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CAMPANHA NO IBIRAPUERA CONTRA CÂNCER INTESTINAL

Neste mês, a Campanha Setembro Verde, liderada pela Sociedade Brasileira de Coloproctologia e ABRAPRECI (Associação Brasileira de Prevenção do Câncer de Intestino), com o apoio da Merck e outras instituições, convida a população a assumir o compromisso de luta contra o câncer colorretal. No Brasil, de acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o segundo câncer mais prevalente em mulheres e o terceiro em homens. A campanha é reforçada com a Exposição do Intestino Gigante (IG) nos dias 25 a 27 de setembro na Marquise do Parque do Ibirapuera, em São Paulo.

O IG é uma réplica estilizada do intestino grosso, inflável de grandes dimensões, que reproduz estruturas como o pólipo, precedente ao tumor.  Outras lesões como a retocolite ulcerativa, doença de Crohn, hemorroidas também serão visualizadas no modelo, além de obter informações sobre a prevenção do câncer do intestino e cuidados gerais de saúde nos vídeos de curta duração exibidos no interior do IG.

 “Nosso objetivo é ressaltar para as pessoas a importância da prevenção da doença ou mesmo a detecção ainda no seu início e informá-las sobre as formas de tratamento”, explica a Dra. Angelita Gama, presidente da ABRAPRECI.

O IG já foi exibido em diversas cidades do País e também no exterior. No total, mais de 200.000 pessoas já visitaram a exposição e receberam informações sobre a prevenção do câncer do intestino.

Saiba mais sobre a doença

A alta prevalência do câncer colorretal é alarmante. Ainda segundo o INCA, o País terá mais de 32,6 mil novos casos este ano. A enfermidade se desenvolve silenciosa e gradativamente em sua fase inicial, por uma alteração nas células que começam a crescer de forma desordenada.

Os sintomas só aparecem quando o tumor já está mais desenvolvido. Sangramento nas fezes, alteração do hábito intestinal (diarreia e constipação alternados), necessidade frequente de ir ao banheiro, com sensação de evacuação incompleta, dor ou desconforto abdominal ou anal, fraqueza, anemia, sensação de gases ou distensão e perda de peso sem causa aparente são sinais de alerta.

Alimentação e hábitos de vida saudáveis ajudam na prevenção da doença. Dieta rica em fibras, frutas e vegetais frescos parecem ter efeito protetor sobre a doença enquanto que o consumo de gordura animal e de álcool são fatores de risco reconhecidos. A obesidade, o sedentarismo e o tabagismo, também estão ligados ao aparecimento do câncer de intestino. Pessoas com antecedentes familiares de pólipos benignos, câncer do intestino, retocolite ulcerativa, câncer de mama, ovário ou útero devem procurar um médico.

A prevenção é realizada com a pesquisa de sangue oculto nas fezes e a colonoscopia, exame que ajuda no diagnóstico e em alguns casos permite a remoção de pólipos, precursores do câncer do intestino.

Serviço:

Campanha Setembro Verde de Conscientização sobre o Câncer de Intestino

Data: de 25 a 27 de setembro

Horário: das 7h30 às 17h30h

Local: Marquise – Parque do Ibirapuera

Fonte: Jornal da Economia

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CINCO DICAS DE PREVENÇÃO DE UMA MÉDICA QUE VIROU MASTOLOGISTA APÓS CÂNCER

Em uma dessas minhas lidas pela internet, encontrei a história dessa médica e dicas ótimas e importantes! Vale a pena ler essa matéria que saiu no portal BBC Brasil:

Após descobrir um câncer na mama direita há 17 anos, a médica Ilná Escóssia decidiu se especializar em mastologia e acabou virando ativista. Em meio a uma nova sessão de radioterapia, para combater um câncer inflamatório, raro e agressivo na pele da mama esquerda, Ilná compartilha com a BBC Brasil detalhes de sua jornada e cinco lições que aprendeu na luta contra o câncer que mais mata mulheres no Brasil – foram 14,2 mil mortes só em 2013. Neste ano, são esperados 57 mil casos da doença.

