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TRATAMENTO INÉDITO REVERTE LEUCEMIA “INCURÁVEL” DE BEBÊ

Uma terapia genética inédita conseguiu reverter o câncer de uma menina de um ano, a primeira pessoa do mundo submetida ao tratamento, de acordo com médicos de um hospital em Londres.

Cinco meses atrás, a menina Layla Richards, de um ano, tinha um tipo de leucemia extremamente agressivo e classificado como incurável.

Mas médicos do Great Ormond Street usaram células imunológicas com DNA “editado” em laboratório para combater o câncer. Eles dizem que sua melhora foi “quase um milagre”.

É muito cedo para saber se a menina está curada, mas seu progresso já representa um grande avanço no campo.

Layla tinha três meses de idade quando foi diagnosticada com a doença.

Ela passou por quimioterapia e transplante de medula, mas, como é comum em bebês muito novos, os tratamentos não tiveram efeito.

Fim da linha

Depois disso, os médicos disseram que não havia mais nada a fazer. Na véspera do aniversário de um ano da menina, sua família foi aconselhada a colocá-la sob cuidados paliativos.

Mas o pai de Layla, Ashleigh, não desistiu. “Preferia tentar algo novo e fiz essa aposta. E hoje ela está aqui rindo e feliz. Ela estava tão fraca antes desse tratamento, era horrível. Estamos gratos por esse momento.”

Layla com sua mãe Lisa, o pai Ashleigh e a irmã Reya

A equipe do banco, em conjunto com a empresa de biotecnologia Cellectis, conseguiu rapidamente permissão para tentar uma terapia experimental que havia sido testada apenas uma vez em camundongos.

O tratamento, chamado “designer immune cells”, algo como células imunológicas projetadas, representa tecnologia de ponta em edição de genoma (um tipo de engenharia genética).

O tratamento é inovador porque, enquanto as terapias já existentes tentam adicionar novos genes para corrigir problemas, esta “edita” os genes que existem.

Tesouras moleculares

Tesouras microscópicas, conhecidas como Talens, foram usadas para alterar o DNA dentro das células imunológicas de um doador.

As células foram alteradas para procurar e matar apenas células com leucemia e para que fossem “invisíveis” para as fortes drogas dadas aos pacientes.

As células modificadas foram então injetadas em Layla. Ela também precisou passar por um segundo transplante de medula para restaurar seu sistema imunológico.

Agora, meses após a família ouvir que seu câncer era incurável, Layla não apenas está viva como não tem traços de leucemia em seu corpo.

Paul Veys, do hospital Great Ormond Street, disse que a transformação foi uma das coisas mais marcantes que ele viu em 20 anos: “Estamos em um ponto maravilhoso comparado a cinco meses atrás, mas isso não significa cura.”

“Só vamos saber se ela está curada daqui a um ou dois anos, mas ter chegado tão longe já é um passo enorme.”

Só vamos saber se ela está curada daqui a um ou dois anos, mas ter chegado tão longe já é um passo enorme.”Paul Veys, hospital Great Ormond Street

Ele disse que a situação foi “quase um milagre”.

A história de Layla foi apresentada na Sociedade Americana de Hematologia.

“É a primeira vez que células humanas modificadas desta forma em particular são colocadas em um paciente e isso foi um grande avanço”, disse Waseem Qasim, do Great Ormond Street.

A tecnologia em si tem grande potencial para corrigir outras condições em que células são modificadas e implantadas em pacientes ou para dar novas propriedades a células para permitir que sejam usadas de forma que, no momento, só podemos imaginar.”

Fonte: BBC

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EXPOSIÇÃO COSTURAS À FLOR DA PELE

A exposição fotográfica “Costuras à Flor da Pele” foi inaugurada ontem (04 de novembro), às 16h, na Casa das Artes, no Porto. Ficará até o dia 18 de novembro, e tem entrada franca. A exposição ‘w apresentada pela Sanofi, e é constituída por lindas imagens de mulheres que enfrentaram ou enfrentam o câncer de mama. As fotos são do fotógrafo e cineasta Koen Suidgeest, e a cada visitante a Sanofi doará 1€ ao Centro de Mama do Centro Hospitalar de São João (CHSJ).

“Costuras à Flor da Pele” já traçou uma super viagem! Passou por Lisboa, Madrid e Barcelona, sempre com muito sucesso, emocionando ao público. O grande objetivo é mostrar as particularidades do câncer de mama. Para que o trabalho fosse feito, mais de 200 mulheres que vivem com câncer de mama participaram – algumas que acompanharam a doença de pessoas íntimas, outras que foram diagnosticadas.

