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24 mulheres que fazem diferença

Eu tenho uma grande novidade para vocês, queridas leitoras.

Para comemorar os 24 anos de Marie Claire, a revista convidou mulheres que fazem a diferença nesse mundo e eu, Flávia Flores, apareço nessa reportagem junto com outras mulheres incríveis como Diane von Fürstenberg, uma estilista premiada por emponderar o sexo feminino com as roupas que cria e com um trabalho social que vai muito além delas, e nossa querida Fernanda Lima que deixa sua casa todas as quartas-feiras para dar aula de ioga para crianças e adolescentes na comunidade carente Cidade de Deus.

Adquira já a sua nas bancas!

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VOLUNTÁRIAS EM NOME DA BELEZA

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Um programa pioneiro no Brasil está levando para as mulheres com câncer, mais beleza e autoestima.

O programa “De Bem com Você – A Beleza contra o câncer”, em associação ao Look Good Feel Better, e coordenado pela Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC), leva até as mulheres que estão passando por tratamentos oncológicos (quimioterapia e radioterapia) oficinas de automaquiagem, onde o ensino da recuperação da beleza e aumento da autoestima através de técnicas de maquiagens, colocação de cílios, entre outros, é o objetivo principal.

Além de um grupo de profissionais voluntários, o projeto conta com o patrocínio de grandes marcas da indústria de cosméticos e beleza que contribuem com o material utilizado nas ações e nos brindes que as participantes levam para casa para dar continuidade ao trabalho. A madrinha do projeto no Brasil é a Flávia Flores, que sempre que pode acompanha de perto as oficinas e se diverte junto com a mulherada.

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A DESCOBERTA DE UMA NOVA BELEZA

Ao receber o diagnóstico de câncer de mama a mulher enfrenta um turbilhão de emoções, sabe que enfrentará um tratamento longo, quimioterapia, radioterapia, medicamentos, cirurgias, mas a mais cruel
para muitas é o risco de perder os símbolos femininos: cabelos e seios; muitas enfrentam a mastectomia (a cirurgia de retirada das mamas) para salvar suas vidas.

Neste momento é preciso urgentemente resgatar a autoestima. A maioria não consegue reconstrução imediata e não encontra no mercado lingerie que valorize, um sutiã que resgate a sensação de ser linda como sempre foi e continuará sendo.

A estudante de Moda, Ana Claudia Nalini, 21, em seu trabalho de conclusão de curso para a Universidade Anhembi Morumbi, criou uma coleção de lingerie que resgata a autoestima de mulheres que se submeteram à mastectomia. São confortáveis, valorizam o corpo, a sensualidade e trazem o sorriso de volta às guerreiras que passam por uma fase que um dia termina.

Ana criou as peças por abraçar a causa e se inspirou no projeto Quimioterapia e Beleza, da escritora Flávia Flores, que passou pela mastectomia radical em 2012. “Depois de muita pesquisa percebi que as
peças sensuais não existem no mercado, o que encontrei foram lingeries com encaixe para próteses externas que podem ser usadas por mulheres que não passaram pelo câncer ou que já reconstruíram as mamas, mas eram sem graça, não tinham a sensualidade que as peças pedem”, conta.
Após as confecções das peças, foi feito um ensaio fotográfico com inspiração nos anos 50, rockabilli e pin-up com a participação de Flávia Flores e das pacientes do Hospital Pérola Byington em São Paulo.

Nossa reportagem entrevistou a criadora da coleção “A descoberta de uma nova beleza”, Ana Claudia Nalini.

