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LEIDIANE CORRÊA

Receber um diagnostico de câncer nunca é fácil! Já não sendo fácil todo o medo e toda a situação, nem sempre as pessoas que a gente espera que vão estar ao nosso lado, estão. Algumas pessoas simplesmente não ficam. Saem. Correm. Correm e rápido. E não é fácil se ver sozinha nisso! Esse é um dos motivos da página Quimioterapia e Beleza também. Vocês, cats, não estão sozinhas! Não mesmo! Nós estamos com você. Mesmo que alguém tenha te deixado.

Essa matéria saiu no G1 e claro que me deixou abalada! Quem puder ajudar a Leidiane, ajude. A cat foi deixada pelo marido, está grávida e está com câncer. Como lidar? Veja a história dela:

“Aos 23 anos e grávida, a vendedora Leidiane Pereira Corrêa recebeu há quatro meses o diagnóstico inesperado de que estava com câncer de mama. A notícia da doença veio no final de maio, um mês depois dela ter descoberto que estava esperando o segundo filho. E, em julho, três dias após a retirada de uma mama, ela recebeu mais um duro golpe: o marido a abandonou. A jovem mora com a filha na casa dos pais no Bairro Jardim Mossoró, em Cuiabá, e precisa de ajuda financeira.

Mas, a despeito das adversidades, Leidiane afirma que não se deixou abater. “Deus não dá nada que a gente não possa carregar. Eu não fico triste e não reclamo porque estou com a doença. Não pode deixar abater. Não é o câncer que mata, o que mata é entrar em depressão. Eu não vou deixar o câncer me vencer. Eu vou vencer. E ele já perdeu. Pra mim, ele não teve vez não”, disse.

A jovem contou que nem o abandono do marido – com quem estava junto havia cerca de um ano e que sumiu sem dar qualquer satisfação – a desestabilizou. “Em nenhum momento eu chorei por causa disso, porque se saiu da minha vida é porque é um traste e não me merece”, falou.

Mas, apesar do otimismo e serenidade, Leidiane tem passado por momentos delicados, como os dias após a cirurgia de retirada de uma das mamas.

“Meu nenê ficou três dias sem mexer. Quando tive alta, me permitiram ir ao hospital e aí vi que o coraçãozinho dele estava batendo. Aquilo foi um alívio”. O bebê, que ganhou o nome de João Miguel, está atualmente com 2,3 kg. A outra filha de Leidiane tem 6 anos e se chama Ana Júlia.

Leidiane começou a fazer quimioterapia em agosto, depois de autorização médica. O tratamento contra o câncer, entretanto, é agressivo e traz sofrimento tanto para a mãe quanto para o bebê. “Na hora que estou fazendo, meu nenê vai mexendo, como se quisesse sair da barriga. Parece que está pedindo socorro”, relatou.

Por causa do câncer e da quimioterapia, Leidiane não vai poder amamentar. Até agora, a jovem fez duas das oito sessões do tratamento. E deverá retomá-lo depois de dar à luz. De acordo com Leidiane, o médico disse que não vai esperar a gestação chegar aos 9 meses. A data exata do parto deve ser definida ainda nesta semana.

Amamentar durante a quimioterapia não é recomendado, segundo o médico oncologista e mastologista, Wilson Garcia Pereira. “Os medicamentos podem fazer mal para a criança. Não é aconselhável amamentar o filho”, explicou.

Ana Júlia, de 6 anos, beija a barriga da mãe Leidiane. A família vive em Cuiabá. (Foto: Carolina Holland/G1)

Cisto e câncer
Em julho do ano passado, Leidiane percebeu que estava com um caroço no seio esquerdo. Exames de ultrassom constataram a alteração e foi receitado um medicamento à jovem, que recebeu ainda a recomendação para voltar ao consultório seis meses depois.

Na volta foi feito novo ultassom, que mostrou novamente o caroço. O mesmo remédio foi receitado para Leidiane. Após uma punção, nada de anormal foi detectado. Entretanto, após descobrir que estava grávida, foi feita biópsia e aí veio o diagnóstico do câncer de mama.

A notícia de que estava com a doença foi recebida como uma tragédia pela família. “Foram duas semanas terríveis, chorando. Parece que a fé da gente passa por provação. Mas agora as coisas estão caminhando”, disse Maria Aparecida Corrêa, de 44 anos, mãe da jovem.

Doações
A família precisa de doações, principalmente de fraldas e de leite especial para recém-nascidos. João Miguel já ganhou um berço.

Fonte: G1

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BETTY LAGO DEIXA SAUDADE

Morreu na manhã deste domingo (13) em sua casa no Rio de Janeiro a atriz e ex-modelo Betty Lago, aos 60 anos. Vítima de um câncer na vesícula, ela lutava contra a doença há três anos. “E o dia amanheceu assim, triste e lindo ao mesmo tempo”, postou Patty Lago, a filha da atriz e ex-modelo no Instagram. Betty também deixa um filho, Bernardo, fruto do seu casamento de 10 anos com o ator Eduardo Conde, morto em 2003.