“Para mim, a arte ser apenas arte não tem sentido. Preciso que o meu trabalho mostre algo sobre mim, em vez de ser apenas uma fotografia ou um filme bonitos. Por isso, o nascimento de “Costuras à Flor da Pele” é fruto de dois interesses distintos. Por um lado, é fruto do meu compromisso com a conscientização sobre o câncer, porque o vivi de perto, e por outro da fotografia documental, neste caso com a componente da nudez. Uma combinação de arte com causa. Eu coloco a arte ao serviço da causa, é a minha forma de contribuir e melhorar a sociedade que nos rodeia – em pequenos passos mas de forma constante” afirma Koen Suidgeest.

A exposição pôde ser produzida devido a uma campanha de microfinanciamento e de apoio de empresas como a Sanofi. “A Sanofi tem uma experiência de 30 anos nesta área, tendo desenvolvido fármacos inovadores que aumentaram a esperança de vida dos doentes com câncer, a isto somamos o nosso compromisso de estar mais perto do doente e acompanhá-lo não apenas durante o tratamento, mas também após a remissão do câncer. Esta exposição é uma homenagem às mulheres com cancro e a Sanofi quer agradecer-lhes o gesto de se deixarem fotografar, normalizando a doença e ajudando assim outras mulheres que estão a passar por uma situação semelhante” afirma Fernando Sampaio, Diretor-Geral da Sanofi Portugal.

Em Portugal há todos os anos 1.500 mortes devido a câncer da mama, e são detetados 4.500 novos casos.

Sobre Koen Suidgeest

Koen Suidgeest (Amsterdão, 1967). A viver na Holanda, após 17 anos a viver em Espanha, este cineasta e fotógrafo dedica-se especialmente a cobrir temas sociais e de direitos humanos, habitualmente com uma forte componente feminina. Um dos seus trabalhos, o premiado documentário “A Chegada de Karla”, revelou-se como um dos comentários espanhóis com mais êxito televisivo internacional.

Sobre o Centro de Mama

O Centro Hospitalar de São João trata pessoas com doenças oncológicas da mama desde a sua abertura, em 1959.

O Centro de Mama nasceu formalmente em 22 de Abril de 2008, tendo como base o anterior Grupo de Patologia Mamária, constituído em 13 de Junho de 1997, e que reuniu vários profissionais de saúde do Hospital de São João com atividade clínica em patologia mamária.

Nessa altura reunia cirurgiões dos 4 serviços de Cirurgia Geral, e elementos dos Serviços de Ginecologia, Cirurgia Plástica, Anatomia Patológica, Radiologia, e dos Serviços de Medicina Interna que tinham valências de oncologia. Constituía-se como um grupo de profissionais para concentrar conhecimento e homogeneizar decisões terapêuticas.

Posteriormente evoluiu para a Unidade de Diagnóstico de Patologia Mamária, uma unidade essencialmente vocacionada para a fase de diagnóstico e passou a contar com o concurso dos Serviços de Oncologia Médica e de Radioterapia.

Em 2008 é inaugurado o Centro de Mama, que dispõe de um espaço físico próprio e estrutura preparada para as atividades de ambulatório: consultas médicas, de psicologia, cuidados de enfermagem, exames de imagem, procedimentos para diagnóstico, consultas multidisciplinares e consultas de follow-up.

Fonte: Casa das Artes

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É POSSÍVEL VENCER, SE REERGUER E ACREDITAR!

Em outubro de 2013, eu estava em uma palestra, no hospital onde trabalho (Hospital Madre Teresa), sobre o câncer de mama e a importância do diagnóstico precoce. Até aquele dia eu pensava que coisas como essa aconteciam somente com as outras pessoas, mas nunca comigo. Afinal, não tenho casos em minha família. Contudo, a partir dali eu passei a observar mais esta parte do meu corpo a qual foi tão abordada nas conferências do Consciência Rosa/2015.

Percebi que constantemente sentia umas “alfinetadas”, mas ainda assim pensei que fosse normal, porém, elas estavam ficando cada dia mais frequentes. De repente, notei um endurecimento na mama, mas não estava muito diferente da outra e mais uma vez achei que não fosse nada.
Já no mês de janeiro de 2014, senti uma “placa” que estava a pelo menos dois dedos acima da auréola e alguns centímetros abaixo dela, apesar disso, não imaginava o pior. Pensei em uma calcificação qualquer, menos no fantasma do câncer. Também percebi que aquele mamilo estava retraído e o outro não.

Como não desconfiava de nada, procurei primeiro minha ginecologista que, por sua vez, me encaminhou a um mastologista.

Enfim, realizei todos os exames solicitados, e foi meu marido quem teve o primeiro acesso ao laudo imuno-histoquímico (punção com agulha grossa), porém, não teve coragem de me contar e solicitou ao médico que tivesse cuidado ao me dar a notícia para que eu não sofresse muito.
Fui diagnosticada com neoplasia mamária. Perguntei, firmemente, ao doutor: “Tem cura? Ainda há tempo para mim?” Depois da resposta afirmativa, questionei logo o que precisaria fazer para me livrar deste mal. Ele me explicou sobre a quimioterapia, queda dos cabelos e todos os pelos do corpo. Respirei fundo e disse-lhe que faria tudo o que me fosse solicitado.