“Sou médica ginecologista e obstetra. Sempre trabalhei muito, era uma trabalhadora compulsiva, operava, dava plantões e atendia no consultório e no serviço público. Costumava trabalhar de 10 a 12 horas. Recebi o diagnóstico de câncer de mama após uma mamografia em março de 1998. Eu tinha então 38 anos. Fiz a mamografia porque, dois anos antes, eu tinha retirado um nódulo benigno da mama direita. A mamografia fazia parte do controle pós-cirurgia. Com a imagem suspeita, parti para a biópsia da mama, e o diagnóstico foi claro: carcinoma. À época, o protocolo era já começar a quimioterapia antes mesmo da cirurgia. Com a quimio, meu cabelo caiu todo. Nunca me adaptei a perucas. Lembro bem que tinha uma novela em que as mulheres usavam lenços na cabeça, acho que era O Clone. Sempre preferi lenços, e até hoje é assim.

Parti para a cirurgia em junho de 1998, quando foi retirada a mama direita. Completei o tratamento em São Paulo, com 28 sessões de radioterapia. Fiquei dois meses e meio lá. Meu marido, minha mãe e minhas irmãs se revezavam me acompanhando. Minhas filhas ficaram em Fortaleza, sendo cuidadas pelo irmão mais velho e pela minha cunhada. Quando voltei a Fortaleza, completei a quimioterapia, totalizando nove sessões. Já durante as últimas sessões, voltei ao trabalho no consultório. Comecei então a querer me informar sobre a doença, porque percebi que mesmo eu, médica, não tinha muita informação sobre como o câncer de mama progredia.

Os médicos me orientaram a diminuir o ritmo de trabalho e de estresse. Larguei a obstetrícia e fui estudar mastologia num grupo de pesquisas especializado, o GEEOn (Grupo de Estudos e Extensão em Oncologia), da Universidade Federal do Ceará. Nessa época, resolvi criar um grupo de apoio a mulheres com câncer de mama, após perceber que a maioria das mulheres diagnosticadas mal sabia o que estava acontecendo e qual seria o tratamento. Elas achavam que o diagnóstico de câncer correspondia ao atestado de óbito. Formei um grupo, que começou com seis mulheres, num centro de ioga. Compartilhávamos experiências sobre o diagnóstico, o tratamento, os exames, a mutilação, a perda do seio e do cabelo e todo o enfrentamento da doença. Tínhamos um tutor indiano, o professor Harbans Arora, que já atendia pessoas com câncer e nos orientava com exercícios de ioga, meditação e respiração para minimizar os efeitos colaterais da quimioterapia. Foi ele que deu nome ao grupo, Amar (Associação de Motivação, Apoio e Renovação). Os médicos que me conheciam passaram a enviar suas pacientes para nós.

Desde o início o atendimento sempre foi gratuito. Meu trabalho no grupo é totalmente voluntário, assim como o de outras profissionais, que coordenaram sessões de fisioterapia e terapias de grupo. Até hoje temos duas artesãs voluntárias que coordenam uma oficina e nos ensinaram a fazer artigos que vendemos para pagar despesas do projeto. Em 2008, dez anos após o primeiro diagnóstico, novos exames constataram metástase óssea, que é quando o câncer se espalha para outros tecidos do corpo. Fiquei muito assustada. Mas comecei um tratamento com um novo medicamento, que não só diminuía as dores como reduzia o ritmo de crescimento dos tumores. As minhas lesões realmente permaneceram estáveis, de acordo com os exames, e assim permanecem.

Em setembro de 2014, ao fazer o autoexame, percebi sintomas diferentes na mama esquerda, como vermelhidão, inflamação e dor. A mamografia e a ultrassonografia não detectaram nódulos. Meu oncologista diagnosticou um câncer inflamatório, raro e agressivo, que acomete a pele da mama. Após nova biópsia, reiniciei a quimioterapia. Com oito ciclos, meu cabelo caiu de novo. Em 2015, fiz mastectomia da mama esquerda. Em São Paulo, estou fazendo revisões terapêuticas e vou iniciar novas sessões de radioterapia. Minhas filhas e minhas irmãs estão se revezando para cuidar de mim. O apoio da família e dos amigos é fundamental. As mulheres do Amar sempre dizem que o grupo é fundamental para elas. Todas chegam deprimidas e assustadas e aprendem com as outras a enfrentar a doença, se sentem mais fortes. Temos um trabalho educativo em escolas, comunidades rurais, empresas, e falamos da importância da mamografia e do diagnóstico precoce no combate ao câncer de mama. A doença é tratável e tem cura quando diagnosticada precocemente. Muitas mulheres ainda têm medo da mamografia e dizem que dói. Sempre digo que é melhor a dor do exame do que a dor do diagnóstico de câncer. E acho que a principal beneficiada pelo trabalho do Amar fui eu. Capacitar outras mulheres para falar sobre o câncer me fortaleceu, me impulsionou a estudar mastologia e me ajudou a superar todas as etapas difíceis. Foi o que me ajudou a me manter viva durante todo esse tempo.”

