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CÂNCER DE TIREOIDE ATINGE PRINCIPALMENTE MULHERES ENTRE 30 A 50 ANOS

Cada dia mais comum, principalmente entre as mulheres, o câncer de tireoide ainda não tem uma causa bem determinada na literatura médica. Alguns estudos, no entanto, apontam que fatores hormonais e alimentares estão ligados ao desenvolvimento desse tipo de tumor. “A síntese dos hormônios produzidos pela tireoide necessita da presença do iodo. A deficiência ou o excesso dele na dieta pode estar associado a um maior risco de desenvolvimento do câncer de tireoide”, explica Mariana Laloni, oncologista e coordenadora do Centro de Oncologia do Hospital 9 de Julho.

O câncer de tireoide se manifesta, inicialmente, como um nódulo que aparece no pescoço e pode ser detectado pelo médico em um exame clínico. Na maior parte das vezes, ele é assintomático e somente o nódulo vai indicar a presença de alguma doença. No entanto, 90% desses nódulos são benignos e o diagnóstico do câncer só é possível a partir de uma biópsia feita diretamente nele.

São considerados fatores de risco para a doença histórico familiar de câncer de tireoide e tratamentos prévios com radiação para cabeça, pescoço e tórax. Também já é comprovado que há maior incidência em mulheres entre 30 e 50 anos. De acordo com informações do Instituto Nacional do Câncer (Inca), o câncer de tireoide já é o quinto mais comum em mulheres.

Tratamentos. O tratamento do câncer de tireoide envolve, necessariamente, a cirurgia. Nela, é retirada a glândula e todos os nódulos considerados anormais. Dependendo da avaliação médica o tratamento é estendido com terapias contendo iodo radioativo. “Nesse caso o paciente passa a ingerir uma pequena quantidade de iodo radioativo para destruir o tecido tireoidiano não removido na cirurgia”, explica a Mariana.

Para pacientes em que a cirurgia e a iodoterapia não são efetivos ainda existe a opção do uso do inibidores da tirosina quinase, como o sorafenibe, medicamento aprovado pela Anvisa em 2015 para o tratamento do câncer de tireoide, que atua como inibidor do crescimento do câncer. Na falha dessa alternativa de tratamento ainda pode ser usada a quimioterapia convencional.

Consultoria: Hospital 9 de Julho

Fonte: Estadão

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MULHER SUPERA MEDO DO CÂNCER DANDO “AMOR INCONDICIONAL” A ESTRANHOS

A médica norte-americana Shamanie Thompson, de 40 anos, curada recentemente de um câncer de mama, encontrou uma maneira diferente para lidar com o medo da reincidência da doença: oferecer seu amor incondicional a estranhos.

Há dois anos, a mulher foi diagnosticada com a doença e, segundo informações do site “Good News Network“, lidava diariamente com a ansiedade de que houvesse uma reincidência do câncer, fazendo com que o medo se tornasse presente em sua rotina.

“Uma das cirurgias que eu fiz tinha causado complicações no meu braço direito. Todos os dias tenho dor constante, o que é um lembrete do câncer que tentou me matar. Isso afetou minha capacidade de trabalhar, afetou minha energia, me fez ter medo, criou limitações”, contou Shamanie, em blog pessoal no qual conta sua trajetória.

Seis meses após remover o tumor cancerígeno, a mãe de três filhos recebeu uma notícia que a desestabilizou ainda mais: “Meu oncologista me ligou para me dizer que eu tinha uma chance de 67% de recorrência nos próximos anos. A partir daí, desenvolvi uma síndrome de ansiedade por medo da reincidência – meu médico disse que isso é normal e que a maioria dos sobreviventes de câncer têm isso em algum nível”.

Shamanie passou vários meses rejeitando os pensamentos negativos, até que decidiu utilizar a informação que havia recebido a seu favor. “Por que não começar a tomar decisões com base nesta ideia de que você vai morrer jovem?”, pensou ela. “Naquele momento, eu decidi que eu iria escolher me amar de qualquer maneira!”.

Desde então, a mulher, que vive no Colorado, Estados Unidos, começou a ter esperança e decidiu “dar seu amor incondicional por zero dólares”. A ideia era ir a lugares públicos e manifestar seu carinho às pessoas desconhecidas: “Eu decidi fazer recibos de amor com palavras de encorajamento sobre eles”.

