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IMUNIDADE

Imunidade é a proteção do nosso corpo: se nossas células de defesa não estão tão bem, nossa imunidade baixa e podemos ficar doentes. A quimioterapia mexe com a imunidade. Isso porque a medicação destrói não só as células cancerígenas, como também as saudáveis. Então com as sessões de quimio, nossa imunidade baixa – algo que devemos cuidar! Em alguns casos, se a imunidade baixa muito, tomamos injeção na barriga pro corpo reagir e começar a produzir células de defesa. Mas para não ter que parar com quimio ou tomar injeção, devemos nos cuidar da melhor maneira para ficarmos fortes – até porque com essa mudança de tempo é gripe pra lá e pra cá né?

Dicas para a imunidade subir:

  1. Alimentação!!  Comer direito é uma grande aliada do corpo. O Shitake, por exemplo, é rico em vitaminas e tem uma substância que ajuda o corpo a produzir glóbulos brancos. Gengibre, verduras escuras, açaí, frutas cítricas (Vitamina C), lentilha, nozes, entre outras delícias. Alimentos com cálcio, zinco e omega 3 são valiosíssimos. Procure sempre comer salada, mas cuidado: ela deve ser MUITO bem lavada!
  2. Sono: durma bem, é essencial! O indicado é sono de 8 horas. Caso você esteja com dificuldade para dormir, converse com seu médico. Uma dica é tomar um chá de cidreira antes de dormir, que acalma.
  3. Água!! Beba muito esse líquido, para que o corpo funcione da melhor forma.
  4. Muito cuidado com os maus hábitos: bebidas alcoolicas, cigarro, muito estressa e má alimentação por exemplo.
  5. Bons hábitos de higiene são essenciais! Se puder, ande com alcool gel na bolsa, é uma dica amiga! Lave as mãos sempre, mas principalmente antes de comer.
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11 BENEFÍCIOS DO RISO PARA A SAÚDE

Com tanta correria: rotinas nos hospitais, exame, quimioterapia e tuuuudo mais, claro que nos estressamos! Mas mesmo com tudo isso, não podemos deixar de sorrir. Não estar bem às vezes não tem problema, é humano. Ficamos tristonhos, querendo carinho, abraço, mimos, chorar vendo filme, pensativos… Mas isso de vez em quando. No dia a dia, sorrir é um ato natural, de graça e um grande aliado de nossa saúde!

Claro, além daquela deliciosa sensação que o riso causa, ele também ajuda a prevenir doenças e auxilia no bom funcionamento corporal. Dar gargalhada já é um ótimo motivo só pela sensação,mas imagine descobrir 11 benefícios? Pois vejam (de acordo com o site Minha Vida):

Coração:

Uma pesquisa na Universidade de Loma Linda, na Califórnia (EUA), afirma que o riso pode reduzir o risco de doenças cardíacas. A equipe separou dois grupos de pessoas que tinham sofrido um ataque cardíaco e estavam sob cuidados médicos. O primeiro grupo assistia a vídeos de humor durante 20 minutos, todos os dias.

Após um ano, esse grupo apresentou uma queda de 66% da proteína C-reativa, que é um marcador da inflamação e do risco de problemas cardiovasculares. A queda dessa substância no outro grupo foi de apenas 26%. Como conclusão, as pessoas que riram mais tiveram o risco de problemas cardíacos reduzido significativamente.

Colesterol e Diabetes:

Dar boas risadas pode aumentar os níveis de colesterol bom no sangue, de acordo com uma pesquisa realizada na Universidade Loma Linda. Os pesquisadores acompanharam 20 pacientes diabéticos com altas taxas de colesterol ruim no sangue. Todos usavam remédios para controlar esses problemas.

Metade desses pacientes continuou com o tratamento padrão, enquanto a outra metade, além de tomar a medicação, assistia a filmes de comédia diariamente, durante 30 minutos. Após um ano, o grupo que foi estimulado a gargalhar elevou seus níveis de HDL, o bom colesterol, em até 26%. No grupo de controle o aumento foi de apenas 3%.

Pressão arterial:

Um estudo realizado na escola de medicina da Universidade de Baltimore (EUA) descobriu que rir diminui a pressão arterial, enquanto o estressa a aumenta.