Também na rede social, a ex-modelo Andrea Dellal postou: “Muito triste, minha amiga Betty Lago se foi…descanse em paz”. Em papo com a coluna, Dellal, que trabalhou com Betty no exterior por muitos anos, se lamentou: “Era uma mulher guerreira, maior que a vida, nunca deixou que a doença se abatesse sobre ela. Lutou até o fim. Perdi uma grande amiga. Quando Betty se mudou para a Europa para seguir com a carreira de modelo, ela morou na minha casa comigo e com a minha irmã. Nós nos ajudamos muito, vivemos momentos maravilhosos. Vou sentir muito a sua falta”, disse, emocionada. Outra modelo pioneira, Dalma Callado foi surpreendida com a notícia pela coluna. “Nós éramos muito amigas. Ela veio para a Europa depois de mim, mas sempre trabalhamos juntas, para os mesmos estilistas. Ela era uma personagem, uma mulher vibrante, cheia de garra, foi logo desejada pelos maiores designers da moda. Quando voltou ao Brasil, mergulhou nessa nova profissão, de atriz, e mostrou um talento imenso, inspirando tanta gente. É uma perda que não dá para ser medida”, afirmou. O estilista Alexandre Herchcovitch também se manifestou. “Ela era única. Nós te amamos”, escreveu ele em seu instagram.

Betty descobriu a doença em março de 2012, após ser internada em estado de urgência, sentindo fortes dores abdominais, na clínica São Vicente, no Rio. Depois de uma cirurgia na vesícula, logo iniciou o tratamento quimioterápicopara o combate  ao câncer na vesícula e depois no fígado. Ela estava em seu apartamento, no bairro do Leblon, no Rio de Janeiro. O enterro será na tarde deste domingo, no Rio. “É um momento muito triste, estávamos confiantes de que ela sairia dessa”, disse à coluna Guilherme Linhares, que foi casado com a atriz. Há cinco meses ela namorava o ator Clovys Torres.

Betty, que estreou como atriz há mais de duas décadas após uma bem-sucedida carreira como modelo no exterior por 15 anos, nunca escondeu de ninguém que enfrentava a doença. Quase sem cabelo por conta do tratamento do câncer, ela continuou com a sua rotina. Confiante e otimista, foi fotografada várias vezes passeando sorridente na companhia de amigos com a cabeça raspada.

No início da década de 1970 Betty descoberta pelo fotógrafo Evandro Teixeira e, sete anos depois, foi tentar a sorte no exterior, passando 15 anos se dividindo entre as principais passarelas da França, Itália e Estados Unidos, desfilando para estilistas como Pierre Cardin e Azzedine Alaïa, Valentino, Thierry Mugler, de quem inclusive foi musa. “Era uma modelo cheia de personalidade e uma mulher extraordinária. Trabalhou para mim diversas vezes. Fazia parte dessas brasileiras magnéticas”, disse Azzedine Alaïa.

Modelo de carreira internacional, surgiu pela primeira vez na televisão na pele da sofisticada Natália, na minissérie Anos Rebeldes (1992), de Gilberto Braga – ela já havia feito cursos de interpretação entre 1988 e 1991, já na reta final de sua carreira de modelo. Dois anos depois já era uma das protagonistas da novela Quatro por Quatro, atmbém na TV Globo. A parceria bem sucedida com o autor Carlos Lombardi se desenvolveu por diversas outras obras do novelista, como Vira-Lata, Uga Uga, O Quinto dos Infernos, Kubanacan, Pé na Jaca e Guerra e Paz.

Estreou como apresentadora de televisão com o programa GNT Fashion, que também dirigiu durante cinco anos, na GNT. A partir de 2005 passou a ser debatedora do Saia Justa, no mesmo canal. Atualmente apresentava o programa Desafio da Beleza, também no GNT, ao lado da modelo Mariana Weickert. “Estou com o coração despedaçado pela despedida da minha amiga, minha parceira…A tua história, tua garra, teu astral e força de viver foram sempre serão inspiradores. Descanse em paz minha amiga”, postou Mariana Weickert nas redes sociais.

Confira dez sintomas da doença. Não se esqueçam que quanto mais cedo detectada, melhor:

1. Tosse persistente ou rouquidão
Não há o que se preocupar com uma tosse, porém uma tosse persistente ou acompanhada de sangue é definitivamente motivo de preocupação. “A maioria das tosses não são câncer”, diz ThereseBartholomew Bevers, professora e diretora do Cancer Prevention Center at the MD Anderson Cancer Center. “Mas, certamente, uma tosse persistente precisa ser avaliada para ver se ela pode ser câncer de pulmão.” O seu médico deve fazer uma radiografia no tórax ou tomografia computadorizada para descartar o câncer como uma possibilidade

2. Mudanças persistentes no intestino
Quando seus movimentos intestinais não são tão fáceis como já foram ou suas fezes parece maior do que o normal ou um pouco deformada, essepoderia ser um sinal de câncer de cólon, dizBartholomew Bevers. “Pode ser um sinal de que há uma massa impedindo o trânsito das fezes“, diz ela.“Esse é um sintoma que uma pessoa deve ir ao médico e agendar uma colonoscopia para ver se háde fato uma massa.”

3. Atenção na urina
“Se há sangue na urina, isso pode ser um indicativo de câncer de bexiga ou nos rins, mas maiscomumente esse é um sinal de uma infecção urinária“, diz Bartholomew Bevers. Verifique a existência de uma infecção em primeiro lugar, em seguida, busque outras opções de tratamento.