Desde então, passei a enxergar a quimioterapia como a cura! Afinal, era ela que iniciaria uma guerra contra as células cancerígenas, embora também tivesse o poder de exterminar as células boas. Como uma boa guerreira, eu estava preparada para batalha porvir, pois determinei em meu coração que a minha fé se elevaria ainda mais e que DEUS me conduziria à vitória.
Concentrei-me nesta fé inabalável no SENHOR e segui em frente. Meu marido, Júlio, ficava abismado com minha alegria de viver, sempre sorrindo, mesmo nas adversidades.

Além dessa minha confiança em Deus, meu noivo (ainda não havíamos casado na época) foi um companheirão que, mesmo arrasado com a notícia, resolveu me acompanhar nesta certeza de que tudo acabaria bem. Minha família levou um susto, mas todos se uniram em uma corrente de oração em prol da minha vida. Vai aqui uma dica aos familiares de mulheres com câncer: se não conseguir se expressar, não conseguir que as palavras certas lhe venham à boca, dê um abraço, um batom, um blush, ensine uma amarração com o lenço, faça isso para a pessoa que estiver enfrentando essa situação e lhe garanto que ela ficará muito feliz. Nada de expressões como: “coitada”, “não merecia passar por isso” etc., pois elas trazem desânimo a qualquer um. E é óbvio que ninguém merece esta doença!
Para reduzir os 10 centímetros de tumor, me submeti a 16 sessões de quimioterapia, cirurgia e, posteriormente, 30 sessões de radioterapia.
Dezessete dias após a primeira sessão de quimioterapia, meus cabelos começaram a cair aos montes. Na segunda aplicação já tinha perdido a metade dele e, na terceira, fiquei apenas com penugens. Eu brincava com isso dizendo, um dia, que era o “palhaço Carequinha”, no outro, o “Smeagol“, do filme “Senhor dos Anéis“, e após perder todos os pelos do corpo, me sentia uma lagartixa sem as sobrancelhas e cílios. Contudo uma boa maquiagem conseguia disfarçar tudo isso. Eu não queria assustar ninguém com minha nova aparência.
Senti náuseas, tonturas e fome, muuuita fome. Comia o que dava vontade (pipoca, laranja com sal, biscoito de polvilho com catchup, sorvete, limão na comida, pão com ovo etc.) e não forçava o que não conseguia ingerir, para poder amenizar a náusea. As sessões de quimioterapia foram finalizadas em 10 de outubro de 2014. Contudo, precisarei continuar tomando o Herceptin (anticorpo monoclonal que age diretamente sobre as células que provocam o câncer poupando as outras que estão sadias) até janeiro de 2016, depois de um ano deste tratamento. Após 3 meses sem quimioterapia, meus cabelinhos começaram a crescer!

Minha cirurgia ficou agendada para 05 de janeiro de 2015 e, um dia antes, ao me deitar, fiz uma oração:
“DEUS, até aqui o Senhor tem me sustentado e sabe que meu coração não se alegra de ficar sem a mama. Mesmo que implantem uma prótese, ela não se compara a TUDO o que o Senhor criou. Mas que a Sua vontade prevaleça acima de tudo. Se o Senhor não quiser que essa cirurgia seja realizada, no último minuto, por favor, interrompa o processo para a glória do Seu nome!”
Neste mesmo dia o meu marido, na volta para casa, orou e chegou chorando porque havia pedindo a DEUS por nossa família, amigos, e por si próprio, para que nos tranquilizasse para o dia seguinte e aí uma joaninha pousou nele! Ele entendeu que era uma resposta de DEUS, do tipo: “Estou te ouvindo, estou contigo!” A “coincidência” está no fato de meu nome ser Joana e de eu amar joaninhas! Foi emocionante! Choramos juntos.

O médico havia me pedido para chegar às 7h30 em uma clínica para fazer o exame de linfonodo sentinela (um líquido azul que vai destacar o linfonodo a ser retirado). Ele havia informado que, embora tenha feito a quimioterapia, seria necessário uma mastectomia e a retirada de alguns linfonodos sem o esvaziamento axilar. Fiquei triste, mas tentei me convencer de que me daria bem com uma prótese, embora não estivesse tão segura disso porque ainda teria a radioterapia que poderia causar um ressecamento de pele e também da prótese (que poderia se romper).