Quimioterapia e Beleza: Como surgiu a ideia de usar mulheres com câncer de mama para seu 
estudo? 
Ana Claudia: Meu desejo inicial para o projeto era abordar assuntos que tivessem ligação com feminilidade e toda a trajetória da mulher ao longo da história. Por isso, os estudos começam com o tema Feminismo, guiando até o objeto de estudo O Sutiã, uma das peças mais importantes do vestuário feminino, que possui diversas simbologias, entre estas, o de sedução, mistério e erotismo. Depois de estudar mais a fundo essa peça, cheguei à conclusão de que todas as mulheres possuem a necessidade de se sentirem bonitas e sensuais, seja está uma beleza que segue os padrões midiáticos ou não. A partir daí surgiu a ideia de desenvolver uma coleção de lingeries para mulheres com câncer de mama. Essa doença é a que mais mexe com esses padrões de beleza, as deixam fragilizadas durante o tratamento e isso resulta em uma baixa autoestima.  Foi nesse momento que pensei: Por que não levar mais beleza para quem necessita tanto?! Afinal, não é fácil enfrentar um câncer, e para uma mulher é mais difícil ainda ter que lidar com a possibilidade de ficar feia. É como se nossa feminilidade deixasse de existir.

QeB: Alguma pessoa próxima a você passou por isso? 
AC: Não, na verdade eu não sabia muito sobre o assunto. Esse interesse foi depois de iniciar as pesquisas do meu projeto. Quando tive a ideia, não sabia nem por onde começar. Por acaso, estava na livraria e vi o livro da Flávia exposto, a capa me chamou muito atenção, pois se tratava de uma mulher sem os cabelos. Assim que li o título, o comprei imediatamente. No mesmo dia, li o livro inteiro! Depois da leitura eu só acabei me interessando mais pelo assunto, pois tive a oportunidade de entender claramente como é esse processo da doença e descobrir o mais importante: É possível, sim, se sentir bonita durante o tratamento! Em seguida, as pesquisas só foram se estendendo mais, com diversas entrevistas com pacientes e pude descobrir seus desejos e necessidades.

QeB: Você pretende comercializar as peças? 
AC: Sim, com certeza! Assim como a Flávia com Quimioterapia e Beleza, entendo isso como uma missão. Além de fazer o que eu mais gosto, que é trabalhar com moda, vou ter a oportunidade de levar mais alegria e beleza para essas mulheres. Infelizmente esse mercado ainda é muito carente, existem algumas marcas que já possuem um olhar para essas mulheres, porém ainda são poucas. Aqui no nosso país o que encontramos mais são aqueles sutiãs “pós-cirúrgicos”. Após a retirada da mama, essas mulheres não sentem vontade de usar um sutiã desses, pois já estão fragilizadas. Para que sua autoestima não seja ainda mais afetada, elas sentem a necessidade de usar uma lingerie com um design inovador, tendo a possibilidade de escolher de acordo com seu gosto.

QeB: Que mensagem você deixa para as mulheres que poderão vir a usar suas peças?
AC: Independentemente do tipo de beleza, qualquer mulher pode se sentir bonita e sensual, basta ela se amar em primeiro lugar, pois a beleza mais profunda e verdadeira sempre está dentro de nós, basta apenas dar uma atenção especial a ela. O que proponho com a minha marca? Apenas complementar essa beleza.

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FOTÓGRAFO CATARINENSE RETRATA PACIENTES DE CÂNCER EM ENSAIO SURPREENDENTE

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O fotógrafo catarinense Wladmir Dal Bó, conhecido por seus ensaios surreais e surpreendes, retrata mais um ensaio comovente de duas jovens pacientes de câncer com o objetivo de conscientizar as mulheres sobre a doença. A tônica do ensaio que mistura moda, beleza e criatividade é mostrar também que há um recomeço onde muitos enxergam o fim.

Convidado pela blogueira e escritora Flávia Flores, do projeto Quimioterapia e Beleza, Dal Bó de dois anos para cá tem realizado um trabalho social com pacientes de câncer. Onde retrata mulheres que superaram suas dificuldades e são inspiração para milhares de pessoas mundo afora.