 4. Dor persistente e inexplicável
“Dor não é necessariamente um sinal de câncer, mas a dor persistente deve ser verificada”, dizBartholomew Bevers. “Se você tem dores de cabeça persistentes, por exemplo, é provável que não tenha câncer, mas ainda assim você deve ser analisado. A dor persistente no peito pode ser um sinal de câncer de pulmão. E a dor em seu abdômenpoderia ser câncer de ovário.“

5. Perda de peso inexplicada
“Como adultos, nós nos esforçamos muito paraperder peso“, diz Bartholomew Bevers. “Mas se o seu peso está caindo muito, sem qualquer esforçode sua parte, essa é uma grande preocupação e pode ser indicativo de um problema médico sério“.Um desses problemas, diz ela, poderia ser uma doença maligna ou um tumor.

6. Mudança na aparência de pintas
“Uma pinta não é necessariamente um sinal de câncer, mas se você notar alguma mudança na aparência de suas pintas você deve falar com seu dermatologista, que irá fazer um exame para detectar câncer de pele”, diz Bartholomew Bevers.

7. Uma ferida que não cicatriza
Se você tiver uma ferida que não cicatriza há três semanas, você deve ir ao seu médico. “O ferimento já deveria ter cicatrizado após esse período“, dizBartholomew Bevers, “e é aconselhável que você faça um exame para checar”. Essa ferida pode ser um sinal de carcinoma.

8. Sangramento inesperado
Sangramento vaginal fora do seu ciclo normal pode ser um sinal precoce de câncer cervical. Já o sangramento no reto pode indicar câncer de cólon,diz Bartholomew Bevers.

9. Um caroço inexplicável
“Toda vez que você tem um caroço que é novo ou que está mudando, isso é algo que deve ser olhado pelo seu médico”, diz Bartholomew Bevers. Embora possa ser um um quisto benigno, o caroço também pode ser “um câncer que está no tecido. Um nódulo na mama é um sintoma muito comum de câncer de mama”, explica. Consulte o seu médico para obter mais informações.

10. Dificuldade persistente em engolir
Dois tipos de câncer podem estar por trás desse sintoma, incluindo pescoço e câncer de esôfago. “Pessoas que têm esses sintomas começam a modificar suas dietas, comem alimentos mais macios, sem pensar que poderia haver um problema mais sério”.  Atenção: Qualquer tipo de sintoma persistente deve ser levado ao médico.

Fonte: Catraca LivreEpoca

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SEXUALIDADE DA MULHER COM CÂNCER

Quando uma pessoa recebe um diagnóstico de câncer, automaticamente sente-se insegura, com medo, com sensação de desamparo e desespero, com fantasias negativas e receio de morrer. A necessidade de um tratamento quimioterápico reforça e hiperdimensiona estes fantasmas. Por instinto, tendemos a preservar o que é vital: não podemos parar de nos alimentar, de dormir, de ter cuidados básicos de higiene. Mas sexo… sexo não é vital! Não constitui um requisito indispensável para sobrevivência, e por isso é deixado de lado. Para a maioria das pessoas (inclusive aquelas em tratamento e alguns profissionais da saúde) uma mulher em quimioterapia não tem fantasias sexuais, não é desejada, não é sexy nem atraente e não faz sexo!

A prevalência de dificuldades sexuais é de aproximadamente 40% nas mulheres, e chega a 80% naquelas com câncer. Nestas, a resposta sexual depende de um conjunto de fatores: sociais, culturais, religiosos, onde é o câncer, tipo de tratamento necessário, características pessoais e preexistência de alguma dificuldade sexual. Manter-se sexualmente ativo durante o tratamento quimioterápico é importante, pois ajuda a se sentir amado e desejado, melhora a autoestima, induz a relaxamento, reforça que não estamos sós, contribui para manter uma adequada qualidade de vida.

A quimioterapia pode gerar fadiga (cansaço em geral e menos energia para o sexo) e se relacionar à diminuição do desejo e estimulação sexual, surgimento de desconforto (e até dor) durante a relação e dificuldade em atingir o orgasmo. No entanto, a maioria das queixas sexuais surgidas neste momento não se deve diretamente à quimioterapia, mas a fatores ligados à doença e ao estigma de seu tratamento, como surgimento de depressão, preocupação com mudança em sua imagem corporal, comprometimento na autoconfiança, dificuldades prévias no entrosamento do casal ou na relação sexual. Aquelas que se abstêm do sexo lamentam pela perda de intimidade (relacional e sexual) e sentem-se frustradas, com medo de serem abandonadas pelo parceiro.

Na prática, percebe-se maior ocorrência de atrofia genital (ressecamento, menor elasticidade e umidade da vagina), dificultando ou até comprometendo a penetração. A relação precisa de mais preliminares para que o sexo não seja doloroso. Atualmente existem no mercado vários produtos úteis para a mulher que está com câncer e em tratamento quimioterápico, como hidratantes genitais, lubrificantes, hormônios para uso vaginal. Mas lembre-se de que o sexo não se resume à penetração do pênis na vagina. Nossa sexualidade é muito maior do que isso. Engloba dar e receber carinho, beijar, abraçar, acariciar e todas as demais formas de expressão da sexualidade, fundamentais para que um casal se mantenha próximo.

