tragédia pela família. “Foram duas semanas terríveis, chorando. Parece que a fé da gente passa por provação. Mas agora as coisas estão caminhando”, disse Maria Aparecida Corrêa, de 44 anos, mãe da jovem.

Doações
A família precisa de doações, principalmente de fraldas e de leite especial para recém-nascidos. João Miguel já ganhou um berço.

Fonte: G1

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NOVO EXAME DE SANGUE DETECTA RETORNO DE CÂNCER DE MAMA

Um novo exame de sangue, ainda em fase experimental, pode salvar a vida de quem está lutando contra o retorno do câncer de mama.

Cientistas da organização britânica Institute of Cancer Research encontraram traços de câncer de mama em um grupo de mulheres oito meses antes do provável período em que ele normalmente seria detectado.

O estudo acompanhou 55 mulheres que já tinham tido esse tipo de câncer. Dessas, 15 enfrentaram retornos dos tumores, e 12 foram diagnosticadas pelo novo teste muito antes, segundo o estudo divulgado na publicação Science Translational Medicine.

A vantagem de se detectar a reincidência antes significa que tratamentos como quimioterapia podem ser administrados mais cedo, aumentando a chance de sobrevida do paciente.

A recidiva pode ocorrer quando uma cirurgia não consegue retirar todo o tumor ou se ele já tiver se espalhado para outras partes do corpo.

Sobre as três mulheres que não tiveram o retorno detectado pelo exame de sangue, os cientistas acham que isso ocorreu porque o câncer se espalhou para o cérebro, onde um mecanismo de proteção impediu que os traços de câncer chegassem à corrente sanguínea.

Apesar de os cientistas dizerem que pode demorar anos para esse exame ficar disponível ao público, eles estão esperançosos de que o teste possa ajudar a aprimorar tratamentos personalizados contra o tumor e ajudar na busca da cura do câncer.

No teste, é analisado o DNA que sofreu mutação do tumor; em seguida, traços dessa mutação são rastreados no sangue.

Co-responsável pela pesquisa, Nicolas Turner disse à BBC: “A questão-chave é: estamos identificando essas mulheres sob risco de recidiva cedo o suficiente para lhes dar a chance de um tratamento que evite a volta do câncer?”

“Nossa proposta é tratar disso em estudos futuros. Mas agora estamos falando sobre um princípio que pode ser aplicado a qualquer tipo de câncer que foi vencido em um tratamento inicial mas que pode retornar no futuro.”

Um exame de sangue é relativamente barato, mas investigar o DNA de um tumor ainda é bastante caro. No entanto, esse procedimento está ficando cada vez mais barato à medida que cada vez mais a medicina está procurando tratar tumores com medicamentos que miram especificamente mutações específicas.

Para o oncologista Nick Peel, da instituição Cancer Research UK, “encontrar maneiras menos invasivas de diagnosticar e monitorar o câncer é crucial e amostras sanguíneos estão surgindo como um caminho possível para reunir informações cruciais sobre a doença, pescando fragmentos do DNA do tumor ou células cancerosas que passaram para a corrente sanguíneo”.

Fonte: BBC

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CIENTISTAS PODEM TER DESCOBERTO VACINA CONTRA CÂNCER DE MAMA

Cats, olhem essa notícia que saiu:

“Cientistas da Universidade de Nottingham Trent, no Reino Unido, identificaram uma potencial nova forma para combater o tipo mais agressivo de câncer de mama e extremamente difícil de tratar, conhecido como triplo negativo, que, no futuro, pode levar a uma vacina contra este tipo da doença. Estima-se que 12% dos casos de câncer de mama diagnosticados em todo o mundo sejam do tipo triplo negativo. A descoberta foi publicada na revista científicaClinical Cancer Research.

O estudo afirma que a presença de uma proteína específica do câncerparece mostrar o quanto pacientes com o tipo triplo negativo do câncer de mama podem responder de forma positiva à quimioterapia. Com isso, os pacientes seriam poupados de um tratamento que não traria benefícios no caso deles, pelo contrário, acarretaria em sérios efeitos colaterais, justamente por sua resposta à quimioterapia não ser satisfatória.

O estudo foi focado na molécula HAGE, que é conhecida pela sua habilidade de conduzir o curso do câncer e pela capacidade de ativar respostas do sistema imunológico. Para tanto, eles analisaram tecidos tumorais de mais de mil pacientes com o tipo triplo negativo do câncer de mama, tanto os que tinham recebido alguma forma de quimioterapia quanto os que não foram tratados desta forma.