Para este ensaio, as modelos foram escolhidas mediante concurso na fanpage de Flávia, Quimioterapia e Beleza e foram clicadas, numa mega produção, no Bar Riviera na Avenida Paulista, em São Paulo.
Priscyla Leão, mineira 30, advogada, em novembro de 2013 sentiu um nódulo na clavícula direita, após exames foi diagnosticada com Linfoma de Hodgkin. Fernanda Freitas, paulista, 30, auxiliar de enfermagem, após realizar seu maior sonho de ser mãe, em fevereiro de 2013, foi diagnosticada com carcinoma ductal invasivo, câncer de mama.

As duas jovens se conheceram no ensaio e a página de Flávia Flores no Facebook foi o acalanto para elas que enfrentaram a quimioterapia, a radioterapia, a tão temida queda dos cabelos e os efeitos colaterais do tratamento contra o câncer que é sim, doloroso, mas há como enfrentá-lo sem sofrimento e sem tristeza.

Para Fernanda, a página e o livro de Flávia Flores lhe deram forças para enfrentar o tratamento de frente. “Aprendi amarrações de lenços, dicas de maquiagem e acesso a tantas outras histórias de vida que venceram e isso me ajudou a continuar e acreditar que venceria também. Os ensaios e os vídeos que a Flávia fez me inspiraram, foi um momento único e especial, agradeço a Deus todos os dias por ter conhecido ela e seu trabalho que ajuda muitas mulheres. Fora a atenção e o carinho que ela tem por nós. A Flávia é como se fosse da família!”

Priscyla também relatou emocionada que sempre foi uma pessoa muito positiva, mesmo quando as circunstâncias foram adversas em sua vida e sempre acreditou no melhor. Certa vez, conversando em grupo no WhatsApp com pessoas de diversos países, conheceu a página Quimioterapia e Beleza e se identificou. “Sempre considerei fundamental cuidar da aparência. Mas como faria isso com todas as mudanças que viriam com o tratamento? A Flávia com sua doçura me ajudou e trouxe essas repostas, com muita leveza e bom humor. Quando surgiu a oportunidade do ensaio, confesso que me inscrevi mais pela chance de conhecê-la do que pelo ensaio em si. Mas amei. Todos os envolvidos foram muito carinhosos. As roupas eram divinas. O fotógrafo muito bacana. E conhecer a Flávia foi fantástico. Ela é alto astral, acolhedora, além de linda! Este ensaio com certeza ficará marcado como o melhor momento do meu tratamento,” conta.

Segundo Flávia Flores, que em 2012 foi diagnosticada com câncer de mama, passou pela mastectomia radical (retirada das mamas, seguida de reconstrução imediata) e por todo o tratamento quimioterápico, mas nunca se deixou desaminar e passa isso diariamente em sua página. Para ela vencer o câncer depende e muito do modo de como se enfrenta os problemas. “Nenhum problema é insolúvel e, mesmo os que não pareçam, nos trazem muito aprendizado. A vida é efêmera. Devemos vivê-la com leveza e alegria. Sempre tirando o melhor dos nossos desafios,” finaliza.

Ficha Técnica
Modelos: Priscyla Leão e Fernanda Freitas
Figurino: Cavalera
Make: Duda Santo – De bem Com Você – A Beleza Contra o Câncer
Produção: Quimioterapia e Beleza

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ESTÚDIO OFERECE TATUAGEM GRÁTIS A MULHERES COM CÂNCER

O estúdio de tatuagem Veron Custom Tattoos, no centro de Curitiba, decidiu se engajar na luta contra o câncer de mama. O local oferece gratuitamente, durante todo o mês de novembro, o processo de dermopigmentação reconstrutiva aréolo-mamilar e tatuagens artísticas que visam amenizar as marcas deixadas pela mastectomia.

O estúdio apenas realiza as tatuagens em pacientes aptos a passarem pelo processo por isso, preste atenção aos detalhes:

– A cliente tem o direito de escolher o desenho que deseja realizar, porém este deverá passar por análise e aprovação do artista para ser executado.
– A arte deve restringir-se a área das mamas e arredores, tendo como objetivo camuflar cicatrizes em virtude da mastectomia.
– A tatuagem, ou o conjunto que forma o desenho, deve ser realizada inteiramente em uma sessão.
– A pele deve estar completamente cicatrizada, desprovida de irritação e hipersensibilidade;
– A pessoa não estar em processo de radio ou quimioterapia;
– É obrigatória a apresentação de laudo médico que ateste qualificação para o procedimento.