Seus filhos e suas irmãs a ajudaram a fazer um cartaz, ir para um parque e se aproximar de estranhos com palavras amáveis. “Imediatamente senti uma sensação de ansiedade, de intimidação, de ‘o que é que eu acho que eu estou fazendo aqui?’ Eu queria me esconder de volta no carro e sentar com meu medo novamente”, contou.

Porém, Shamanie resistiu ao pavor e decidiu dar tudo que tinha de melhor. As primeiras pessoas que se aproximavam eram dois jovens adultos: “Cheguei lá e disse: ‘Eu não quero nada de você. Eu sou um sobrevivente recente de câncer de mama. Meu médico diz que eu tenho uma grande chance de recorrência. Tenho vivido com medo sobre isso. Acredito que o amor cura medo, então eu estou fazendo atos aleatórios de bondade hoje. Eu estou querendo saber se você vai receber uma palavra de encorajamento de mim?”. E ela estendeu as 40 receitas para que eles pudessem escolher uma palavra aleatória de encorajamento. Como recompensa, recebeu abraços e carinho.

“Meu coração encheu por dar e receber amor”. Após o dia de ‘amor incondicional’, ela disse ter sentido o coração “três vezes maior”: “E onde havia medo, passou a ter amor e respeito”.

Fonte: RedeTV

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EXPOSIÇÃO RETRATA BELEZA DA MULHER COM CÂNCER

Mulheres em tratamento contra o câncer realizaram uma sessão fotográfica em Gaspar, no Vale do Itajaí, para elevar a autoestima. O resultado vai virar uma mostra em Blumenau, também no Vale, no Shopping Neumarkt de 23 de maio a 4 de junho.

O grupo “As superpoderosas”, como elas se denominam, atualmente conta com 30 mulheres moradoras das cidades do Vale como Gaspar, Blumenau, Brusque, Indaial, além de Curitiba, no Paraná. Elas formaram uma rede virtual, e trocam apoio e dicas de tratamento pelo Whatsapp.

Destas, 15 mulheres, entre 18 e 52 anos, aceitaram participar da sessão, batizada de “A Beleza Além do Câncer”. “A gente tem o direito de ver a nossa beleza para encarar o tratamento”, disse a representante comercial Deise de Oliveira Silva.

Algumas já se conheciam pessoalmente, outras somente por meio das redes sociais até a data da sessão. “A gente já estava se ajudando há muito tempo, mas estar cara a cara, uma diante da emoção da outra foi especial”, disse a administradora Nicasssia Zimmermann Kuhunen.

Para elas, vaidade é fator primordial para lidar com a doença. “Eu procurava estar sempre bonita para não parecer doente, porque eu não me sentia doente. Eu me sentia eu mesma e queria mostrar isso para meu marido e filhos. Com isso, tinha mais força e me sentia bem”, contou a advogada Ana Paula Voss Gomes.

“A gente quer mostrar que o câncer é muito mais do que aquilo que se vê, ele pode te trazer muito mais do que ele leva e que é possível sorrir, é possível ser feliz, é possível crescer e continuar a viver”, completa a comissária de bordo Daiane Gallasini.

Fonte: G1

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MULHER ENGORDA 40KG POR CAUSA DE 3 TIPOS DE CÂNCER E POSA NUA APÓS SUPERAR DOENÇA

Aos 37 anos, a inglesa Angelica Fenney é um modelo. Ou melhor, uma modelo. Melhor ainda, as duas coisas. É que, após 20 anos se recuperando de três tipos de câncer, ela engordou cerca de 40kg.

Em vez de se queixar, comemorou o fato de ter superado as doenças, claro. Além de câncer de mama, ela teve câncer de pele e de colo do útero. Após tamanho desafio, virou um símbolo de superação ao se utilizar do ganho de peso para mostrar que a obesidade também tem sensualidade. E se tornou uma modelo.

Natural de St. Helens, Merseyside, ela está em processo de recuperação e, conforme conta o jornal Mirror, tem celebrado seu corpo posando para fotos, inclusive de sua nudez, em lugares onde a natureza e o glamour falam mais alto.