Ilná Escóssia, em depoimento à repórter Fernanda da Escóssia*.

Em 17 anos de luta contra o câncer, Ilná Escóssia tem algumas dicas que a ajudaram e que ela divide com suas pacientes. O câncer está relacionado a múltiplos fatores genéticos e ambientais (e esses têm um peso fundamental). De todo modo, aqui vão algumas dicas:

  1. A mamografia é imprescindível, o mais importante exame na detecção precoce do câncer de mama. Pode ser feita a partir dos 35 anos, se a mulher tem antecedentes familiares de primeiro grau, quer dizer, mãe ou irmã com câncer. E anualmente após os 50 anos, para todas as mulheres. A maior incidência do câncer de mama é entre 50 e 70 anos.
  2. É preciso combater o excesso de gordura na alimentação. Os estudos mostram que a gordura, em especial a gordura animal, aumenta o risco de câncer de mama. Principalmente após a menopausa, a gordura se transforma em hormônios através de uma enzima chamada aromatase, e isso aumenta o risco.
  3. O sedentarismo é nosso inimigo, aumenta em 30% os riscos de câncer não só de mama, mas vários outros, como próstata. Daí a importância da atividade física na prevenção da doença.
  4. Fumar, ao contrário do que muita gente pensa, não é associado apenas a doenças cardíacas. Também pode influenciar no câncer de mama, bexiga e próstata.
  5. A questão emocional é muito importante. Muitas mulheres que sofreram perdas, perderam filhos, maridos, empregos, desenvolveram câncer. O estresse contribui para a diminuição da imunidade e fragiliza o organismo, favorecendo alterações celulares. Com a imunidade reduzida, as células se multiplicam desordenadamente. É isso que caracteriza o processo cancerígeno, a multiplicação desordenada da célula normal, gerando os tumores.

*Ilná e Fernanda são irmãs. Junto com a irmã Carla da Escóssia, criaram no Facebook a comunidade Tempo para Viver ( facebook.com/tempoparaviver), com a experiência das três no combate à doença, além de dicas de saúde e prevenção ao câncer de mama.

Fonte: BBC

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5 HÁBITOS ALIMENTARES QUE PODEM AUMENTAR O RISCO DE CÂNCER

Já vi muitos casos de pessoas que não se cuidavam muito, mas depois do diagnóstico de câncer, começaram a regrar alimentação e exercícios. Assim como muitas seguiam uma vida super saudável e mesmo assim receberam o diagnóstico. A verdade é que não tem um receitinha milagrosa e nem sabemos o por que das coisas. Mas ainda assim se cuidar é importante. Não te digo que não comer os alimentos citados abaixo vai fazer com que sua vida seja sem câncer. Mas sem esses alimentos teu corpo pode lidar melhor com a doença, não? Confira então os 5 hábitos alimentares que podem aumentar o risco de câncer, segundo a matéria da EXAME:

Manter uma alimentação equilibrada pode prevenir uma série de doenças, inclusive alguns tipos de cânceres. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), alguns alimentos podem fornecer o tipo de ambiente que uma célula cancerosa necessita para crescer, se multiplicar e se disseminar – claro –  se consumidos regularmente e durante muito tempo.  Alimentos ricos em gorduras, frituras, maionese, leite integral e derivados, bacon, presuntos, salsichas e muitos outros precisam ser sempre consumidos com moderação. Segundo a nutricionista Patrícia Arraes, nutricionista da Clínica Oncomed, atualmente 30% dos fatores que podem causar câncer estão relacionados com a má alimentação. “Trata-se do mesmo percentual do cigarro. A gente vê muita campanha contra o cigarro e nenhuma que defenda uma alimentação mais saudável e natural” afirma a especialista.