Se interessou? Entre em contato com o Veron Custom Tattoos (41) 3013-2201 / (41) 99666713

Fonte:(Catraca Livre)

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FUNDAÇÃO LAÇO ROSA TRAZ AO BRASIL A EXPOSIÇÃO “THE SCAR PROJECT”

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Fundação Laço Rosa, um dos maiores portais sobre câncer de mama do País, em parceria com com a ONG Niterói Mais Humana trouxe ao Brasil, a exposição internacional do fotógrafo americano David Jay, que expõe pela primeira vez no MAC suas fotografias do The SCAR Project.

A exposição reúne 27 retratos de mulheres que passaram pelo câncer de mama e se submeteram a cirurgia de retirada das mamas.
O The SCAR Project nasceu a partir de uma experiência pessoal de David Jay, que trabalha como fotógrafo de moda há mais de 15 anos, quando convidou uma amiga que havia retirado um dos seios, para uma sessão de fotos. Daí em diante, outras centenas de mulheres foram clicadas e as fotos correram o mundo.

Esta é a primeira vez que brasileiras posam como modelos do projeto. A socióloga Viviane Oliveira foi uma das selecionadas. “As pessoas, mesmo que neguem nos julgam e se importam com a aparência. Sobrevivi ao câncer, estou sobrevivendo ao sofrimento. Estou cada vez mais forte”, afirma.

O The SCAR Project busca alertar para a detecção precoce do câncer de mama, além de ajudar jovens que passaram por este momento a encarar suas cicatrizes por um novo ângulo, uma nova lente.

EXPOSIÇÃO SCAR PROJECT
Onde: MAC – Niterói/RJ – Rua: Mirante da Boa Viagem, s/n ? Niterói RJDe: 10 de outubro a 2 de novembro
De terça a domingo, das 10h às 18h. A bilheteria fecha 15 minutos antes do término do horário de visitação.
Ingresso: R$ 10,00
Estudantes, professores e pessoas acima de 60 anos pagam meia.
Entrada gratuita para estudantes da rede pública (ensino médio), crianças de até 7 anos, portadores de necessidades especiais e moradores ou nascidos em Niterói (com apresentação do comprovante de residência) e visitantes que venham de bicicleta.
Entrada gratuita também às quartas-feiras.
Informações: 21 2620 2400 / 2620 2481
www.macniteroi.com.br

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GORDIVAH

Após vencer um câncer e ganhar peso, Claudia Rocha se tornou modelo plus size. Carioca, 35 anos, Claudia Rocha nunca pensou em ser modelo, mas após ganhar vencer um câncer de intestino e chegar a pesar 150Kg viu sua vida mudar após ser convidada para um ensaio fotográfico.

Eu estava tão empolgada com a produção que fizeram em mim, me sentindo tão linda, que resolvi gravar um vídeo para falar da experiência, mostrar o resultado e estimular outras mulheres a fazerem o mesmo. Antes de sobreviver ao câncer, eu odiava tirar fotos, fugia toda vez que uma câmera aparecia.

A experiência positiva fez Claudia começar um blog e um canal de vídeos no Youtube onde fala sobre
câncer, a ditadura da magreza e principalmente a beleza da mulher gorda.
O principal objetivo da modelo é fazer com que mulheres que estejam passando por problemas e carregam consigo ainda muito preconceito, não percam sua autoestima e principalmente a alegria de
viver. E claro, lutar contra a descriminação.
“Uma parte significativa de quem comenta no blog é “gordofóbico”. Em muitos casos, me agridem.
São pessoas que infelizmente não entendem a minha proposta, que é estimular as mulheres, sejam
gordinhas ou magras, a recuperarem o amor próprio, reconstruírem a autoestima, aprenderem a amar
seus corpos, despertarem para a beleza real que existe nelas, embora a sociedade dite um padrão
diferente.”