A análise mostrou que pacientes que tinham grandes níveis da HAGE, mas não haviam recebido quimioterapia, apresentavam um risco maior de óbito em decorrência da doença quando comparados com os que não indicavam a presença da proteína. O estudo também mostrou que pessoas que indicavam a presença da HAGE e receberam quimioterapia à base de antraciclinas aparentavam menor risco de óbito em decorrência do problema do que os que não indicavam a presença da proteína.

Os cientistas também descobriram que apresentar a proteína está relacionado à presença de células de defesa, linfócitos, infiltrados nos tumores. Os linfócitos têm o potencial de atacar as células tumorais e a presença deles está relacionada com melhores resultados clínicos em vários casos de câncer.

Com isso, os cientistas acreditam que a HAGE propicia a base para a criação de uma vacina terapêutica para o câncer de mama do tipo triplo negativo e para o desenvolvimento de um tratamento combinado entre a quimioterapia e a vacina, visando melhores resultados.

Segundo os pesquisadores, além da urgente necessidade de um tratamento mais individualizado para pacientes com o tipo triplo negativo do câncer de mama, o potencial imunogênico da HAGE e a sua grande expressividade proteica nos tumores, comparada com tecidos sadios, é o que pode fazer deste tipo de câncer a melhor opção para a vacina. Eles já estão trabalhando nos testes para comprovar esta hipótese.

O que é o tipo triplo negativo de câncer de mama?

O triplo negativo, ou carcinoma inflamatório, raramente apresenta receptores hormonais, ou seja, não está ligado à fabricação de hormônios pelo organismo como a maior parte dos cânceres de mama. Ele é a forma mais agressiva da doença e também a mais rara. O carcinoma inflamatório se apresenta como uma inflamação na mama e frequentemente têm uma grande extensão. O câncer de mama do tipo inflamatório também começa nas glândulas que produzem leite. As chances dele se espalhar por outras partes do corpo e produzir metástases são grandes.”

Fonte: HNews

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LEITE MATERNO PODE REDUZIR CHANCES DE CÂNCER NO BEBÊ E NA MÃE

Semana passada foi a Semana do Aleitamento Materno. Nem todas as mulheres conseguem amamentar seus filhos. Algumas por escolha, outras por falta de opção. A semana é cheia de campanhas para incentivar o aleitamento, falando sobre os benefícios para o bebê e para a mamãe. Então, em um blog do UOL saiu essa notícia falando o quanto amamentação também é prevenção de câncer! Legal né? Vejam aqui:

Sabia que o leite materno garante não apenas a saúde do bebê, mas também a da mãe? Segundo dados da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), a cada ano de amamentação completa o risco de a mulher desenvolver câncer de mama diminui de 3% a 4% em média. Já para a criança, o leite garante todos os nutrientes necessários para se desenvolver bem nos primeiros seis meses de vida – além de proteger contra infecções e reduzir o risco de doenças mais graves, como é o caso da leucemia, com estimativa de 11.370 novos casos por ano.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), há registro de 57.120 casos de câncer de mama por ano no Brasil. Esse tipo de câncer é o mais comum entre as mulheres e representa 22% dos casos novos de câncer a cada ano. Relativamente raro antes dos 35 anos, sua incidência aumenta gradativamente com o envelhecimento, pois a cada ciclo menstrual a mulher fica exposta aos hormônios e assim tem mais chances de desenvolver a doença. “Durante a amamentação, a mulher tem seu ciclo suprimido, devido a isso, quanto maior o tempo de amamentação, menos a chance de desenvolver o câncer, pois ela não sofre as ações dos hormônios”, explica o oncologista Amândio Soares, diretor da Oncomed BH.

Nas crianças, o leite materno pode reduzir o risco de doenças mais graves, a exemplo da leucemia linfóide, mais comum nos pequenos. O diagnóstico é feito a partir de quadro clínico suspeito caracterizado por fadiga, cansaço, palpitações, sangramentos, febre associada à alteração do hemograma que evidencia anemia, plaquetopenia, neutropenia e presença de blastos circulantes, quando leucemia aguda. E pode ser confirmado com a coleta da medula óssea para estudo citomorfológico, imunofenotípico e citogenético. “É uma doença maligna dos leucócitos (glóbulos brancos), caracterizada pela proliferação anormal destas células na medula óssea, ocasionando produção insuficiente de células sanguíneas maduras normais. Mas podem ocorrer casos de leucemia mielóide aguda, que acomete tanto adultos (80%), como crianças (15-20%)”, pontua o especialista.