As intervenções realizadas neste momento devem ser destinadas a reduzir o sofrimento e melhorar não só a quantidade, como a qualidade devida em geral, inclusive no âmbito sexual. Se você está enfrentando alguma dificuldade na esfera sexual, ou se foi diagnosticada com câncer e está ou iniciará tratamento quimioterápico, converse com seu médico sobre seus receios, angústias, dúvidas e alternativas para minimizar qualquer efeito indesejado. Ele certamente poderá lhe ajudar. E, se necessário, procure a ajuda de um profissional especializado na área de Sexologia. É importante permanecer sexualmente ativa durante este período. O casal deve estimular sua comunicação, compartilhar desejos (e a falta deles) e fazer com que esta fase sirva para melhorar sua relação como um todo. Muitas vezes precisamos renovar votos, reinventar a vida a dois, re-priorizar e re-negociar o sexo para revigorar a relação. Reinventar a nós mesmos. Viver uma resiliência sexual.

(Texto escrito por: Dra Florence Marques, ginecologista e sexóloga)

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MISS ENFRENTA CÂNCER DUAS VEZES

A miss de Campinas, Aline Wega é linda, é inteligente, é charmosa, entre tantas coisas! O que muita gente não sabe é que ela é uma cat guerreira também! A verdade é que quantas vezes não vemos pessoas fazendo piadinhas de que: “se está participando de concurso de beleza, então é fútil”? Pois Aline prova que as coisas não são assim!

Eleita como Miss de Campinas em 2004, enfrentou um Linfoma de Hodgkin dois anos depois do título, no auge de sua carreira. Depois de alguns anos, quando já curada do linfoma, foi surpreendida por uma leucemia. A cat conta: “Eu acredito que foi uma missão. Eu tentei entender porque aquilo estava acontecendo e levar de um jeito positivo”. Claro que sua vida deu uma reviravolta!

Ela chegou a ouvir dos médicos que sua expectativa de vida seria de apenas 4 meses. Ela é mãe do Igor, e concilia hoje a maternidade com o mundo de palestras motivacionais. Quando soube que estava com câncer, ficou completamente assustada! Para quem viveu ao lado da moda, como superar que agora estaria carequinha? “Eu me olhei no espelho e chorei muito. Eu ficava morrendo de vergonha, não queria que ninguém soubesse. Mexeu muito com a minha autoestima”, conta a miss.

A cat foi para a casa dos pais para passar por tudo com mais calma. Não deixou de sair, encontrava os amigos e ia para festas intercalando com as sessões de quimioterapia

Após seis meses, o pesadelo acabou e a doença se estabilizou. A médica disse que suas chances de engravidar seriam mínimas, mas o Igor chegou ao mundo em 2008 e mudou a vida da Aline. Ela deixou de lado a carreira na passarela para dedicar ao filho. Se formou em arquitetura e design de interiores também.

E anos depois, outra batalha começava: leucemia. “Foi menos pior, acho que eu já estava mais preparada, mas nem passava pela minha cabeça que iria voltar”, conta. Ela teve que passar por um transplante e para isso fez uma campanha para encontrar seu doador, já que a chance era de uma para 100 mil. Seu filho foi um grande motivo para que ela permanecesse confiante. “Eu não queria que ele me visse triste, por isso eu ficava forte. Eu quis aproveitar todos os momentos que eu tinha ao lado dele, ele foi minha maior força para enfrentar”, conta. Um dos momentos marcantes foi quando ela raspa o cabelo na frente do filho, para que ele não se assustasse.

Ao final da campanha, Aline encontrou 8 doadores 90% compatíveis. O “renascimento”, como ela chama o transplante, aconteceu no dia 14 de agosto de 2013. “Quando eu vi a medula do doador chegando, eu chorei, ajoelhei e agradeci”, desabafa. Ela não sabe a identidade do doador mas disse que reza todos os dias por ele. É eternamente grata, claro.

E depois de tudo, ela diz que a maior lição que aprendeu é que existe o amor ao próximo e o mundo não está perdido. Acho lindo como muitas pessoas também me dizem isso! Eu também aprendi isso! Na verdade sinto que os laços entre cats, uma ajudando a outra, é algo admirável!

Para Aline, mulheres sofrem mais com o estado psicológico, principalemente por conta da aparência. E eu concordo! Muitas – eu diria a maioria – das mulheres se assustam quando sabem que estão com câncer não só pela doença em si, mas também pelo quanto elas ficariam feias com o tratamento.

A cat ainda conta: “Se eu pudesse viver careca a vida inteira, eu viveria. O importante é que eu estou viva e posso ficar perto do meu filho. A cura depende da minha cabeça, não só da quimioterapia”

Segundo a ex-modelo, a autoestima do paciente influencia no apoio às pessoas próximas. “As pessoas não sabem nem o que dizer nessa situação, mas se eu já estou com um sorriso, fica muito mais fácil”, diz.

‘Pró-Medula’

A cat é uma voluntária das campanhas “Pró Medula”. Ela procura conscientizar as pessoas sobre a importância de ser doador, de salvar a vida de outras pessoas.
Aline vive ainda hoje com sequelas, mas que, segundo ela, não significam nada perto de tudo que já passou. A miss faz pilates para que a musculatura não atrofie, pinga colírios todos os dias e faz sangrias regularmente.