Além de ter engordado por causa da doença, ela teve de conviver, segundo conta, com insultos devido à sua obesidade. Essa triste realidade também foi transformada e, com muitos amigos, ela aprendeu a acreditar que o lado bom do ser humano prevalece na maioria das pessoas.

Não é porque alguns tentaram desanimá-la que ela iria deixar de acreditar em seu potencial. Mas, para isso, primeiro era importante se recuperar. E depois disso ela viu tudo com mais clareza.

— Não estamparei mais um sorriso artificial (diante das críticas). Atravessei o furacão e cheguei ao outro lado podendo dizer que nós, mulheres, cada uma à sua maneira, deve abraçar as próprias curvas e mostrar às pessoas hostis que todas somos lindas à nossa própria maneira.

Ela quer servir de exemplo para outras mulheres, principalmente aquelas que passam por dificuldades:
— Para todas as mulheres o corpo têm curvas sensuais e estou fazendo uma sessão de fotos para mostra isso.

A doença, de drama se tornou um estímulo.
— Levei perto de 21 anos para finalmente aceitar o meu corpo e realmente começar a amá-lo, apesar de todos os meus sustos.

Angelica tentou perder peso de várias maneiras, mas teve dificuldades. Por fim teve de se aceitar como ela é. E agradeceu à sua amiga Angel Sinclair por ter organizado a sessão de fotos, na qual Angelica iniciou uma nova atividade.

Sua maior suspeita é o uso de tamoxifeno, substância para tratar o câncer de mama na adolescência, a levou a ter as outras doenças. Ela criou um blog para falar sobre sua recuperação e informou online o momento em que viajou para Londres para saber que estava em estado de remissão.

— Eu me sinto fortalecida, porque eu realmente não sabia sobre a minha própria coragem emocional

Diante de tudo isso, chega-se à resposta do primeiro parágrafo. Essa nova modelo é realmente um modelo. De superação.

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EXPOSIÇÃO ORGANIZADA PELO INSTAGRAM HOMENAGEIA MULHERES INSPIRADORAS

O Instagram organizou uma exposição linda (#estaéminhahistória)  e fico muito feliz por ter participado dela!! O tema é: mulheres que inspiram e transformam o mundo, com objetivo de valorização dessas guerreiras! A exposição rolou em abril, em São Paulo. Conheça as mulheres que participaram:

Luiza Helena Trajano (@luizahelenatrajano)

Fundadora da loja Magazine Luiza, a empresária é também ativista do empoderamento da mulher e luta pela igualdade de gênero.

Camila Achutti  (@camilaachutti)

Com apenas 23 anos, é sócio-fundadora da Ponte21 e ativista pela igualdade de gênero no mundo da TI, com projetos por mais mulheres na tecnologia.

Luisa Strina (@luisastrina) Uma das mais influentes galeristas do país, que abriu as portas de sua galeria em dezembro de 1974. Desde então, vem fazendo a diferença no mundo artístico.

Loo Nascimento (@loo_ana)

Fundadora da marca Dresscoração, é também ativista, estilista e blogueira, com muita força, beleza e inspiração. Busca exaltar a herança afrobrasileira através de seu trabalho.

Denise Perez (@deni_perez)

Depois de 10 anos como advogada, se jogou no mundão para conhecer e experimentar novas histórias. Hoje é uma fotografa incrível.

Alice Kohler  (@kohleralice)

Fotografa e voluntária na reserva indígena do Médio Xingu, registra a beleza dos povos que não conhecemos.

Flavia Flores  (@quimioebeleza)

Eu, que fico muito feliz por ter participado da exposição. Busco empoderar as mulheres que enfrentam o câncer, assim como enfrentei.

Lis Cereja (@liscereja)

É uma amante da viagem, chef e proprietária da  Enoteca Saint Vin Saint, em São Paulo. Fez estágios pelas cozinhas do mundo, hoje trabalha com vinhos orgânicos: escreve livros, dá palestra e treinamentos.

Com Lola (@comlola)

Um ateliê comandado por duas mulheres. Cada produto vendido representa uma doação de boneca para criança em situação de risco.

Costanza Pascolato (@costanzapascolatos2g)

Com mais de 70 anos, é empresária e ícone da moda. Afinal, quem não admira a elegância dessa mulher?