Quando já estava tudo certo para a cirurgia de mastectomia, o Júlio recebeu uma ligação. Era a secretária de um médico, com o qual o Júlio marcara consulta sem o meu conhecimento. Ela dizia que minha consulta (marcada para 3 dias depois da cirurgia) poderia ocorrer naquele momento. Não entendi nada, mas meu marido prontamente se dirigiu comigo para a clínica, pois críamos que era DEUS atendendo ao nosso clamor daquela semana para que a vontade dele prevalecesse.
Este outro médico me avaliou, olhou meus exames recentes, disse que eu era muito jovem para uma mastectomia e que acreditava que esta não era a melhor forma de se livrar do câncer. O procedimento indicado seria o esvaziamento axilar (retirada dos gânglios linfáticos da axila), pois, retirando a mama não evitaria que o câncer voltasse a se instalar. Se assim fosse, seria só retirar a mama de todas as mulheres do mundo e esse câncer deixaria de existir.
Fiquei paralisada, faltavam alguns minutos para a cirurgia e então, decidi o que estava sentindo em meu coração. Cancelei a cirurgia e comecei um acompanhamento com este outro mastologista.

No mês seguinte, ocorreu a cirurgia com este médico, que foi um anjo em minha vida. A cirurgia ficou tão perfeita que até os médicos oncologistas ficaram abismados quando souberam que não era prótese.

Meu mastologista foi um dos desenvolvedores deste tipo de cirurgia que se chama “retalho lobular” (está na revista brasileira de cirurgia plástica) e fiquei extremamente feliz com o resultado.

Antes de adormecer na mesa de cirurgia, falei com DEUS: “Pai, que antes das mãos destes profissionais, venham as Suas. Capacite-os para que tudo ocorra bem conforme a Sua vontade. Amém!”
Quando acordei, meu marido e minha família estavam em festa! A cirurgia fora um sucesso!

Fiquei 15 dias com um dreno e realizando medições para saber quando o mesmo poderia ser retirado. Numa próxima visita ao médico, o resultado da biópsia deu “negativo” e comemoramos mais uma vitória. Eu estava livre, contudo ainda teria de me submeter à radioterapia.

Fiz as 30 sessões de radioterapia e graças a DEUS, ocorreu tudo bem! Não queimou nada como muitos falavam e nem abriu feridas! Ficou um pouquinho bronzeado.

Meus cabelos cresceram bem pretos e lisos, como eram antes. Mas eu os mantenho curtos porque gostei do novo visual (risos).

Retomei as minhas atividades no trabalho e me sinto renovada! Para falar a verdade, sinto-me como tivesse dormido durante todo este tempo e acordado curada. Sempre confiei que DEUS faria a parte dele e Ele foi fiel!

O câncer foi um “presente” (de grego, mas um “presente”), pois através dele a família ficou ainda mais unida, os amigos se achegaram ainda mais e eu passei a olhar a vida sob um outro prisma, valorizando o fôlego de vida, a cada dia que me levantava com saúde, e deixei de lado a reclamação.

O passado não volta, o futuro a DEUS pertence e o presente deve ser vivido intensamente, como se cada segundo fosse o mais precioso.

Hoje me sinto ainda mais forte, com novas células, cabelos novos e fé renovada. Posso demonstrar às pessoas que estão passando por este tratamento que é possível vencer, se reerguer e acreditar!


Agradeço a DEUS por esse milagre, ao meu marido Júlio e a todos os meus familiares e amigos que me acompanharam nessa luta. Um beijo no coração de cada um!

Fonte: Consciência Rosa

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GAROTA DE 11 ANOS COM CÂNCER LANÇA COLEÇÃO E EMOCIONA O PÚBLICO

Em fevereiro, Noa Sorrell de apenas 11 anos foi diagnosticada com câncer e, no dia 07/10 ela abriu a Semana de Moda de Los Angeles com um desfile mostrando suas próprias criações.

O desfile que foi aplaudido de pé pelo público presente no local, foi possível graças a Fundação Make-A-Wish que realiza sonhos de crianças com doenças graves. Em entrevista à Harper’s Bazaar, Noa contou que desenha roupas desde pequena, mas que se inspirou em tirar as peças do papel somente após seu diagnóstico, durante sua primeira rodada de quimioterapia.

“Eu não estava me sentindo bem e precisava de algo para tirar minha mente da doença. Eu sempre quis projetar e costurar roupas e de repente eu tinha todo o tempo em minhas mãos”, afirmou.

O câncer de Noa no momento está em remissão e ter a oportunidade de ver suas criações na passarela a permitiu sonhar alto: “Quero me curar totalmente e investir na carreira de estilista. Um dia quero me tornar uma designer bem-sucedida cujas criações são usadas tanto por pessoas comuns quanto por famosas nos tapetes vermelhos”, explicou a garota.

Fonte: Catraca Livre

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WEB SÉRIE “SUPER HEROÍNAS”

Qual heroína mais te marcou? Se você pudesse escolher que heroína se transformar, qual escolheria?