Fonte: G1 

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O GRUPO PEROLAS ROSAS

Wladja, Paola, Ana, Aline, Pliciane, Alyne, Rilvia

Oferecer apoio emocional e informativo por meio de troca de experiências a mulheres que estejam enfrentando o diagnostico de câncer de mama é o objetivo de um grupo de amigas que também passaram pelo mesmo momento e resolveram se unir em prol dessa causa criando o grupo PEROLAS ROSAS. Desde o inicio do ano, que o grupo de amigas iniciou a troca de experiências por meio de grupos virtuais e encontros para dividir suas duvidas e anseios. Atualmente o grupo também usa pagina no Facebook e Instagram com mensagens de apoio, fotos e dicas. Uma forma de levar conforto para quem também está passando pelo processo.

A psicóloga Aline de Moraes, 36 anos que descobriu em 2011 que estava com câncer de mama relata a importância de ser acolhida nesse momento do diagnostico:

– Ter um espaço de apoio e acolhimento nesse momento do diagnostico e poder trocar experiências parecidas é muito importante. Desde o diagnóstico e durante o tratamento o processo é longo e as perdas são significativas, ter esse espaço e essa troca com pessoas que vivenciam o mesmo momento nos ajudam a elaborar muitas questões.

Nos encontros do dia a dia em meio a consultas elas se conheceram e chegaram a um grupo virtual que começou a tomar forma no primeiro semestre desse ano. A experiência em redes sociais de uma das participantes do grupo, Rilvia Saraiva, 34 anos, Professora Universitária, que recebeu seu diagnóstico em 2014, contribuiu para que o grupo se fortalecesse e fosse além dos contatos virtuais:

– Para não me sentir sozinha durante o tratamento resolvi compartilhar tudo que estava acontecendo comigo através de uma fanpage:cancerdemamanaotemidade. Era uma forma de contar para os meus amigos todos de uma vez, era uma maneira de evitar a cara de espanto quando as pessoas me vissem a primeira vez careca e de quebra eu queria alertar outras mulheres jovens de que SIM é possível ter câncer de mama antes dos 35 anos. Eu que pensava em ajudar as pessoas, passei a ser cuidada mesmo que virtualmente. Conheci várias mulheres jovens iguais a mim, algumas até mais jovens e sem nenhum caso de câncer na família. Comecei a me comunicar com elas e dividir informações, duvidas, angustia e dicas de como passar pelo tratamento de forma mais tranquila e bem humorada.

Receber depoimentos de que é possível SIM passar por tudo de uma forma mais leve estimula as jovens mulheres. Depoimentos relatam como foi a busca e como o grupo ajuda nesse momento: Caso de Wladja Gadelha, 38anos, Bancária, diagnosticada em 2013:

– Quando descobri o câncer de mama, minha primeira atitude foi procurar mulheres que tivessem passado pelo que eu estava passando e pudessem me explicar sobre o tratamento. Descobrir o grupo foi uma sensação de felicidade sem tamanho, pois fui acolhida e passei a conviver com mulheres que entendem minhas angústias e medos.

São Muitos os medos e as dúvidas e nada melhor que partilhar esses momentos com quem também tem os mesmos sentimentos: Alyne Valentim, 37, contadora, também relata:

_ Me senti compreendida.  Com a sensação de saber que tudo que eu falava a respeito do que eu estava sentindo em relação ao câncer alguém me compreendia exatamente.  Além de ter me sentindo muito acolhida e amada. Senti um elo de energia e missão que nos envolve o que me causou bastante entusiasmo pela vida

Ter um espaço de informações e descontração faz com que elas se sintam acolhidas e mais leves para o enfrentamento da doença. Pliciane Bravo, 41anos, Coordenadora Comercial relata:

–Descobri o câncer em 2014. Depois de todo o tratamento, é hora de cuidar do psicológico, e de cuidar dos medos que rondam o seu dia. Os encontros com o grupo representam para mim uma terapia, poder dividir as emoções sabendo que você não está sozinha é sair de alma leve e renovada.

Os encontros são realizados as quintas feira no Instituto Roda da vida, fundado pela Dra. Paola Torres que apoia a causa e cede o espaço para momentos de descontração, troca de experiência e iniciativas de acolhimento para novas participantes que buscam apoio.

Ana França, 37, Servidora publica foi diagnosticada em 2014, fala da importância do grupo em meio ao seu tratamento que ainda esta realizando:

– Ter familiares e amigos por perto é maravilhoso durante o tratamento, me senti amada, afagada, apoiada, mimada rsrs, mas como o tratamento é longo e os medos e os anseios só sabe quem sente, vi que ficava mais fácil trocar experiências emocionais com as pessoas que vivenciam ou vivenciaram o Nesse sentido, o PEROLAS ROSAS, inclui momento educativo/informativo e divertido com encontros, atividades de amor ao próximo, e assim, vai se construindo um local de apoio que leva as jovens mulheres a uma maior aceitação do tratamento bem como uma proposta de melhor qualidade de vida nesse momento mesmo que desafiador.

Para mais informações sobre o grupo, acesse a página no Facebook

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RIO DE JANEIRO APROVA A “LEI ANGELINA JOLIE”

Uma lei publicada nesta quarta-feira (26), batizada com o nome da atriz americana Angelina Jolie, autoriza o estado do Rio a assinar um convênio para oferecer a realização de exames de sequenciamento genético em mulheres com histórico de câncer de mama ou de ovário na família. O teste observa se a paciente tem uma mutação nos genes BRCA1 e BRCA2, que são considerados “protetores” deste tipo da doença. Esta mutação pode facilitar o aparecimento da doença.