A taxa de sobrevida em cinco anos para a leucemia linfóide aguda (LLA) em crianças, segundo a Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale), tem aumentado ao longo do tempo, chegando a 80% dos casos. Já a mielóide aguda (LMA) aumentou para 50% a 70% dos casos.

ALERTA

No caso das mães, a prevenção é ainda o melhor meio de evitar qualquer tipo de câncer. “Evitar a obesidade, através de dieta equilibrada e prática regular de exercícios físicos e não ingerir bebidas alcoólicas são recomendações importantes na prevenção primária dessa doença”, ressalta Soares. O autoexame – que deve ser realizado uma vez a cada mês, na semana seguinte ao término da menstruação – também é uma forma de prevenção, porém não elimina a necessidade da consulta de rotina com o médico, reforça o oncologista.

O autoexame pode ser feito de duas formas. No chuveiro ou deitada, a mulher deve colocar a mão direita atrás da cabeça e deslizar os dedos indicador, médio e anelar da mão esquerda suavemente em movimentos circulares por toda mama direita, repetindo o movimento utilizando a mão direta para examinar a mama esquerda.

A outra maneira é diante do espelho. Nesse procedimento, a mulher deve levantar os braços, colocando as mãos na cabeça e observar se ocorre alguma mudança no contorno das mamas ou no bico. A técnica deve ser repetida, dessa vez colocando as mãos na cintura e apertando a região, observando se há qualquer alteração. Finalmente, deve-se espremer o mamilo delicadamente e observar se sai qualquer secreção. Alterações cutâneas ou no bico do seio, de nódulos ou espessamentos e secreções mamárias não significa necessariamente a existência de câncer.

 Fonte: UOL

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POR MAIS TEMPO

O que você fez nos últimos três minutos do seu tempo? Navegou pelo site? Postou uma foto? Trocou mensagens com amigos? Sabia que você poderia ter usado esse tempo para ajudar mulheres com câncer de mama metastático a viver mais? Como? Assinando a petição no site da Campanha Por Mais Tempo, que pede pelo acesso à tratamentos no sistema público de saúde que permitem que as mulheres com o câncer de mama em seu estágio mais avançado possam viver mais.

Graças aos avanços da medicina, hoje já existem tratamentos muito específicos, que levam em conta não só a doença, mas a especificidade do tumor. Isso torna essas terapias mais eficazes e provocam menos efeitos colaterais. Mas se, por um lado, comemoramos a vitória desses avanços científicos, por outro temos que reconhecer a triste injustiça de ver pacientes sem acesso a essas importantes conquistas da medicina.

Lançada em junho deste ano, a Campanha Por Mais Tempo visa justamente ampliar o conhecimento da sociedade sobre o câncer de mama metastático. Muito se discute sobre essa doença em seus estágios iniciais, mas o assunto se encerra antes de falar que em 30% dos casos, os estágios iniciais avançam para a fase metastática, quando o tumor já atingiu outros órgãos do corpo. Em 5% a 10% dos casos, o câncer de mama já descoberto com metástase.

Tão importante quanto falar sobre o diagnóstico precoce, que continua sendo a nossa melhor arma contra a doença, é discutir o que acontece quando, infelizmente, o diagnóstico não é precoce. Hoje, mais da metade dos casos dessa doença descobertos na rede pública são diagnosticados já em fases avançadas, o que dificulta o tratamento e impacta diretamente no prognóstico da paciente. Então, queridas Cats, mobilizem seus amigos, parentes, colegas… falem sobre a campanha Por Mais Tempo e, o mais importante, assinem a petição.

Precisamos da ajuda de todos para dar chance às mulheres com câncer de mama metastático de viver mais. Você pode fazer essa diferença! Participe da campanha, compartilhando, divulgando e assinando a petição pela oferta de novos medicamentos para câncer de mama metastático no sistema público de saúde. Acesse www.pormaistempo.com.br. #PorMaisTempo. Faça parte desse movimento!