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INSTAGRAM CELEBRA E DESTACA MULHERES BRASILEIRAS EM PRIMEIRA EXPOSIÇÃO EM SÃO PAULO

A Cris Arcangeli é empresária, consultora e trabalha com cosmético desde 1986. Ela tem um site que fala sobre grandes temas como: beleza e saúde. E nesse site fez um post falando sobre a exposição do Instagram, que eu participei!! Muito feliz por participar. Confira o que a Cris disse:

Olá, pessoal

Recebi hoje sobre este evento incrível e achei interessante dividir com vocês!

#estaéaminhahistória começa nesta quarta-feira e traz fotografias e vídeos de mulheres que ganham o mundo com suas vozes

O Instagram aproximou as pessoas das personalidades e também derrubou fronteiras para todos que querem alcançar o mundo. Pela primeira vez em um país fora dos Estados Unidos, o Instagram traz para o Brasil a iniciativa #estaéaminhahistória, uma exposição em São Paulo, que começa nesta quarta-feira, dia 6, para celebrar mulheres que estão mudando o mundo com suas vozes.

As mulheres estão usando imagens para contar suas histórias de uma forma que transcende as barreiras do idioma e da geografia, inspirando outras mulheres de diferentes culturas e idades. Essa exposição trará 30 histórias que mostram o poder de compartilhar com milhares de pessoas as conquistas, os medos e a vontade de mudar uma pequena comunidade ou um país inteiro.

“Procuramos por histórias que mostram mulheres fortes que encontraram suas vozes no Instagram para quebrar paradigmas, lutar por direitos iguais e mostrar a força das mulheres. Com essas histórias queremos incentivar outras”, destaca Ines Schinazi, editora do @instagrambrasil e líder na área de curadoria e storytelling de projetos especiais para o Brasil. “São 29 milhões de brasileiros no Instagram. Essa é uma comunidade extremamente ativa e engajada e essa iniciativa promove o que representa ser uma mulher no Brasil nos dias de hoje”, acrescenta.

A cantora e compositora Ellen Oléria (@ellenoleria) é embaixadora da iniciativa. Com 15 anos de carreira, prêmios em diversos festivais e cinco discos lançados, a versatilidade de Ellen estende-se também ao seu ativismo político com temas de comportamento e do universo LGBT.

A curadoria das imagens foi feita por Mariela Terreri, consultora independente de projetos que envolvem arte e cultura contemporânea. Mariela participou da implantação do primeiro instituto voltado para a arte contemporânea no interior do estado de São Paulo, o Instituto Figueiredo Ferraz, além de já ter assessorado importantes agentes femininas de mudança da cena contemporânea paulistana.

Além da exposição, o perfil @instagrambrasil também destacará os vídeos e as imagens, e desafiará a comunidade a contar suas histórias com a hashtag #estaéaminhahistória.

O que você faria se sua voz pudesse alcançar o mundo? Conheça mulheres que mudaram o esporte, os negócios ou lutam contra o preconceito, entre tantas outras trajetórias.

@camilaachutti
Camila Achutti tem 23 anos e quer mudar o mundo. Sócio-fundadora da Ponte21, uma consultoria de inovação e tecnologia, Camila é influenciadora digital, lidera projetos de mulheres na tecnologia e é uma das líderes do movimento por igualdade de gêneros no mercado de TI.

@leticiabufoni
Skatista profissional precisou lutar contra os preconceitos por ser uma menina andando de skate. Letícia é hoje reconhecida mundialmente no esporte e já ganhou diversos títulos internacionais.

@liscereja
Depois de estágios pelo mundo todo, Lis Cereja assumiu a cozinha com ingredientes 100% orgânicos, muitos deles cultivados por ela mesma, e vinhos 100% naturais, também feitos por Lis. Lis tem a Enoteca Saint VinSaint de sucesso em São Paulo, à noite, ela coloca as mãos na massa, monta os menus e as listas de vinhos e serve os clientes.

@terezinhaguilhermina
A mineira Terezinha Guilhermina é deficiente visual e tri-campeã paralímpica. Levou ouro nos Jogos Paralímpicos de Londres em 2012 (100m e 200m) e Pequim em 2008 (200m). Em seu Instagram, ela divide cada metro percorrido, suas viagens e suas conquistas.