Para Patrícia, o ideal é que haja sempre o equilíbrio, com a ingestão de muitas frutas e fibra. “A fibra, por exemplo, funciona como uma protetora do estômago e intestino”.  A especialista listou alguns dos piores hábitos alimentares que podem aumentar o risco de câncer. Veja nas imagens quais são eles:

  • De acordo com Patrícia, embutidos e enlatados possuem em sua formulação substâncias denominadas Nitritos, que quando estão em ambiente ácido, que é justamente o ambiente gástrico, são transformados em nitrosaminas – substância com potente ação carcinogênica e bastante relacionada com cânceres de estômago.
  • Alimentos gordurosos e, claro, frituras estão relacionados a eventuais cânceres femininos como o de mama, útero e ovário. Além disso, a ingestão destes alimentos de alta densidade calórica pode levar à obesidade.  “As células de gordura produzem pequenas quantidades de hormônios, em mulheres obesas, a quantidade de produção hormonal é ampliada e o a exposição hormonal dela se torna maior. Quanto maior este contato com o hormônio, maior a possibilidade de desenvolver a doença”, explica a nutricionista. Ainda segundo ela, também estão relacionados eventualmente a cânceres de cólon, pois a presença de grande carga de gordura no intestino acidifica o meio e lesiona células desta região.
  • Também relacionados com cânceres de estômagos estão os alimentos defumados e o churrasco. A nutricionista explica que tais alimentos são impregnados com alcatrão, mesma substância encontrada no tabaco, que possui relação potencial cancerígeno.
  • Se o sal por um lado preserva alguns tipos de alimentos, por outro ele pode fazer mal à saúde.De acordo com Patrícia, carnes em conservadas em sal, por exemplo, causam danos à mucosa gástrica. “Eles também estão relacionados com cânceres de estômago”, afirma a especialista.
  • De acordo com Patrícia, alimentos como amendoins e farinhas mal conservadas podem ser contaminados pelo fungo Aspergillus Flavus – substância que pode aumentar o risco de câncer. “Esses tipos de alimentos têm relação com o desenvolvimento de cânceres de fígado”, diz a especialista

FONTE: Época

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TODOS JUNTOS CONTRA O CÂNCER INFANTO JUVENIL

Cats, como eu falei Setembro é o mês dourado, todos juntos contra o câncer infanto juvenil.

A verdade é que ninguém acredita que uma criança ou um adolescente possa ter algo tão sério com pouca idade. E nós entendemos a preocupação dos pais ao descobrirem a doença em seus filhos.

Mas é importante saber que, felizmente,
os avanços de pesquisas e tratamentos já podem curar os pacientes quando o diagnóstico é feito a tempo. Em outras palavras: quanto antes a doença é descoberta, maiores são
as chances de vencê-la.

A F.biz foi convidada pela Coniacc (Confederação Nacional de Instituições de Apoio e Assistência à Criança e ao Adolescente com Câncer) a criar a campanha para o Setembro Dourado.

O movimento é uma iniciativa da Coniacc que acontece ao longo do mês em todo o país com o objetivo de alertar os pais sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer infanto-juvenil.

O resultado é uma animação bastante emocional e uma arte impecável. As cenas iniciais mostram um menino que perde o último fio de cabelo durante o tratamento.

Por meio de efeitos que remetem para a passagem do tempo, esse fio sobrevoa a cidade até que encontra seu dono. Ele pousa na cabeça do mesmo garoto que na infância enfrentou a doença, mas que hoje aparece como um jovem saudável.

“O objetivo é alertar os pais que o câncer infanto-juvenil tem grandes chances de cura, desde que a doença seja diagnosticada logo no início”, destaca Guilherme Jahara, CCO (chief creative officer) da F.biz.

O filme incentiva ainda os adultos a visitarem o site do movimento para conhecerem os sintomas que devem motivar a realização de exames preventivos.

A comunicação também é composta por spot e anúncios em revistas e jornais, e será feita com o apoio de emissoras de televisão e rádio e de empresas jornalísticas, de cinema, de mídia digital out of home e editoras que cederam inserções em âmbito nacional.