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CAT CELEBRITY: ELBA RAMALHO

A cantora Elba Ramalho nasceu no dia 17 de agosto de 1951 (63 anos), e além de cantar é atriz também. Paraibana, nasceu na zona rural de Conceição. Quando a família se mudou para Campina Grande (PB) em 1962, seu pai tornou-se proprietário de um teatro. Elba então foi ficando cada vez mais interessada nessa vida artística.

Em 1966 Elba já estava se encontrando! Participou de teatro e até de uma banda de rock (As Brasas), tocando guitarra e bateria. O pai não gostou tanto assim da ideia, então um ano depois enviou ela e suas duas primas para um pensionato em João Pessoa. Mas foi lá que ela foi formando novas amizades, descobrindo gostos em comum e formou a banda Golden Girls, com colegas da escola.

Quando saiu da escola, tentou fazer direito e economia, mas não terminou nenhuma das faculdades. Em 1973 trabalhou com produções de show, e em 1974 mudou-se para o Rio de Janeiro. No Rio ela começou estreiando em teatro. Em 1978 Elba assina contrato com gravadora, mas não deixa o teatro de lado. Inclusive já foi indicada em prêmios como melhor atriz! Ela estreia como cantora com Chico Buarque, cantou mais algumas vezes com ele. Foi realizando suas turnês, tanto nacional como internacional, inclusive participando de festivais como Rock in Rio. Ganhou prêmios como cantora, sua música já foi abertura de novela, já rodou Brasil e Mundo.

Ela é vegetariana, está sempre praticando ioga e meditação e procura cuidar bem de sua saúde. Mas teve um momento que deu uma relaxada em se cuidar. Mais que isso, teve um momento que viveu uma relação conturbada: “Não estava cuidadosa naquele momento. E estava vivendo uma relação conturbada, muito aflita”. E então, foi em 2010 que foi diagnosticada com câncer. Ela contou no programa Encontro: “Comecei a sentir minha voz mais grave, nasciam cabelos enormes na minha perna. Eu tinha um cisto, observava ele há seis anos, e ele começou a sofrer uma transformação. Foi uma infiltração de hormônio”.

Claro que depois do diagnostico foi atrás de se curar: “Fiz radioterapia, tirei um pedaço da mama. Mas me livrei da quimioterapia, porque o câncer era totalmente hormonal. Quando é assim, não precisa”. Depois do tratamento, ela conta que voltou para sua vida saudável, além de prestar atenção nos exames preventivos: “O nome câncer tem um fardo muito mais pesado do que a doença em si. Descobrindo no início como o meu, é tranquilo. A prevenção é tudo. Eu fiz tudo o que o médico disse, terminei meu namoro, virei a página”, contou.

E ela não para! Entre tantos shows e peças na sua vida, nesse ano (2015) ela lançou seu 32º disco da carreira, que foi produzido por Yuri Queiroga e seu filho Luã. Fez shows de lançamento em abril, em São Paulo. Faz o que gosta, com muita energia boa e voz marcante!

Fonte: EncontroElba Ramalho

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CAT CELEBRITY: PATRÍCIA PILLAR

Quem não conhece Patrícia Pillar? Nascida em 11 de janeiro de 1964, em Brasília, filha de um oficial da Marinha e de uma funcionária pública. A capricorniana morou em várias cidade por conta da profissão do pai, mas foi no Rio de Janeiro que ela foi atuar profissionalmente. Ela até tentou fazer Jornalismo, mas desistiu, pois queria focar na sua carreira como atriz. E ela era bem focada quanto isso, sabia bem que queria crescer atuando. Quando adolescente, trabalhava para poder pagar a aula de teatro. Teve sua estreia profissional nos palcos em 1981, em “Os Banhos” e em 1983, atuou em “Para Viver um Grande Amor”, ao lado de Djavan.

Foi com o sucesso do filme que ela foi escolhido para seu primeiro papel em uma novela: “Roque Santeiro” (1985) exibida pela rede Globo. Na novela, fez o papel de Linda Bastos, uma atriz de cinema. Depois disso ela foi só crescendo! Atuou em mais de 20 novelas e seriados. Foram muitas as personagens marcantes: a bóia-fria Luana de “O Rei do Gado” (1996), a protagonista de “Salomé” (1991), a Doutora Cris do seriado “Mulher” (1998) e a Flora, de “A Favorita” (2008). No papel da vilã da novela de João Emanuel Carneiro, ganhou mais de dez prêmios, entre eles o de melhor atriz segundo a APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte). Em 2012, interpretou mais uma vilã notória, a ex-baronesa Constância de “Lado a Lado”. A obra ganhou o 41º Emmy Internacional, em 2013, na categoria melhor telenovela.