@costanzapascolatos2g
Costanza Pascolato tem mais de 70 anos, é uma mulher de negócios, consultora de moda, ícone de estilo, mãe e avó.

@quimioebeleza
Flavia Flores é sobrevivente de um câncer de mama e ativista do Outubro Rosa. Flavia criou um site e realiza eventos com o objetivo de empoderar mulheres durante a quimioterapia.

@luisastrina
Luisa Strina foi uma das primeiras galeristas de arte do Brasil, e, aos 71 anos, foi eleita uma das 100 pessoas mais influentes em todo o mundo das artes.

Para quem se interessar:

Serviço | #estaéaminhahistória
De 6 a 11 de abril
Segunda-feira, das 11h às 20h

Terça-feira a sábado, das 11h às 00h

Domingo, das 13h às 17h30

Onde: Cartel 011(http://www.cartel011.com.br/) | R. Artur de Azevedo, nº 517 – Pinheiros

Espero que tenham gostado e força mulheres!

Beijos,

Cris

Link: http://crisarcangeli.com/instagram-celebra-e-destaca-mulheres-brasileiras-em-primeira-exposicao-em-sao-paulo/

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8 DE MARÇO: O DIA TAMBÉM É DAS CATS!

8 de março é o Dia Internacional da Mulher. Sabe o por que é comemorado esse dia? Segundo fonte: “Em 8 de março de 1857, há 156 anos, operárias de uma indústria têxtil foram à fábrica protestar quanto a condições de trabalho por meio de uma greve. Elas reivindicavam uma jornada diária de trabalho menor (era 16 horas, elas pediam 10 horas), igualdade de salários (ganhavam um terço do salário masculino) e tratamento digno no ambiente de trabalho. Foram trancadas dentro da fábrica e queimadas vivas, como resposta ao protesto. Em homenagem a elas, temos o Dia Internacional da Mulher, que surgiu em 1910, sendo reconhecido pela ONU em 1957. “(Fonte: Suit Kingdom Blog)

Um pouco de história é sempre bom! E isso nem é uma história tão distante assim. O voto feminino no Brasil faz apenas 84 aninhos! Ainda hoje, mulheres recebem em média 30% menos que os homens (mesmo em cargos iguais). Mas história a parte, mulheres são incríveis guerreiras. O que nós não podemos esquecer que o 8 de março é das Cats também!! Você, mulher forte, linda e maravilhosa!

Sabe por que uso o termo Cat? Cat significa “gata/gato” em inglês, que aqui no Brasil quer dizer alguém lindo! E eu acho vocês todas lindas!!! Então lembrem-se:

O dia é também para as carequinhas charmosas.

O dia é também para a Cat que arrasa com lenço. Ou para as que preferem peruca.

O dia é para quem tem peito. E para as Cats que não tem.

O dia é para você que já passou por cirurgia, quimioterapia, radioterapia e luta pela sua vida.

O dia é para as Cats trabalhadoras, para as Cats mães, para as Cats estudantes, e para as Cats sonhadoras.

O dia é para as Cats, que são mulheres completas, mulheres perfeitas.

O dia é para a Cat que está assustada. E para a Cat destemida.

O dia é para as Cats lutadoras!

O dia é para comemorar o quanto vocês todas são incríveis!!

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NOVA TÉCNICA DÁ ESPERANÇAS A MULHERES COM CÂNCER QUE QUEREM ENGRAVIDAR

A criopreservação ovariana consiste em retirar fragmentos ou até metade do ovário por meio de uma videolaparoscopia. Em seguida, o tecido é congelado em pedaços de 1cm, em nitrogênio líquido, a uma temperatura de -196º C. Depois de congelado, pode permanecer assim por tempo indeterminado, até que a paciente possa e queira reimplantá-lo(Hank Morgan/Latinstock/VEJA)
Mulheres que vão se submeter a tratamentos que afetam a fertilidade, como a quimioterapia, agora têm um novo recurso para ter filhos: o congelamento ou criopreservação do tecido ovariano.