Nesse Outubro Rosa, Quimioterapia e Beleza, Hospital Bandeirantes e ABIHPEC apresentam a websérie “Super Heroínas”! São 4 episódios que vão no ar até o final de outubro.

Nesse série, eu, Flávia Flores, mostro pra vocês a transformação de algumas seguidoras minhas!! Em que elas se transformaram? Nas suas personagens favoritas, as que mais marcaram suas vidas!!

O resultado é de se inspirar! Essas mulheres vem para mostrar a singularidade da força, beleza e coragem ao enfrentar o câncer.
Confira o primeiro episódio aqui:

Idealização: Flavia Flores
Direção e Roteiro: Daniel Tupinambá
Direção de Fotografia: Emiliano Armendano
Edição e finalização: Thais Uvo
Figurino: Diogo Paz
Cabeleireiro: Ricardo Rodrigues
Maquiagem: Samira Gomes
Operador de Áudio: Eduardo Alves
Fotógrafa Still: Jennifer Glass

Making Off: Flickr

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A SUA LUTA TAMBÉM É NOSSA

O conceito do filme é mostrar aos pacientes, médicos, colaboradores e entusiastas que o dever de lutar contra o câncer, não cabe somente aqueles que estão em tratamento, mas sim é uma causa importante para todos nós. Além do apoio médico e dos familiares, existe um número inestimável de colaboradores anônimos que caminham juntos pela causa em uma só direção e com muito otimismo. Essas guerreiras que participaram do vídeo lutam constantemente contra o câncer, e o mais importante, sempre com um sorriso no rosto, felizes e radiantes, lindas! O vídeo apenas reforçou a esperança dessas mulheres, levando conforto e força para todas que passam pela mesma situação. Porque essa luta também é minha, essa luta também é nossa! 

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MISS ENFRENTA CÂNCER DUAS VEZES

A miss de Campinas, Aline Wega é linda, é inteligente, é charmosa, entre tantas coisas! O que muita gente não sabe é que ela é uma cat guerreira também! A verdade é que quantas vezes não vemos pessoas fazendo piadinhas de que: “se está participando de concurso de beleza, então é fútil”? Pois Aline prova que as coisas não são assim!

Eleita como Miss de Campinas em 2004, enfrentou um Linfoma de Hodgkin dois anos depois do título, no auge de sua carreira. Depois de alguns anos, quando já curada do linfoma, foi surpreendida por uma leucemia. A cat conta: “Eu acredito que foi uma missão. Eu tentei entender porque aquilo estava acontecendo e levar de um jeito positivo”. Claro que sua vida deu uma reviravolta!

Ela chegou a ouvir dos médicos que sua expectativa de vida seria de apenas 4 meses. Ela é mãe do Igor, e concilia hoje a maternidade com o mundo de palestras motivacionais. Quando soube que estava com câncer, ficou completamente assustada! Para quem viveu ao lado da moda, como superar que agora estaria carequinha? “Eu me olhei no espelho e chorei muito. Eu ficava morrendo de vergonha, não queria que ninguém soubesse. Mexeu muito com a minha autoestima”, conta a miss.

A cat foi para a casa dos pais para passar por tudo com mais calma. Não deixou de sair, encontrava os amigos e ia para festas intercalando com as sessões de quimioterapia

Após seis meses, o pesadelo acabou e a doença se estabilizou. A médica disse que suas chances de engravidar seriam mínimas, mas o Igor chegou ao mundo em 2008 e mudou a vida da Aline. Ela deixou de lado a carreira na passarela para dedicar ao filho. Se formou em arquitetura e design de interiores também.

E anos depois, outra batalha começava: leucemia. “Foi menos pior, acho que eu já estava mais preparada, mas nem passava pela minha cabeça que iria voltar”, conta. Ela teve que passar por um transplante e para isso fez uma campanha para encontrar seu doador, já que a chance era de uma para 100 mil. Seu filho foi um grande motivo para que ela permanecesse confiante. “Eu não queria que ele me visse triste, por isso eu ficava forte. Eu quis aproveitar todos os momentos que eu tinha ao lado dele, ele foi minha maior força para enfrentar”, conta. Um dos momentos marcantes foi quando ela raspa o cabelo na frente do filho, para que ele não se assustasse.

Ao final da campanha, Aline encontrou 8 doadores 90% compatíveis. O “renascimento”, como ela chama o transplante, aconteceu no dia 14 de agosto de 2013. “Quando eu vi a medula do doador chegando, eu chorei, ajoelhei e agradeci”, desabafa. Ela não sabe a identidade do doador mas disse que reza todos os dias por ele. É eternamente grata, claro.

E depois de tudo, ela diz que a maior lição que aprendeu é que existe o amor ao próximo e o mundo não está perdido. Acho lindo como muitas pessoas também me dizem isso! Eu também aprendi isso! Na verdade sinto que os laços entre cats, uma ajudando a outra, é algo admirável!