A equipe estudou 20 voluntários saudáveis, não fumantes, com idade média de 33 anos. Eles assistiam primeiro a um trecho de um filme que causasse estresse e, 48 horas depois, viam um filme de comédia.

Antes de assistir a cada filme, os voluntários ficavam em jejum e submetiam-se a testes para saber como vasos sanguíneos respondiam a súbitos aumentos no fluxo de sangue.

Ao final do estudo, foi revelado que o estresse reduz o fluxo de sangue em 35%. Já as risadas provocadas pela comédia fizeram com que o fluxo aumentasse 22%, reduzindo a pressão arterial. Paralelo a isso, ocorria uma limpeza dos vasos sanguíneos.

Pulmões:

De acordo com a especialista em terapia do riso Conceição Trucom, quando damos uma boa gargalhada, a absorção de oxigênio pelos pulmões aumenta. Inalamos mais ar e, com isso, a expiração também fica mais forte. “Com maior ventilação pulmonar, o excesso de dióxido de carbono e vapores residuais é rapidamente eliminado, promovendo uma limpeza ou desintoxicação”. Ou seja, rir limpa os seus pulmões e ainda os deixa mais fortes!

Digestão:

De acordo com a psicóloga Fátima Niemeyer, da Sociedade Brasileira de Psicologia, os músculos que são mais estimulados quando rimos são os abdominais. Esses movimentos fazem uma espécie de massagem em nosso sistema gastrointestinal, melhorando a digestão. “Essa massagem também revigora todo o trabalho hepático”, diz Conceição.

Circulação:

O ritmo cardíaco acelera quando começamos a rir. Os batimentos podem atingir até 120 pulsações por minuto, em comparação com as 70 pulsações por minuto quando estamos em repouso. “Quando a pulsação aumenta, o sangue circula mais intensamente no organismo, o que aumenta a oxigenação de todas as células, tecidos e órgãos”, afirma Fátima. Isso faz com que nosso organismo funcione a todo vapor!

Sistema imunológico:

“Durante uma sessão de gargalhadas, os níveis de cortisol e adrenalina – hormônios do estresse – baixam”, diz Conceição. Além disso, nosso cérebro passa a produzir endorfina, hormônio que nos deixa relaxado.

Isso faz com que o corpo consiga produzir mais células de defesa, que ficam mais ativas, fortalecendo o sistema imunológico e blindando o organismo contra doenças.

Segundo Conceição, as células que ganham vantagem na produção – quando os níveis de estresse abaixam – são os linfócitos B, responsáveis pela produção de anticorpos; os linfócitos T, que são verdadeiros rastreadores de vírus e bactérias; a imunoglobina A, um anticorpo essencial no combate às infecções respiratórias; e as células NK, que são destruidoras de células cancerígenas.

Combate a rugas:

Ao dar boas risadas, nós movimentamos 12 músculos faciais e, ao dar gargalhadas, movimentamos 24 desses músculos. Quando conversamos e gargalhamos ao mesmo tempo, então, são 84 músculos. Todo esse exercício facial estica a pele, retardando o aparecimento de rugas.

Exercício físico:

De acordo com uma pesquisa feita pela equipe da Universidade de Loma Linda, uma gargalhada é tão saudável quanto a prática de exercícios físicos. Isso porque ela estimula a circulação, produz endorfina e também movimenta nossos músculos, não só do abdômen, mas das pernas, braços e pés.

Os pesquisadores afirmaram que o riso pode ser a chave para a saúde de idosos que não conseguem praticar atividades físicas.

Autoestima:

“O sorriso melhora o bom humor, eleva a autoestima te deixa mais seguro”, diz a psicóloga Melina Blanco Amarins, do Hospital Albert Einstein. Ela afirma que a Terapia do Riso nos hospitais é capaz levantar o alto astral do paciente e diminuir o sofrimento da internação, deixando-o mais confiante.

A psicóloga Fátima conta que o sorriso traz uma série de sensações agradáveis e ajuda a eliminar sensações negativas, como tristeza e, até mesmo, depressão.

Sorrir é contagioso!

A psicóloga Melina explica que o sorriso, além de trazer todos esses benefícios a nossa saúde, ainda é capaz de nos aproximar das pessoas conhecidas e aumentar as chances de fazer novas amizades. Afinal, ele não deixa de ser uma forma de comunicação. “Sorrir faz parte das relações sociais e compartilhá-lo faz bem a você a ao próximo!”, diz Melina.