Atuou no cinema também como em: “O Quadrilho” (1995), “Zuzu Angel” (2006), “Pequenas Histórias” (2008), entre outros filmes. Também já trabalhou fora das câmeras, sendo diretora do DVD “Waldick Soriano Ao Vivo” (2007) e do documentário “Waldick, Sempre no Meu Coração” (2008). Já dirigiu peças de teatro também, além de estrelar nos palcos. Em 2013, Patricia dirigiu o clipe da cantora Márcia Castro, “Vergonha“.  Em janeiro de 2014, estreou a minissérie “Amores Roubados”. Em 2015, Patricia retornou ao cinema ao lado de Claudia Raia, Joaquim de Almeida e do saudoso José Wilker (em um de seus últimos papéis), no longa “O Duelo”, adaptação do diretor Marcos Jorge para a obra “Os Velhos Marinheiros”, de Jorge Amado. Neste momento, a atriz se prepara para a minissérie “Ligações Perigosas”.

Foi em 2001, aos 37 anos, que a atriz percebeu um nódulo em sua mama esquerda. O câncer foi tratado em fase inicial. A cat fez questão em aparecer careca para incentivar a  conscientização em relação ao câncer de mama.

Fonte: Patrícia Pillar

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MULHERES QUE AMAMENTARAM TEM PROGNÓSTICO MELHOR NO CÂNCER DE MAMA

Estudos anteriores já haviam mostrado que amamentar protege o organismo e ajuda a prevenir o surgimento de câncer de mama no futuro — além dos benefícios benefícios para o bebê. Mas e as mulheres que já foram diagnosticadas? Ter amamentado no passado tem algum impacto positivo sobre sua recuperação? De acordo com um novo estudo norte-americano, a resposta é sim.

Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores analisaram durante nove anos o histórico médico de mais de 1600 mulheres diagnosticadas com câncer de mama. Aquelas que amamentaram seus filhos tiveram um prognóstico melhor, tumores menos agressivos e cerca de 30% a menos de risco de recorrência da doença após o tratamento.

Destacando ainda mais benefício da amamentação, a equipe notou que as pacientes que amamentaram por um período igual ou maior que seis meses tiveram resultados ainda melhores.

Os motivos dessa descoberta ainda não estão completamente claros para os cientistas. Um dos fatores é o efeito da amamentação no desenvolvimento das células ductais da mamas, que se tornariam mais resistentes.

Fonte: SFGate // http://bit.ly/1FtrsL4

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POR MAIS TEMPO

As estatísticas indicam que no tempo que você vai levar para chegar ao fim deste texto cinco mulheres terão recebido um diagnóstico de câncer de mama no mundo. E uma delas vai descobrir esse câncer já́ com metástase, quando o tumor atinge outros órgãos do corpo.

O câncer de mama é bem conhecido pela sociedade, mas poucos sabem sobre os estágios mais avançados da doença. A Campanha Por Mais Tempo, lançada em junho, chegou para mudar esse cenário, ao propor um novo olhar sobre câncer de mama metastático e trazer à tona a realidade das pacientes diagnosticadas com a doença.

A proposta da campanha é discutir a necessidade do acesso igualitário aos tratamentos adequados para mulheres atendidas pelo sistema público de saúde – Com os avanços da medicina, já existem terapias personalizadas e específicas para o câncer de mama metastático que proporcionam mais tempo e qualidade de vida. Só que as pacientes do sistema público não têm acesso a esses cuidados! A luta é para mudar essa realidade e permitir que elas possam ter a chance de viver mais e melhor.

Hoje, mais da metade dos casos da rede pública são diagnosticados já em fases avançadas, o que dificulta o tratamento e impacta diretamente no prognóstico da paciente.

Gostaria de contar com todas as Cats e seus amigos para ajudar mulheres diagnosticadas com câncer de mama metastático a ter a chance de viver mais, participando da campanha, compartilhando, divulgando e assinando a petição pela oferta de novos medicamentos para câncer de mama metastático no sistema público de saúde. Acesse Por Mais Tempo.