Fonte:(Portal G1)

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DIA NACIONAL DE LUTA CONTRA O CÂNCER DE MAMA: A INFORMAÇÃO É O MELHOR REMÉDIO PARA A PREVENÇÃO

Criado em 1988 pelo Ministério da Saúde, sob a lei 12.116/2009, o Dia Nacional de Luta Contra o Câncer de Mama tem como objetivo conscientizar as mulheres sobre a doença, prevenção e o tratamento. Apesar de curável, o câncer de mama ainda é o tipo que mais mata no Brasil, mas graças a diversas ações e campanhas que visam conscientizar a população feminina sobre a importância dos exames regulares e do autoexame, a mulher passou a conhecer melhor o seu corpo e se munir de informação.  Muitos são os caminhos para se evitar qualquer tipo de doença, no caso do câncer de mama é muito importante evitar a obesidade. Uma dieta equilibrada e a prática regular de exercícios físicos são fundamentais, já que o excesso de peso aumenta o risco de desenvolver a doença. A ingestão de bebidas alcoólicas, mesmo em quantidade moderada, é contraindicada, pois é fator de risco para esse tipo de tumor, assim como a exposição a radiações ionizantes em idade inferior aos 35 anos.
Embora a hereditariedade seja responsável por apenas 10% do total de casos, mulheres com histórico familiar de câncer de mama, especialmente com um ou mais parentes de primeiro grau (mãe ou irmãs) foram diagnosticadas antes dos 50 anos, apresentam maior risco de desenvolver a doença. Esse grupo deve ter acompanhamento médico a partir dos 35 anos. Primeira menstruação precoce, menopausa tardia (após os 50 anos), primeira gravidez após os 30 anos e não ter tido filhos também constituem fatores de risco para o câncer de mama.
Mulheres que não se encaixam nesses perfis também devem buscar orientação médica. As formas mais eficazes para a detecção precoce do câncer de mama são o exame clínico e a mamografia.

O poder da rede de Internet no Combate ao Câncer de Mama.O câncer de fato caiu na rede. Muitas são as páginas, blogs e sites que de alguma forma contribuem na prevenção do câncer e trabalham em outros fatores que não podem ser esquecidos durante o tratamento, como, por exemplo, a beleza e autoestima que ajudam a enfrentar a doença com muito mais leveza.
Flávia Flores, idealizadora do Quimioterapia e Beleza é um exemplo, ela abriu caminhos para que outras mulheres pudessem se expressar, conhecer umas às outras e juntas vencerem a doença. “A minha página começou no Facebook sem pretensão nenhuma de ser sucesso ou de ajudar tanta gente. Fiz apenas para informar amigos e familiares o que eu estava passando e como estava encarando a doença. Mas o número de cliques foram subindo, as mensagens foram chegando, mulheres na mesma situação pedindo dicas e virou uma rede, uma comunidade linda, onde uma ajuda a outra. Com os vídeos e fotos inspiro muitas mulheres e juntas não deixaremos a peteca cair jamais”, afirma.
Com dicas de moda e beleza, Flávia ajuda as mulheres a elevar a autoestima e mostrar que, mesmo com os efeitos da doença e do tratamento, é possível ficar bonita, estar na moda e esbanjar estilo. Outras páginas abordam as diversas modalidades, Yoga, espiritualidade e também o Fitness, como, por exemplo, a Fanpage Onco e Fitness, da catarinense Silvânia Gonçalves, que traz dicas de exercícios físicos, alimentação e bem-estar.
São mulheres comuns que lutam para vencer, formaram uma rede do bem e transformaram suas dores em uma solução coletiva.

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10 MITOS SOBRE CÂNCER DE MAMA

Sabemos que o número de casos de câncer de mama aumenta dia a dia e, obviamente, isso gera dúvidas, preocupações principalmente mitos em torno da doença.
Você saber quais são os 10 maiores mitos que envolve o assunto?