O exame, que custa cerca de R$  6,7 mil, passaria a ser feito gratuitamente através do Sistema Único de Saúde (SUS) e poderia diminuir a chance de aparecimento do câncer nas pacientes em todo o estado. Não há prazo, no entanto, para o pacto ser firmado e os exames serem liberados.

Como mostrou o Bem Estar, a atriz Angelina Jolie passou pelo mesmo exame e, por meio dele, descobriu que tinha uma mutação hereditária no gene BRCA1. O problema aumenta em 87% o risco de uma mulher desenvolver câncer de mama, ou ainda em 50% o risco de ter um câncer de ovário. Preocupada com o histórico familiar — a mãe da atriz morrera em 2007 após ter a doença diagnosticada —  Angelina fez uma mastectomia (cirurgia para retirar os dois seios) em 2013. Este ano, ela também retirou os ovários.

De acordo com a lei proposta pela deputada estadual Marcia Jeovani (PR), o exame terá que ser requisitado por um oncologista, geneticista ou mastologista e ressalta que a lei não é um incentivo à mastectomia. Será necessário também apresentar laudo com histórico familiar de câncer de mama. A doença tem que ter sido diagnosticada antes dos 50 anos de idade em dois parentes de primeiro grau ou três parentes de segundo grau, enquanto o paciente que vai passar pelo exame deverá ter até 40 anos.

“Antes, ninguém ouvia falar deste exame. Quando surgiu uma atriz rica, bonita e famosa todo mundo questionou. Falaram: ‘É excêntrica, é isso, é aquilo’, mas vendo mais a fundo viemos a saber que ela fez exame porque já tinha perdido a mãe e tinha grande possibilidade de ter a doença. Achamos por bem que a le itivesse o nome da Angelina”, disse a parlamentar ao G1.

Câncer de mama
O câncer de mama é o carcinoma mais comum em mulheres, respondendo por 22% do total de casos novos a cada ano no Brasil, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca). Estimativa do instituto aponta que o país registrou 52.680 novos casos da doença apenas em 2012. São considerados fatores de risco, tanto para homens quanto para mulheres, histórico familiar, obesidade, sedentarismo e antecedente de patologias mamárias.

Fonte: G1

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CIENTISTAS PODEM TER DESCOBERTO VACINA CONTRA CÂNCER DE MAMA

Cats, olhem essa notícia que saiu:

“Cientistas da Universidade de Nottingham Trent, no Reino Unido, identificaram uma potencial nova forma para combater o tipo mais agressivo de câncer de mama e extremamente difícil de tratar, conhecido como triplo negativo, que, no futuro, pode levar a uma vacina contra este tipo da doença. Estima-se que 12% dos casos de câncer de mama diagnosticados em todo o mundo sejam do tipo triplo negativo. A descoberta foi publicada na revista científicaClinical Cancer Research.

O estudo afirma que a presença de uma proteína específica do câncerparece mostrar o quanto pacientes com o tipo triplo negativo do câncer de mama podem responder de forma positiva à quimioterapia. Com isso, os pacientes seriam poupados de um tratamento que não traria benefícios no caso deles, pelo contrário, acarretaria em sérios efeitos colaterais, justamente por sua resposta à quimioterapia não ser satisfatória.

O estudo foi focado na molécula HAGE, que é conhecida pela sua habilidade de conduzir o curso do câncer e pela capacidade de ativar respostas do sistema imunológico. Para tanto, eles analisaram tecidos tumorais de mais de mil pacientes com o tipo triplo negativo do câncer de mama, tanto os que tinham recebido alguma forma de quimioterapia quanto os que não foram tratados desta forma.

A análise mostrou que pacientes que tinham grandes níveis da HAGE, mas não haviam recebido quimioterapia, apresentavam um risco maior de óbito em decorrência da doença quando comparados com os que não indicavam a presença da proteína. O estudo também mostrou que pessoas que indicavam a presença da HAGE e receberam quimioterapia à base de antraciclinas aparentavam menor risco de óbito em decorrência do problema do que os que não indicavam a presença da proteína.

Os cientistas também descobriram que apresentar a proteína está relacionado à presença de células de defesa, linfócitos, infiltrados nos tumores. Os linfócitos têm o potencial de atacar as células tumorais e a presença deles está relacionada com melhores resultados clínicos em vários casos de câncer.

Com isso, os cientistas acreditam que a HAGE propicia a base para a criação de uma vacina terapêutica para o câncer de mama do tipo triplo negativo e para o desenvolvimento de um tratamento combinado entre a quimioterapia e a vacina, visando melhores resultados.

Segundo os pesquisadores, além da urgente necessidade de um tratamento mais individualizado para pacientes com o tipo triplo negativo do câncer de mama, o potencial imunogênico da HAGE e a sua grande expressividade proteica nos tumores, comparada com tecidos sadios, é o que pode fazer deste tipo de câncer a melhor opção para a vacina. Eles já estão trabalhando nos testes para comprovar esta hipótese.

O que é o tipo triplo negativo de câncer de mama?

O triplo negativo, ou carcinoma inflamatório, raramente apresenta receptores hormonais, ou seja, não está ligado à fabricação de hormônios pelo organismo como a maior parte dos cânceres de mama. Ele é a forma mais agressiva da doença e também a mais rara. O carcinoma inflamatório se apresenta como uma inflamação na mama e frequentemente têm uma grande extensão. O câncer de mama do tipo inflamatório também começa nas glândulas que produzem leite. As chances dele se espalhar por outras partes do corpo e produzir metástases são grandes.”