Para Aline, mulheres sofrem mais com o estado psicológico, principalemente por conta da aparência. E eu concordo! Muitas – eu diria a maioria – das mulheres se assustam quando sabem que estão com câncer não só pela doença em si, mas também pelo quanto elas ficariam feias com o tratamento.

A cat ainda conta: “Se eu pudesse viver careca a vida inteira, eu viveria. O importante é que eu estou viva e posso ficar perto do meu filho. A cura depende da minha cabeça, não só da quimioterapia”

Segundo a ex-modelo, a autoestima do paciente influencia no apoio às pessoas próximas. “As pessoas não sabem nem o que dizer nessa situação, mas se eu já estou com um sorriso, fica muito mais fácil”, diz.

‘Pró-Medula’

A cat é uma voluntária das campanhas “Pró Medula”. Ela procura conscientizar as pessoas sobre a importância de ser doador, de salvar a vida de outras pessoas.
Aline vive ainda hoje com sequelas, mas que, segundo ela, não significam nada perto de tudo que já passou. A miss faz pilates para que a musculatura não atrofie, pinga colírios todos os dias e faz sangrias regularmente.

Fonte: G1 

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CAT CELEBRITY: GLORIA PEREZ

A cat da semana é uma noveleira que todo mundo conhece! A Gloria Perez nasceu no dia 25 de setembro de 1948 (completa 67 anos nesse ano), em Rio Branco. Aos 15 anos mudou para Brasília, onde terminou o colegial e fez 3 anos de direito, mas abandonou o curso quando a universidade foi invadida por militares. De qualquer jeito, ela mesma diz que não escolheu cursar direito, isso foi um desejo do pai somente. Foi para Rio de Janeiro e lá cursou História na UFRJ. Começou seu mestrado em História lá também, mas não chegou a defender a tese, pois aceitou o convite de Janete Clair e optou pela carreira na televisão. E se encontrou nesse mundo da televisão! Ganhou muitos prêmios pelo seu trabalho, inclusive prêmios internacionais! Entre seus trabalhos mais reconhecidos temos: Barriga de Aluguel (1990), De Corpo e Alma (1992), Hilda Furacão (1998), O Clone (2001), América (2005), Caminho das Índias (2009). Seu trabalho mais recente é Dupla Identidade (2014).

Mas sua vida não foi só luxo! Passou por muita barra pesada, inclusive a perda de dois de seus três filhos (Daniella, Rodrigo e Rafael). Daniella trabalhava como atriz na novela que Glória escrevia, De Corpo e Alma, e em dezembro de 1992 foi assassinada pelo colega de trabalho Guilherme de Pádua. Rafael faleceu em 2002, aos 25 anos, com uma infecção intestinal generalizada.

Glória começou uma campanha após o assassinato de sua filha, e com apoio de muita gente, muitas assinaturas, e resultou na inclusão de Homicídio na Lei de Crimes Hediondos

Depois de tanto sofrimento, ainda teve que passar por um câncer. Foi em 2009, quando Caminho das Índias estava no ar, uma novela de sucesso. O que muita gente não sabe é que muitos dos capítulos da novela foram escritos dentro da sala de quimioterapia! Ela foi diagnosticada com linfoma, passou por cirurgia e quimioterapia. Felizmente, se curou e pode virar a página!

Em entrevista com R7, Glória respondeu algumas perguntas:

R7 – Qual a sensação quando Caminho das Índias acabou? Foi de vitória? Por quê?
Gloria Perez – 
Foi um momento muito feliz da minha carreira. A novela envolveu, encantou o país, recuperamos números que há tempos não eram alcançados e deixou saudade no público. Tudo o que um contador de historias pode desejar!

R7 – Como foi descobrir um câncer e fazer o tratamento durante a feitura da novela? Foi muito difícil? De onde você tirou forças?
Gloria – 
Foi complicado, claro! Mas descobri que a quimio não é mais um bicho de sete cabeças. Com os avanços que aconteceram na área, pode-se passar por ela sem abrir mão dos projetos, do trabalho, da rotina de vida. É óbvio que você faz tudo com mais dificuldade, mas faz. Não sou nenhuma raridade. Tomei as aplicações escrevendo capítulos numa sala onde todo mundo trabalhava e resolvia questões do cotidiano. É claro que cada caso é um caso, mas é possível passar por isto continuando a tocar sua vida.

R7 – Como está o tratamento? Já acabou?
Gloria – 
Acabou, sim. Fiz as seis aplicações R-CHOP [quimioterapia] e o exame PET [feito para detectar o câncer]. O diagnóstico precoce foi essencial para esse bom resultado.