Ainda considerada experimental, a técnica consiste em retirar um pedaço ou até metade do ovário por meio de uma videolaparoscopia. Em seguida, o tecido é congelado em fragmentos de 1 centímetro, em nitrogênio líquido, à temperatura de -196º C. O ovário pode permanecer congelado por tempo indeterminado, já que o tecido não envelhece.

Após a liberação do oncologista, a paciente pode realizar o reimplante do tecido ovariano, caso o órgão remanescente tenha sido danificado durante o tratamento, o que ocorre na maioria dos casos. O tecido é reimplantando por meio de uma nova videolaparoscopia. Espera-se que entre dois e três meses após a cirurgia o órgão retome suas funções hormonais e a paciente possa engravidar de forma natural ou por fertilização in vitro (FIV).

Os especialistas ressaltam que a opção do reimplante é importante mesmo para mulheres que não querem engravidar, já que o ovário desempenha uma importante função endócrina.

Congelamento de óvulos versus tecido ovariano – Em comparação com o congelamento de óvulos ou de embriões, técnicas já estabelecidas há mais de uma década, a criopreservação do ovário é mais complexa. Entretanto, em alguns casos, ela é a única esperança para mulheres que desejam engravidar – e é a única forma de tentar restaurar a função hormonal do ovário, caso ela se deteriore após o tratamento.

“A grande inovação desta técnica é que ela dispensa tratamento prévio e o tempo necessário para o congelamento de óvulos. Além disso, é a única esperança de meninas pré-púberes tentarem manter a fertilidade”, explica Maurício Chehin, especialista em reprodução assistida do Grupo Huntington.

Explica Edson Borges, diretor clínico do Centro de Fertilização Assistida Fertility, em São Paulo: “Meninas que ainda não entraram na puberdade não podem fazer congelamento de óvulos, simplesmente porque elas não têm óvulos. Nesses casos, a criopreservação do tecido é a única opção para elas tentarem engravidar no futuro.”

No entanto, Borges ressalta que ainda não se sabe como é a recuperação da fertilidade nas crianças. “Ao contrário das mulheres que já menstruaram, o ovário de meninas pré-púberes ainda não amadureceu e por isso não teve sua função reprodutiva ativada. Assim, quando há o reimplante de um ovário nessas condições é necessário realizar a maturação do tecido retirado em laboratório antes do reimplante. É algo que ainda não podemos garantir que irá acontecer. Mas acredito que vale muito a pena tentar”, afirma.

Para congelar óvulos ou embriões, a mulher passa por uma indução de ovulação que demora entre 10 e 15 dias. Já na nova técnica, o procedimento é cirúrgico e não precisa de preparação prévia. A desvantagem é que o método é mais invasivo e requer internação hospitalar de um a dois dias.

Fonte: VEJA

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5 DE FEVEREIRO: DIA DA MAMOGRAFIA

5 de fevereiro é o Dia Nacional da Mamografia. Instituído há 2 anos, a partir do Projeto de Lei da Senadora Maria do Rosário (PT-RS), a data objetiva sensibilizar mulheres sobre a importância de realizar o exame para a detecção precoce do câncer de mama, uma das principais causas de morte entre mulheres no Brasil.