Fonte: HNews

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CAT CELEBRITY: GLORIA PEREZ

A cat da semana é uma noveleira que todo mundo conhece! A Gloria Perez nasceu no dia 25 de setembro de 1948 (completa 67 anos nesse ano), em Rio Branco. Aos 15 anos mudou para Brasília, onde terminou o colegial e fez 3 anos de direito, mas abandonou o curso quando a universidade foi invadida por militares. De qualquer jeito, ela mesma diz que não escolheu cursar direito, isso foi um desejo do pai somente. Foi para Rio de Janeiro e lá cursou História na UFRJ. Começou seu mestrado em História lá também, mas não chegou a defender a tese, pois aceitou o convite de Janete Clair e optou pela carreira na televisão. E se encontrou nesse mundo da televisão! Ganhou muitos prêmios pelo seu trabalho, inclusive prêmios internacionais! Entre seus trabalhos mais reconhecidos temos: Barriga de Aluguel (1990), De Corpo e Alma (1992), Hilda Furacão (1998), O Clone (2001), América (2005), Caminho das Índias (2009). Seu trabalho mais recente é Dupla Identidade (2014).

Mas sua vida não foi só luxo! Passou por muita barra pesada, inclusive a perda de dois de seus três filhos (Daniella, Rodrigo e Rafael). Daniella trabalhava como atriz na novela que Glória escrevia, De Corpo e Alma, e em dezembro de 1992 foi assassinada pelo colega de trabalho Guilherme de Pádua. Rafael faleceu em 2002, aos 25 anos, com uma infecção intestinal generalizada.

Glória começou uma campanha após o assassinato de sua filha, e com apoio de muita gente, muitas assinaturas, e resultou na inclusão de Homicídio na Lei de Crimes Hediondos

Depois de tanto sofrimento, ainda teve que passar por um câncer. Foi em 2009, quando Caminho das Índias estava no ar, uma novela de sucesso. O que muita gente não sabe é que muitos dos capítulos da novela foram escritos dentro da sala de quimioterapia! Ela foi diagnosticada com linfoma, passou por cirurgia e quimioterapia. Felizmente, se curou e pode virar a página!

Em entrevista com R7, Glória respondeu algumas perguntas:

R7 – Qual a sensação quando Caminho das Índias acabou? Foi de vitória? Por quê?
Gloria Perez – 
Foi um momento muito feliz da minha carreira. A novela envolveu, encantou o país, recuperamos números que há tempos não eram alcançados e deixou saudade no público. Tudo o que um contador de historias pode desejar!

R7 – Como foi descobrir um câncer e fazer o tratamento durante a feitura da novela? Foi muito difícil? De onde você tirou forças?
Gloria – 
Foi complicado, claro! Mas descobri que a quimio não é mais um bicho de sete cabeças. Com os avanços que aconteceram na área, pode-se passar por ela sem abrir mão dos projetos, do trabalho, da rotina de vida. É óbvio que você faz tudo com mais dificuldade, mas faz. Não sou nenhuma raridade. Tomei as aplicações escrevendo capítulos numa sala onde todo mundo trabalhava e resolvia questões do cotidiano. É claro que cada caso é um caso, mas é possível passar por isto continuando a tocar sua vida.

R7 – Como está o tratamento? Já acabou?
Gloria – 
Acabou, sim. Fiz as seis aplicações R-CHOP [quimioterapia] e o exame PET [feito para detectar o câncer]. O diagnóstico precoce foi essencial para esse bom resultado.

R7 – Quais pessoas lhe deram apoio neste momento?
Gloria – 
Tive muito suporte, da família e dos amigos. Meu irmão e minha cunhada se mudaram para a minha casa, minha mãe veio de Brasília, meu filho, meus amigos estavam sempre perto. Esse apoio foi essencial para o bom resultado do tratamento. Tenho certeza disso.

R7 – Você é tida no Brasil todo como um exemplo de mulher. Você se acha uma guerreira. Por quê?
Gloria – 
Acho que sou uma pessoa que enfrenta a realidade, até porque, é inútil se rebelar contra ela. Desanimar e perguntar porque isto aconteceu com você e só perda de tempo e de energia. Talvez, por isto, costume servir de referencia para muitas pessoas que atravessam situações difíceis e dolorosas.

R7 – Você tem medo de morrer?
Gloria – 
Medo de morrer? Talvez eu tenha medo do como. De morrer, propriamente, não. Todos vamos chegar a isso, não é? Taí uma coisa impossível de evitar.

R7 – Muita gente criticou sua novela no começo. Mas ela acabou com bons índices no ibope e com seus personagens na boca do povo. Acha que isso foi um cala a boca para muita gente?
Gloria – 
Tem aquela turminha que antes de qualquer novela minha estrear já começa a escrever contra! São pessoas que ridicularizaram a internet, dizendo que a rede era invenção minha, e para quem os transplantes de coração, as barrigas de aluguel, brasileiros imigrando para os EUA, cultura muçulmana, indiana, clonagem humana são coisas que só existem na imaginação de Gloria Perez! Eles são meu ‘Casseta e Planeta’ particular! Morro de rir com eles. Não me preocupo em dar nenhum cala a boca. Gente medíocre não me interessa nem pra isso!