Confira o filme:

Fonte: ExameSetembro Dourado

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SETEMBRO DOURADO: PREVENÇÃO CONTRA O CÂNCER INFANTIL

O Outubro Rosa, assim como o Novembro Azul, já se consolidou no calendário brasileiro. Agora é a vez do Setembro Dourado, que tem por objetivo chamar atenção das pessoas para o câncer infantil. A iniciativa visa estimular ações preventivas e educativas associadas à doença, promover debates e outros eventos sobre as políticas públicas de atenção integral às crianças com câncer.

“A experiência do câncer é difícil para qualquer pessoa, seja acompanhando o sofrimento de um parente próximo ou vivenciando o processo de cura e tratamento. A situação se torna ainda mais delicada quando o paciente é uma criança. Muitos pais se sentem responsáveis pela doença, pensando que poderiam ter feito algo para evitar o quadro”, explica a médica oncopediatra Dra. Fernanda Tibúrcio.

Fato é que câncer em crianças e adolescentes, felizmente, é mais raro. Entretanto, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), já representa a primeira causa de morte (7% do total) por doença entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos, no Brasil, e em países desenvolvidos. Em 2014, ocorreram 11.840 novos casos de câncer infantil no país. As regiões Sudeste e Nordeste apresentaram os maiores números de casos novos, 5.600 e 2.790, respectivamente, seguidas pelas regiões Sul (1.350), Centro-Oeste (1.280) e Norte (820).

Os tipos mais comuns incluem as leucemias (33%), tumores do sistema nervoso central (20%), linfomas (12%), tumores germinativos (9%), neuroblastomas (8%), tumor de wilms (6%), tumores de partes moles (6%), tumores ósseos (5%) e retinoblastoma (3%).

As causas do surgimento de tumores nas crianças estão mais ligadas a fatores genéticos específicos. Além disso, algumas condições genéticas aumentam a incidência de certos tipos de câncer, como a relação entre crianças diagnosticadas com Síndrome de Down e a leucemia. “Na maioria dos casos, não se conhece a causa. Alguns são devidos à predisposição genética. Não existe associação com tabagismo, etilismo, hábitos de vida como ocorrem em adultos”, explica a médica.

Não existe um método preventivo específico para o câncer em crianças e jovens, mas é de extrema importância que os pais levem seus filhos a consultas periódicas com o pediatra e relatar qualquer alteração no comportamento ou corpo da criança. “Perda de peso, palidez, anemia, febre baixa constante, dor óssea ou nas juntas sem histórico de trauma no local e massas abdominais são alguns indicadores de tumores em crianças”, pontua Dra. Fernanda.

Fonte: Conecte 

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NOVO EXAME DE SANGUE DETECTA RETORNO DE CÂNCER DE MAMA

Um novo exame de sangue, ainda em fase experimental, pode salvar a vida de quem está lutando contra o retorno do câncer de mama.

Cientistas da organização britânica Institute of Cancer Research encontraram traços de câncer de mama em um grupo de mulheres oito meses antes do provável período em que ele normalmente seria detectado.

O estudo acompanhou 55 mulheres que já tinham tido esse tipo de câncer. Dessas, 15 enfrentaram retornos dos tumores, e 12 foram diagnosticadas pelo novo teste muito antes, segundo o estudo divulgado na publicação Science Translational Medicine.

A vantagem de se detectar a reincidência antes significa que tratamentos como quimioterapia podem ser administrados mais cedo, aumentando a chance de sobrevida do paciente.

A recidiva pode ocorrer quando uma cirurgia não consegue retirar todo o tumor ou se ele já tiver se espalhado para outras partes do corpo.

Sobre as três mulheres que não tiveram o retorno detectado pelo exame de sangue, os cientistas acham que isso ocorreu porque o câncer se espalhou para o cérebro, onde um mecanismo de proteção impediu que os traços de câncer chegassem à corrente sanguínea.

Apesar de os cientistas dizerem que pode demorar anos para esse exame ficar disponível ao público, eles estão esperançosos de que o teste possa ajudar a aprimorar tratamentos personalizados contra o tumor e ajudar na busca da cura do câncer.

No teste, é analisado o DNA que sofreu mutação do tumor; em seguida, traços dessa mutação são rastreados no sangue.