Hoje existem 3315 mamógrafos no país, e o relatório do Tribunal de Contas da União divulgou que o número é adequado em relação ao que preconizam organismos internacionais (se a distribuição fosse homogênea, o número adequado seria 1 mamógrafo para cada 240.000 habitantes). Acontece que, da população brasileira, 80% utilizam o SUS, e destes 3315 mamógrafos, apenas 1650 estão disponíveis no sistema público, sendo que 412 pertencem exclusivamente às UPSs (Unidades Públicas de Saúde). Além disso, sabe-se que a distribuição dos mamógrafos não é homogênea para servir adequadamente às necessidades da população.Para o diretor médico do Instituto Oncoguia, o oncologista clínico Dr. Rafael Kaliks, além da questão do número de aparelhos, a  simples disponibilidade de mamógrafos no país não garante o impacto do exame na redução da mortalidade por câncer de mama. “Deve-se garantir, por exemplo, a qualidade do exame realizado. Um rastreamento mal feito dá a falsa sensação de segurança à paciente e ao sistema de saúde como um todo”, comenta. Também, para que a execução da mamografia de rastreamento traga benefício a uma mulher, um resultado anormal no exame deve ser seguida de investigação imediata (com exames adicionais) e tratamento apropriado em tempo hábil, entre 30 e 40 dias diante de um eventual diagnóstico de câncer. “Tal eficiência ainda não existe no Brasil”, destaca Dr. Kaliks.Outra questão para reflexão nesse Dia Nacional da Mamografia, recorre sobre a “aderência” ao exame. De acordo com o INCA, 70% das brasileiras entre 50 e 69 anos têm acesso à mamografia – incluindo rede pública e privada. No entanto, dados da Pesquisa Avon/IPSOS – Percepções sobre o Câncer de Mama – revelam que apenas 20% das mulheres brasileiras fazem a mamografia ao menos a cada dois anos. “O importante é garantir que ao menos 70% da população elegível faça o exame, caso contrário não se observará redução da mortalidade por câncer de mama graças a esta estratégia de rastreamento”, afirma Rafael Kaliks.  Para a presidente do ONCOGUIA, Luciana Holtz, além da questão da disponibilidade do mamógrafo, são inúmeras barreiras à aderência das brasileiras. “Há o medo pela dor durante o exame, há o medo da possibilidade da descoberta de um câncer (ainda há quem pense que é melhor não fazer para não saber). Há o medo de resultados errados, há o medo do estigma social do câncer”.Holtz e Kaliks finalizam com um alerta sobre os chamados grupos de risco: pacientes com familiares próximos que tiveram câncer de mama e/ou ovário em idade precoce (antes dos 50 anos), devem ficar alertas e discutir a questão com seus respectivos médicos. Para estas pessoas com história familiar, o rastreamento DEVE ser iniciado mais precocemente, sob orientação idealmente de um mastologista ou ginecologista com experiência em câncer de mama. “Tais mulheres podem ter uma indicação formal de fazer rastreamento com ressonância nuclear magnética, se confirmado que elas de fato pertencem a um grupo de risco elevado. Para pacientes de alto risco, a ressonância  é recomendada mundialmente, como complemento à mamografia e ao exame das mamas por um profissional habilitado. Além desta estratégia mais agressiva de rastreamento, famílias com risco elevado deveriam ter à disposição orientação oncogenética. O oncogeneticista consegue mapear a família e calcular o risco de um câncer, ajudando a formular estratégias de prevenção de maneira individualizada”, afirma o oncologista. “Além de todos estes dados relativos ao rastreamento de pessoas supostamente saudáveis, quaisquer mulheres que notem alteração nas mamas devem buscar um mastologista imediatamente, não esperando pelo próximo exame anual”, finaliza Luciana.Fonte:Oncoguia

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MÃE E FILHA SÃO DIAGNOSTICADAS COM CÂNCER NO MESMO ANO

Mãe e filha lutam contra o câncer depois que ambas descobriram no mesmo ano que tinham a doença.  Aos 17 anos de idade, a australiana Bethany Carlton foi diagnosticada com câncer de mama. Sua mãe, Mybritt Larsen, de 47, recebeu o mesmo diagnóstico meses depois.

Poucos dias antes de completar 18 anos, Bethany teve que remover um nódulo de sua mama. Porém, depois de realizar novos testes, a jovem descobriu que tinha um tipo raro de câncer no músculo que só é diagnosticado seis vezes ao ano na Aust.

Seu novo tratamento de quimioterapia duraria, no mínimo, 12 meses. “Eu chorava, chorava e chorava”, diz Bethany ao site “Brisbane Times“.

Em meio a esses acontecimentos, a mãe da adolescente foi diagnosticada com câncer de mama. “Ela entrou no meu quarto e disse ‘eu tenho uma coisa pra te falar… eu tenho câncer’. Eu fiquei apenas pensando: ‘isso é sério?’ Eu comecei a rir e ela também e eu disse ‘desculpe, eu me sinto péssima, mas qual a chance de isso acontecer?’”, comenta.

Bethany explica que embora tenha vivido momentos difíceis, ela sente-se feliz por ter o apoio de sua família e amigos e, principalmente, de sua mãe. “Quando ela está doente eu cuido dela, e quando eu fico doente ela cuida de mim. Sinto que podemos enfrentar isso juntas”, completa. As duas seguem fazendo quimioterapia.

Fonte: Catraca Livre