R7 – O site da novela chegou a ter 2,7 milhões de acessos diários por dia. O que você achou do sucesso da novela na internet também?
Gloria – 
Curti muito! Sempre fui muito ligada à internet, tanto que a ideia da rede foi popularizada através de uma novela minha, Explode Coração, que era bem interativa, aliás. Naquela época tínhamos BBS, e as pessoas se apaixonavam ali, rompiam relações da vida real por conta dessas paixões, terminavam o namoro e o caso ainda ficava mal resolvido, sem que nunca se tivessem visto! E olha que naquela época não se podia mandar fotografias, o amado ou amada virtual era mesmo uma construção da imaginação de cada um! Isso me impressionava, por isso escrevi a novela.

Fonte: Wikpedia

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VIRGEM EM CÂNCER: O LIVRO DE CRÔNICAS INSPIRADAS EM MULHERES COM CÂNCER

A primeira obra do jovem autor Igor Zahir, que por anos escreveu para veículos como Glamour, Marie Claire, Vogue, GQ, Casa Vogue e L’Officiel, é dedicada para pessoas que gostam de ouvir belos relatos, se envolvem numa bela narrativa e apreciam histórias engraçadas sobre o universo feminino: sexo e sedução, casamento e separação, vaidade, impaciência, fé (ou a falta dela), perda de entes queridos, relação (nem sempre boa) com a mãe, medo da morte, etc. O que diferencia “Virgem em Câncer” de outros livros é que todas as crônicas, escritas por ou relatadas para Igor Zahir, são feitas sob a perspectiva de mulheres que têm (ou tiveram) câncer de mama. Em crônicas avulsas, o autor dá vida a um time de mulheres encantadoras, daquelas que fazem você morrer de rir, chorar, ficar com raiva e, principalmente, se imaginar na pele delas. E eu “sou” uma das crônicas!!

Apesar de não ser classificado como livro de autoajuda, ele é indicado também para portadoras de câncer de mama, seus cuidadores, familiares e amigos. Como não poderia deixar de ser! À venda na Amazon por R$ 24,90, “Virgem em Câncer – e outras crônicas” está disponível em formato de eBook e 35% dos lucros irá para o Instituto Oncoguia, referência no combate e prevenção do câncer de mama. Vale salientar que, mesmo para quem mora em outros países, o livro está disponível nos sites da Amazon nos Estados Unidos, Austrália, Alemanha, França, Reino Unido, Espanha, Itália, Japão, México, Índia, Canadá e Holanda.

Link para compra: Amazon

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CAT CELEBRITY: DRICA MORAES

A Drica Moraes é a cat celebrity da semana! E sabiam que ela faz aniversário amanhã? Pois é! Nascida no dia 29 de julho de 1969, a leonina é conhecida como Drica mas seu nome é Adriana Moraes Rêgo Reis. Filha de uma dona de restaurante e de um arquiteto, é a única entre os sete filhos que foi para o mundo artístico.

Ela começou fazendo teatro com Miguel Falabella, e logo aos treze anos começou a vida de atriz: participando de teatro infantil. Foi em 1986 que estreou na Globo, mas de maneira discreta: no episódio O seqüestro de Lauro Corona, do extinto Teletema. Em 1989 participou do espetáculo O Segredo de Cocachim, e ganhou o Prêmio Coca Cola. Sua aparição em novelas começou com 1989 também, em Top Model. Depois disso foi aparecendo cada vez mais na televisão: Chocolate com Pimenta, Alma Gêmea, Pé na Jaca, Ti Ti Ti, Guerra dos Sexos, Império, entre outras. Inclusive está em Verdades Secretas agora, fazendo o papel da Carolina Brito (protagonista).

E o cinema não ficou de lado em sua carreira! Em 1990 participou do curta metragem “Vaidade”, seu primeiro papel no cinema. Desde então participou de vários filmes, sendo os mais recentes: Getúlio (2014) e Bruna Surfistinha (2011). Teatro também é algo super presente! A Drica sempre faz uma peça ou outra, ela não para! Vencedora de vários prêmios com suas atuações, a atriz sabe como encantar.

Ela passou por uma fase conturbada, se sentindo mal sem saber o que havia de errado. Depois de uma bateria de exames, foi internada em um hospital em fevereiro de 2010 e recebeu seu diagnóstico: leucemia mieloide aguda. Se encontrou perdida, entrou em depressão, e começou o tratamento com quimioterapia. Seu irmão é médico e acompanhou todo o processo. Em julho fez transplante de medula, e depois de recuperada deu uma entrevista ao Fantástico dizendo: “A vida melhora muito se você não morre” e que pensou em seu filho Mateus a todo tempo. Todo seu tratamento foi muito “discreto” e familiar, não quiseram muita intromissão da mídia. Em 2014, estava em Império e foi afastada por motivos de saúde: começou a rolar o boato que o câncer tinha voltado, mas não. A atriz foi afastada por uma faringite, sua imunidade estava abalada.

Segue a entrevista que ela deu para o Fantástico:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Drica_Moraes

https://pt.wikipedia.org/wiki/Drica_Moraes

http://ego.globo.com/famosos/noticia/2014/12/assessoria-de-drica-moraes-garante-que-atriz-nao-teve-recaida-do-cancer.html