Co-responsável pela pesquisa, Nicolas Turner disse à BBC: “A questão-chave é: estamos identificando essas mulheres sob risco de recidiva cedo o suficiente para lhes dar a chance de um tratamento que evite a volta do câncer?”

“Nossa proposta é tratar disso em estudos futuros. Mas agora estamos falando sobre um princípio que pode ser aplicado a qualquer tipo de câncer que foi vencido em um tratamento inicial mas que pode retornar no futuro.”

Um exame de sangue é relativamente barato, mas investigar o DNA de um tumor ainda é bastante caro. No entanto, esse procedimento está ficando cada vez mais barato à medida que cada vez mais a medicina está procurando tratar tumores com medicamentos que miram especificamente mutações específicas.

Para o oncologista Nick Peel, da instituição Cancer Research UK, “encontrar maneiras menos invasivas de diagnosticar e monitorar o câncer é crucial e amostras sanguíneos estão surgindo como um caminho possível para reunir informações cruciais sobre a doença, pescando fragmentos do DNA do tumor ou células cancerosas que passaram para a corrente sanguíneo”.

Fonte: BBC

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CIENTISTAS PODEM TER DESCOBERTO VACINA CONTRA CÂNCER DE MAMA

Cats, olhem essa notícia que saiu:

“Cientistas da Universidade de Nottingham Trent, no Reino Unido, identificaram uma potencial nova forma para combater o tipo mais agressivo de câncer de mama e extremamente difícil de tratar, conhecido como triplo negativo, que, no futuro, pode levar a uma vacina contra este tipo da doença. Estima-se que 12% dos casos de câncer de mama diagnosticados em todo o mundo sejam do tipo triplo negativo. A descoberta foi publicada na revista científicaClinical Cancer Research.

O estudo afirma que a presença de uma proteína específica do câncerparece mostrar o quanto pacientes com o tipo triplo negativo do câncer de mama podem responder de forma positiva à quimioterapia. Com isso, os pacientes seriam poupados de um tratamento que não traria benefícios no caso deles, pelo contrário, acarretaria em sérios efeitos colaterais, justamente por sua resposta à quimioterapia não ser satisfatória.

O estudo foi focado na molécula HAGE, que é conhecida pela sua habilidade de conduzir o curso do câncer e pela capacidade de ativar respostas do sistema imunológico. Para tanto, eles analisaram tecidos tumorais de mais de mil pacientes com o tipo triplo negativo do câncer de mama, tanto os que tinham recebido alguma forma de quimioterapia quanto os que não foram tratados desta forma.

A análise mostrou que pacientes que tinham grandes níveis da HAGE, mas não haviam recebido quimioterapia, apresentavam um risco maior de óbito em decorrência da doença quando comparados com os que não indicavam a presença da proteína. O estudo também mostrou que pessoas que indicavam a presença da HAGE e receberam quimioterapia à base de antraciclinas aparentavam menor risco de óbito em decorrência do problema do que os que não indicavam a presença da proteína.

Os cientistas também descobriram que apresentar a proteína está relacionado à presença de células de defesa, linfócitos, infiltrados nos tumores. Os linfócitos têm o potencial de atacar as células tumorais e a presença deles está relacionada com melhores resultados clínicos em vários casos de câncer.

Com isso, os cientistas acreditam que a HAGE propicia a base para a criação de uma vacina terapêutica para o câncer de mama do tipo triplo negativo e para o desenvolvimento de um tratamento combinado entre a quimioterapia e a vacina, visando melhores resultados.

Segundo os pesquisadores, além da urgente necessidade de um tratamento mais individualizado para pacientes com o tipo triplo negativo do câncer de mama, o potencial imunogênico da HAGE e a sua grande expressividade proteica nos tumores, comparada com tecidos sadios, é o que pode fazer deste tipo de câncer a melhor opção para a vacina. Eles já estão trabalhando nos testes para comprovar esta hipótese.

O que é o tipo triplo negativo de câncer de mama?

O triplo negativo, ou carcinoma inflamatório, raramente apresenta receptores hormonais, ou seja, não está ligado à fabricação de hormônios pelo organismo como a maior parte dos cânceres de mama. Ele é a forma mais agressiva da doença e também a mais rara. O carcinoma inflamatório se apresenta como uma inflamação na mama e frequentemente têm uma grande extensão. O câncer de mama do tipo inflamatório também começa nas glândulas que produzem leite. As chances dele se espalhar por outras partes do corpo e produzir metástases são grandes.”