Mito 1: câncer de mama sempre aparece com um caroço
Existem duas formas principais de aparecimento do câncer de mama. “A primeira delas é o nódulo ou caroço, como é popularmente conhecido”, afirma o mastologista Eduardo Millen, diretor da Sociedade Brasileira de Mastologia. A outra forma mais comum é a microcalcificação. “Neste caso, apenas a mamografia consegue fazer o diagnóstico precoce, quando ele tem, no mínimo, 1 milímetro”, aponta.Há casos menos comuns ainda em que ocorre uma secreção sanguinolenta pelo mamilo de forma espontânea ou descamação da auréola e do mamilo.

Mito 2: todo caroço na mama é um câncer
Nem todo caroço na mama é um câncer. “Na verdade, a maioria dos nódulos que surgem são benignos”, afirma o mastologista Silvio Bromberg, do Hospital Albert Einstein. Geralmente, eles são fibroadenomas ou proliferações das células da glândula mamária. Porém, sempre que detectado um caroço deve-se procurar um mastologista

Mito 3: antitranspirantes e desodorantes favorecem o aparecimento do câncer de mama
Não há qualquer relação entre o uso de antitranspirantes ou desodorante e o câncer de mama”, afirma a mastologista Maria do Socorro Maciel, diretora de mastologia do Hospital A. C. Camargo. Nenhum estudo comprovou que o uso, seja de produtos roll on, spray ou aerosol, favoreça o desenvolvimento da doença.

Mito 4: apenas mulheres com histórico de câncer de mama na família podem ter a doença
“Qualquer pessoa em qualquer idade pode desenvolver um câncer de mama, independente do sexo, da cor ou do histórico familiar”, afirma o mastologista Eduardo. Ele aponta, entretanto, que alguns pacientes apresentam um risco maior de ter a doença do que outras. Elas se enquadram nos chamados ‘grupos de risco’.

Mito 5: a biópsia do câncer de mama pode causar uma metástase
“A metástase pode acontecer quando o câncer apresenta células capazes de se deslocar e implantar em outras partes do corpo, o que independe da realização ou não de uma biópsia”, afirma a mastologista Maria do Socorro.

Mito 6: sutiã apertado pode causar câncer de mama
Com ou sem aro, com ou sem bojo, com alças largas ou finas, não importa. “O sutiã não favorece o desenvolvimento do câncer de mama”, afirma o mastologista Eduardo

Mito 7: autoexame dispensa a mamografia
“Nenhum estudo conseguiu provar que o autoexame diminui a mortalidade por câncer de mama”, afirma o especialista Silvio. Por isso, nada dispensa consultas com mastologistas ou exames de mamografia. De qualquer forma, o toque durante o banho ou em outro momento mais calmo ajuda a identificar lesões ou nódulos. Quando isso acontece, a primeira medida é procurar um médico para uma avaliação mais detalhada.

Mito 8: mulheres com seios pequenos não têm câncer de mama
“A chance de uma mulher desenvolver câncer de mama não está relacionada ao tamanho dos seios”, afirma o mastologista Eduardo. Verdadeiros fatores de risco são a obesidade, a hereditariedade e o cultivo de maus hábitos, como fumar.

Mito 9: próteses de silicone favorecem o desenvolvimento do câncer de mama
“Próteses de silicone não aumentam o risco de desenvolver o câncer de mama”, diz o especialista Silvio. Antes de fazer o implante, entretanto, recomenda-se realizar uma consulta com um mastologista para ter certeza de que não há qualquer nódulo nas mamas.

Mito 10: próteses de silicone atrapalham o diagnóstico do câncer de mama, piorando o tratamento
Em maio de 2013, o periódico científico British Medical Journal publicou um estudo realizado na Universidade Laval, no Canadá, que sugere que a colocação de próteses de silicone dificulta o diagnóstico precoce do câncer de mama porém não há consenso científico quanto às limitações dos exames de imagem em pacientes que possuem próteses de silicone nas mamas.

(fonte: Portal Minha Vida)