R7 – Quais pessoas lhe deram apoio neste momento?
Gloria – 
Tive muito suporte, da família e dos amigos. Meu irmão e minha cunhada se mudaram para a minha casa, minha mãe veio de Brasília, meu filho, meus amigos estavam sempre perto. Esse apoio foi essencial para o bom resultado do tratamento. Tenho certeza disso.

R7 – Você é tida no Brasil todo como um exemplo de mulher. Você se acha uma guerreira. Por quê?
Gloria – 
Acho que sou uma pessoa que enfrenta a realidade, até porque, é inútil se rebelar contra ela. Desanimar e perguntar porque isto aconteceu com você e só perda de tempo e de energia. Talvez, por isto, costume servir de referencia para muitas pessoas que atravessam situações difíceis e dolorosas.

R7 – Você tem medo de morrer?
Gloria – 
Medo de morrer? Talvez eu tenha medo do como. De morrer, propriamente, não. Todos vamos chegar a isso, não é? Taí uma coisa impossível de evitar.

R7 – Muita gente criticou sua novela no começo. Mas ela acabou com bons índices no ibope e com seus personagens na boca do povo. Acha que isso foi um cala a boca para muita gente?
Gloria – 
Tem aquela turminha que antes de qualquer novela minha estrear já começa a escrever contra! São pessoas que ridicularizaram a internet, dizendo que a rede era invenção minha, e para quem os transplantes de coração, as barrigas de aluguel, brasileiros imigrando para os EUA, cultura muçulmana, indiana, clonagem humana são coisas que só existem na imaginação de Gloria Perez! Eles são meu ‘Casseta e Planeta’ particular! Morro de rir com eles. Não me preocupo em dar nenhum cala a boca. Gente medíocre não me interessa nem pra isso!

R7 – O site da novela chegou a ter 2,7 milhões de acessos diários por dia. O que você achou do sucesso da novela na internet também?
Gloria – 
Curti muito! Sempre fui muito ligada à internet, tanto que a ideia da rede foi popularizada através de uma novela minha, Explode Coração, que era bem interativa, aliás. Naquela época tínhamos BBS, e as pessoas se apaixonavam ali, rompiam relações da vida real por conta dessas paixões, terminavam o namoro e o caso ainda ficava mal resolvido, sem que nunca se tivessem visto! E olha que naquela época não se podia mandar fotografias, o amado ou amada virtual era mesmo uma construção da imaginação de cada um! Isso me impressionava, por isso escrevi a novela.

Fonte: Wikpedia

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VIRGEM EM CÂNCER: O LIVRO DE CRÔNICAS INSPIRADAS EM MULHERES COM CÂNCER

A primeira obra do jovem autor Igor Zahir, que por anos escreveu para veículos como Glamour, Marie Claire, Vogue, GQ, Casa Vogue e L’Officiel, é dedicada para pessoas que gostam de ouvir belos relatos, se envolvem numa bela narrativa e apreciam histórias engraçadas sobre o universo feminino: sexo e sedução, casamento e separação, vaidade, impaciência, fé (ou a falta dela), perda de entes queridos, relação (nem sempre boa) com a mãe, medo da morte, etc. O que diferencia “Virgem em Câncer” de outros livros é que todas as crônicas, escritas por ou relatadas para Igor Zahir, são feitas sob a perspectiva de mulheres que têm (ou tiveram) câncer de mama. Em crônicas avulsas, o autor dá vida a um time de mulheres encantadoras, daquelas que fazem você morrer de rir, chorar, ficar com raiva e, principalmente, se imaginar na pele delas. E eu “sou” uma das crônicas!!

Apesar de não ser classificado como livro de autoajuda, ele é indicado também para portadoras de câncer de mama, seus cuidadores, familiares e amigos. Como não poderia deixar de ser! À venda na Amazon por R$ 24,90, “Virgem em Câncer – e outras crônicas” está disponível em formato de eBook e 35% dos lucros irá para o Instituto Oncoguia, referência no combate e prevenção do câncer de mama. Vale salientar que, mesmo para quem mora em outros países, o livro está disponível nos sites da Amazon nos Estados Unidos, Austrália, Alemanha, França, Reino Unido, Espanha, Itália, Japão, México, Índia, Canadá e Holanda.

Link para compra: Amazon

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A MODELO QUE REMOVEU O MAXILAR PARA VENCER O CÂNCER

Elizaveta Bulokhova é o nome dela. Estudou Direito, mas trocou Toronto por Londres para começar uma carreira de modelo. Viajou o mundo, acumulando já 7 anos de carreira – passando por Japão, Londres, Nova York, África do Sul, entre outros países. Mas então ela passou pelo que não esperava passar. Começou em 2014: ela e o namorado estavam em Amsterdã curtindo um tempo juntos, quando seu maxilar começou a inchar. A dor começou a se tornar insuportável, quando, em julho, depois de tantos exames e biópsias foi diagnosticada com osteossarcoma no rosto, no meio de sua primeira gravidez. Então ela deveria interromper a gravidez para que tratasse o câncer com quimioterapia, além de ter que passar por uma cirurgia para remover o maxilar. Em entrevista à revista Vice ela disse:
“Valentin era muito ativo e eu sempre conversava com ele enquanto estava no meu útero. Tive que pedir ao meu bebê para parar de se mexer porque não poderia mantê-lo e, de repente, ele parou. Ele me escutou e ficou bem quietinho”, contou ela, em entrevista à revista “Vice“.