Fonte: HNews

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LEITE MATERNO PODE REDUZIR CHANCES DE CÂNCER NO BEBÊ E NA MÃE

Semana passada foi a Semana do Aleitamento Materno. Nem todas as mulheres conseguem amamentar seus filhos. Algumas por escolha, outras por falta de opção. A semana é cheia de campanhas para incentivar o aleitamento, falando sobre os benefícios para o bebê e para a mamãe. Então, em um blog do UOL saiu essa notícia falando o quanto amamentação também é prevenção de câncer! Legal né? Vejam aqui:

Sabia que o leite materno garante não apenas a saúde do bebê, mas também a da mãe? Segundo dados da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), a cada ano de amamentação completa o risco de a mulher desenvolver câncer de mama diminui de 3% a 4% em média. Já para a criança, o leite garante todos os nutrientes necessários para se desenvolver bem nos primeiros seis meses de vida – além de proteger contra infecções e reduzir o risco de doenças mais graves, como é o caso da leucemia, com estimativa de 11.370 novos casos por ano.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), há registro de 57.120 casos de câncer de mama por ano no Brasil. Esse tipo de câncer é o mais comum entre as mulheres e representa 22% dos casos novos de câncer a cada ano. Relativamente raro antes dos 35 anos, sua incidência aumenta gradativamente com o envelhecimento, pois a cada ciclo menstrual a mulher fica exposta aos hormônios e assim tem mais chances de desenvolver a doença. “Durante a amamentação, a mulher tem seu ciclo suprimido, devido a isso, quanto maior o tempo de amamentação, menos a chance de desenvolver o câncer, pois ela não sofre as ações dos hormônios”, explica o oncologista Amândio Soares, diretor da Oncomed BH.

Nas crianças, o leite materno pode reduzir o risco de doenças mais graves, a exemplo da leucemia linfóide, mais comum nos pequenos. O diagnóstico é feito a partir de quadro clínico suspeito caracterizado por fadiga, cansaço, palpitações, sangramentos, febre associada à alteração do hemograma que evidencia anemia, plaquetopenia, neutropenia e presença de blastos circulantes, quando leucemia aguda. E pode ser confirmado com a coleta da medula óssea para estudo citomorfológico, imunofenotípico e citogenético. “É uma doença maligna dos leucócitos (glóbulos brancos), caracterizada pela proliferação anormal destas células na medula óssea, ocasionando produção insuficiente de células sanguíneas maduras normais. Mas podem ocorrer casos de leucemia mielóide aguda, que acomete tanto adultos (80%), como crianças (15-20%)”, pontua o especialista.

A taxa de sobrevida em cinco anos para a leucemia linfóide aguda (LLA) em crianças, segundo a Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale), tem aumentado ao longo do tempo, chegando a 80% dos casos. Já a mielóide aguda (LMA) aumentou para 50% a 70% dos casos.

ALERTA

No caso das mães, a prevenção é ainda o melhor meio de evitar qualquer tipo de câncer. “Evitar a obesidade, através de dieta equilibrada e prática regular de exercícios físicos e não ingerir bebidas alcoólicas são recomendações importantes na prevenção primária dessa doença”, ressalta Soares. O autoexame – que deve ser realizado uma vez a cada mês, na semana seguinte ao término da menstruação – também é uma forma de prevenção, porém não elimina a necessidade da consulta de rotina com o médico, reforça o oncologista.

O autoexame pode ser feito de duas formas. No chuveiro ou deitada, a mulher deve colocar a mão direita atrás da cabeça e deslizar os dedos indicador, médio e anelar da mão esquerda suavemente em movimentos circulares por toda mama direita, repetindo o movimento utilizando a mão direta para examinar a mama esquerda.

A outra maneira é diante do espelho. Nesse procedimento, a mulher deve levantar os braços, colocando as mãos na cabeça e observar se ocorre alguma mudança no contorno das mamas ou no bico. A técnica deve ser repetida, dessa vez colocando as mãos na cintura e apertando a região, observando se há qualquer alteração. Finalmente, deve-se espremer o mamilo delicadamente e observar se sai qualquer secreção. Alterações cutâneas ou no bico do seio, de nódulos ou espessamentos e secreções mamárias não significa necessariamente a existência de câncer.