Com um minuto do seu tempo, você poderá ajudar a dar mais tempo de vida às mulheres com câncer de mama metastático, assinando a petição da campanha #PorMaisTempo. Faça parte desse movimento!

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APNEIA DO SONO E CÂNCER DE MAMA

O sono é importante para o restabelecimento geral do organismo que se desgastou no estado acordado. Para tal, é necessário dormir bem, pois dessa forma as células serão restabelecidas para o organismo desempenhar bem suas funções e o indivíduo desempenhar bem suas atividades diárias. Entretanto, engana-se quem pensa que o ronco é sinal de sono profundo. O barulho do ronco é a dificuldade de entrada do ar,  que por esse motivo,  não permite que o sono seja tranquilo e de qualidade. O indivíduo não percebe, mas passa a noite toda num estado que não descansa o corpo, com um sono  fragmentado, pois roncando não completa bem as fases do sono e no dia seguinte as funções celulares e do organismo não estarão bem restabelecidas. Com o passar dos dias, o acúmulo de falhas neste restabelecimento celular provoca alterações no organismo, proporcionando o aparecimento de várias consequências como cansaço e alteração no sistema imunológico, diminuindo as defesas do organismo.

As pessoas que roncam também tem apnéia do sono. A apnéia do sono é uma parada respiratória que ocorre quando a pessoa está roncando, isto é, o fluxo de ar não alcança os pulmões por alguns segundos, seguidas vezes durante o sono.

Com isso, ocorrem episódios de alterações nas trocas gasosas da respiração, diminuindo o oxigênio no sangue.  Essa alteração é  chamada de hipóxia, que pode ser tóxica pelo estresse oxidativo para as células, favorecendo ainda mais o surgimento de doenças.

 Estudos recentes  têm alertado para a possibilidade de que mulheres que tem apnéia do sono apresentam uma chance maior de terem câncer de mama.
Chang W.P.  e seu grupo de pesquisadores, baseados na ideia  de que o oxigênio diminuído no sangue tem um papel importante no desenvolvimento de tumor, testaram a hipótese de que a apnéia do sono pode aumentar o risco de câncer de mama.  Após concluírem a pesquisa, o grupo encontrou dados que sugerem uma associação entre apnéia do sono e aumento no risco de câncer de mama nas mulheres.
Portanto, a apneia do sono é uma doença  perigosa que  pode provocar  vários fatores que prejudicam a saúde e a qualidade de vida das pessoas. Mulheres com risco de câncer ou que tenham sido tratadas, ou que estejam em tratamento de câncer, devem ficar alertas para o risco de terem apnéia do sono.

Mesmo que outros estudos ainda sejam necessários para confirmar essa pesquisa, é recomendável a atenção para os problemas e qualidade do sono. O ronco e a apnéia do sono geram cansaço, sonolência diurna e desânimo, impedindo as pessoas de desenvolverem bem suas atividades diárias.

As mulheres em tratamento precisam estar dispostas para terem a energia necessária na busca da cura do câncer e os problemas do sono dificultam o restabelecimento da disposição.
Portanto é importante ressaltar que mulheres com câncer ou em tratamento, devem dormir bem, sem ronco para atrapalhar.

Apresentar a sensação logo ao acordar de que não descansou durante o sono, ou que o sono foi insuficiente, também exige atenção.

O Tratamento

Por incrível que possa parecer, próteses ou aparelhos nos dentes feitos especificamente para o paciente com distúrbios do sono, são métodos altamente eficazes para eliminar o problema.

Após uma consulta inicial onde vários aspectos são avaliados, solicita-se um estudo detalhado do sono, o exame do sono, chamado de polissonografia,   cujo responsável é um médico do sono. A partir desse exame, tem-se um diagnóstico para se saber os níveis de ronco , e se existem outros distúrbios do sono presentes, como a própria apnéia ou o bruxismo do sono.

O aparelho oral é confeccionado de acordo com o tipo de arcada dental de cada indivíduo. Existem vários tipos de aparelhos, escolhidos após o exame clínico das condições orais e faciais que incluem um exame odontológico completo. O aparelho oral é eficaz para o ronco e a apneia do sono e o tratamento deve ser realizado por um especialista dentista do sono .

    Prof.Dr. Eduardo Rollo ; CD
Periodontista-Protesista
Dentista do Sono
Dor Orofacial e ATM

Membro Associação Brasileira do sono
www.eduardorollo.com.br