A cirurgia foi muito intensa! Durou cerca de 16 horas e removeu 95% de parte inferior de sua face, ou seja, 17 centímetros. Depois o maxilar teve que ser reconstruído usando  fíbula, veias, nervos e enxertos de pele da sua coxa direita e de seu ombro direito, o que devia acabar com sua carreira de modelo. Várias cirurgias, uma trás da outra. A anestesia poderia prejudicar o Valentin. O namorado cobriu todos os espelhos e ela demorou um mês para ter coragem de se olhar de novo.

A quimioterapia – que deveria acontecer depois de todas as operações – foram adiadas. Faltavam dois dias para a realização do aborto, quando o casal procurou médicos para realização do parto do Valentin, mesmo com dez semanas de antecedência.

“Foi horrível; basicamente tivemos que dizer aos médicos para matar nosso bebê perfeitamente normal, mas não tínhamos escolha”, disse Troubetskoi (o namorado) sobre os meses de angústia. “Aí, com Valetin perto de 28 semanas, perguntamos aos médicos o que seria dele. Era seguro fazer o parto? Eles disseram ‘Com certeza, vamos fazer isso’.”

Valentin então nasceu então dez semanas antes do previsto e passou 51 dias na UTI neonatal. Seu nascimento foi considerado um milagre. Bulakhova disse que foi então que começou a falar com o bebê de novo. E continuou a luta contra o câncer: hora da quimioterapia.

Para a revista Vice disse: “A químio mata todas as papilas gustativas, então eu não tinha fome e não conseguia mastigar direito”, ela disse, acrescentando que levava uma hora para comer um ovo cozido. “Eu tinha medo de beber água porque, às vezes, isso escorria (pelo lado do meu rosto) e isso me deixava traumatizada, meu estômago encolheu por causa da dieta líquida. Eu não conseguia comer nada. Fiquei desnutrida. O processo mecânico de comer era terrível.”

Nessa matéria, a revista Vice escreveu:

“Quatorze meses depois do início do sofrimento – e dois meses depois de sua última rodada de quimioterapia – Bulokhova, agora com 25 anos, e Troubetskoi, de 30, estavam sentados lado a lado em sua casa em Vaughan, Ontário, enquanto conversávamos. Quando um vizinho apareceu para pegar Valentin para ficar com ele durante a tarde, ele disse: “Ele parece maior toda vez que o vejo”.

O cabelo de Bulokhova começou a crescer de novo; a fileira de dentes de cima está tão perfeita quanto antes, mas ela tem dificuldades para falar às vezes, porque só quatro dentes de baixo restaram. Em alguns anos, quando o câncer estiver em remissão, ela vai passar por mais cirurgias reconstrutivas. Com seu 1,72 metro e 49 quilos – apenas 1,8 quilo mais magra que seu peso antes do diagnóstico quase fatal – sua nova vida é tudo menos banal.”

O fotografo Manolo Ceron fez um ensaio fotográfico – lindo – para contar a história dessa cat guerreira. Ele contou, em entrevista para Vice:

“Quisemos usar a arte como ferramenta para contar a história dela”, disse Ceron. “Eli (Bulakhova) é o tema. Ela é a história e tudo mais é uma ferramenta para mostrar sua beleza e força. Isso mostra como somos frágeis e belos. É difícil colocar uma única mensagem principal nisso, mas há muita esperança e força, e muitos sobreviventes de câncer podem tirar algo disso, e talvez essa seja a mensagem subjacente.”

Em uma das fotos mais emocionantes, Valentin alcança a mãe com os dedos. “Ele salvou minha vida – essa é parte mais importante”, disse Bulakhova. “Ele realmente cuidou de mim. Ele me deu um cronograma para seguir que me ajudou a trabalhar em mim mesma. Ele não me deu trégua, no bom sentido. Isso me manteve seguindo em frente. Eu não tinha tempo de ter pena de mim mesma. Acredito que se não estivesse grávida, eu teria sido tratada como outro paciente que estava passando pelo câncer e precisava de cirurgia. Foi ele quem tomou conta de mim e fez com que todo mundo se esforçasse ao máximo.”

Vejam as fotos:

(Fotos por: Manolo Ceron, Maquiagem por Julia Stone. Assistente de fotografia Ken Appiah. Estúdio gentilmente cedido por A Nerd’s World.)

Fonte: VICE