 Fonte: UOL

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POR MAIS TEMPO

O que você fez nos últimos três minutos do seu tempo? Navegou pelo site? Postou uma foto? Trocou mensagens com amigos? Sabia que você poderia ter usado esse tempo para ajudar mulheres com câncer de mama metastático a viver mais? Como? Assinando a petição no site da Campanha Por Mais Tempo, que pede pelo acesso à tratamentos no sistema público de saúde que permitem que as mulheres com o câncer de mama em seu estágio mais avançado possam viver mais.

Graças aos avanços da medicina, hoje já existem tratamentos muito específicos, que levam em conta não só a doença, mas a especificidade do tumor. Isso torna essas terapias mais eficazes e provocam menos efeitos colaterais. Mas se, por um lado, comemoramos a vitória desses avanços científicos, por outro temos que reconhecer a triste injustiça de ver pacientes sem acesso a essas importantes conquistas da medicina.

Lançada em junho deste ano, a Campanha Por Mais Tempo visa justamente ampliar o conhecimento da sociedade sobre o câncer de mama metastático. Muito se discute sobre essa doença em seus estágios iniciais, mas o assunto se encerra antes de falar que em 30% dos casos, os estágios iniciais avançam para a fase metastática, quando o tumor já atingiu outros órgãos do corpo. Em 5% a 10% dos casos, o câncer de mama já descoberto com metástase.

Tão importante quanto falar sobre o diagnóstico precoce, que continua sendo a nossa melhor arma contra a doença, é discutir o que acontece quando, infelizmente, o diagnóstico não é precoce. Hoje, mais da metade dos casos dessa doença descobertos na rede pública são diagnosticados já em fases avançadas, o que dificulta o tratamento e impacta diretamente no prognóstico da paciente. Então, queridas Cats, mobilizem seus amigos, parentes, colegas… falem sobre a campanha Por Mais Tempo e, o mais importante, assinem a petição.

Precisamos da ajuda de todos para dar chance às mulheres com câncer de mama metastático de viver mais. Você pode fazer essa diferença! Participe da campanha, compartilhando, divulgando e assinando a petição pela oferta de novos medicamentos para câncer de mama metastático no sistema público de saúde. Acesse www.pormaistempo.com.br. #PorMaisTempo. Faça parte desse movimento!

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CAFÉ PODE AJUDAR NO COMBATE AO CÂNCER DE MAMA

“Uma das bebidas mais consumidas no mundo — no Brasil, fica apenas atrás da água —, o café já foi associado tanto a benefícios para a saúde quanto a danospara organismo dos consumidores mais frequentes. Recentemente, um estudo realizado pela Universidade de Lund, na Suécia, concluiu que o café pode amenizar o crescimento de tumores em mulheres com câncer de mama e ainda diminuir o risco de recorrência da doença.

A pesquisa, feita em parceria com pesquisadores do Reino Unido, combinou dados clínicos sobre o estilo de vida de 1.090 mulheres diagnosticadas com câncer de mama. Todas as participantes estavam sendo tratadas com tamoxifeno — medicamento normalmente usado para ajudar a tratar esse tipo de doença.

Os pesquisadores observaram que cerca de 500 mulheres, que beberam pelo menos duas xícaras de café por dia, tiveram o risco de recorrência de câncer de mama reduzido em 50%, em comparação àquelas que não beberam café ou consumiram menos de uma xícara diária. As participantes que consumiram mais café também tiveram tumores menores e um número reduzido de tumores hormônio-dependentes.

Para entender como foi possível fazer essa associação, pesquisadores investigaram duas substâncias encontradas no café: a cafeína e o ácido cafeico. As células cancerígenas reagiram com essas substâncias — principalmente com a cafeína. Isso reduziu a divisão celular e aumentou a morte das células. A combinação com tamoxifeno também contribuiu para que essa relação fosse possível, o que ressalta a importância de tomar a medicação correta durante o tratamento, aponta os pesquisadores.”

Fonte: Zero Hora