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DIETA MEDITERRÂNEA

Cientistas fizeram uma descoberta que vai deixar os simpatizantes da dieta mediterrânea animados: alimentos presentes nesse regime são capazes de proteger o ser humano dos efeitos nocivos do álcool. Ironicamente, a dieta mediterrânea é regada a muito vinho – recomenda-se que a bebida acompanhe todas as refeições.

Além da ressaca, o consumo de álcool pode elevar o risco de câncer de mama devido ao aumento nos níveis de estrogênio. Porém, o azeite de oliva extra virgem, presente no regime alimentar dos povos do Mediterrâneo, contém vários antiestrogênicos que bloqueiam as ações cancerígenas desse composto. Ademais, o ácido fólico, outra substância encontrada em legumes da dieta, também fornece uma ação protetora contra os efeitos do álcool.

Desse modo, a dieta mediterrânea consegue unir o útil ao agradável: você pode beber bebidas alcoólicas (com moderação) e ainda se prevenir contra algumas doenças. E ainda tem mais: esse regime alimentar tem outros benefícios para quem quer emagrecer de maneira saudável.

Considerada a mais saudável do mundo, a dieta mediterrânea tem angariado adeptos em diversos países desde meados dos anos 50. Foi nessa época que o cientista americano Ancel Keys notou que os povos mediterrâneos consumiam a mesma quantidade de calorias que os ocidentais.

“Entretanto, os orientais apresentavam incidências muito menores de doenças cardíacas quando comparados aos americanos”, conta a nutricionista Thália de Paula, em entrevista a EXAME.com.

Isso acontece pois o azeite de oliva e a castanha, substâncias indispensáveis na dieta mediterrânea, aumentam o colesterol do tipo HDL – que retira moléculas de gordura do sangue, explica a nutricionista

Assim, em um primeiro momento, o cardápio desse regime pode parecer que tem um consumo calórico de gorduras maior do que que o considerado normal em dietas de emagrecimento em países do Ocidente. Porém, essa gordura é de qualidade e pode ser encontrada em vários alimentos da dieta mediterrânea, como os peixes e as proteínas vegetais (lentilha, grão de bico, feijão e soja).

Outra vantagem da dieta mediterrânea é que produtos industrializados ou com aditivos químicos são eliminados do cardápio, dando lugar à alimentos frescos. Devido a essa mudança, o organismo consegue encontrar o equilíbrio necessário para o emagrecimento – é possível perder entre dois e cinco quilos em um mês – e a prevenção de doenças.

Fonte: Época

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VOLTANDO AO TRABALHO APÓS O CÂNCER

Eu sempre fui muito ativa. Deixar de trabalhar e me cuidar foi um pouco difícil pra mim. Acabava procurando o que fazer para não ficar parada. Minha vida então mudou completamente né? Comecei a trabalhar com o blog, me senti e me sinto completamente realizada. Quero só crescer! Quando trabalhamos e amamos nosso trabalho, o bem que isso causa não tem tamanho. Mas aprendi com tudo isso que tenho que respeitar meu corpo e meu limite. Apesar da dificuldade de estar parada, aprendi que meu corpo precisava desse descanso. E quando pude voltar para ativa, voltei, mas levando muito mais em consideração minha saúde.

Oncoguia fez uma matéria sobre a volta do trabalho. Já vi muitas Cats inseguras com esse retorno, então que tal falarmos sobre isso? Segue a matéria:

“Se você faz parte do time das pessoas que acaba se afastando do trabalho durante o tratamento do câncer e, após o término opta por voltar a trabalhar, esse texto vai lhe ajudar muito.

Voltar ao trabalho após um período afastado não é uma tarefa simples, mas se você estiver relaxado, confiante e encarar esse retorno como um passo importante na sua recuperação, a volta à rotina será mais fácil e prazerosa.

Saiba que sentir um misto de emoções, como medo, alívio, esperança e talvez até certo constrangimento é normal e pode acontecer sim. Mesmo que você tenha certeza de que está pronto para retornar, você pode se preocupar com o que vai encontrar: indiferença ou apoio? Isso depende particularmente de como você lida com essa situação. Aqui estão algumas sugestões para facilitar a sua volta ao trabalho:

  • Seja Você Mesmo

Se você é uma pessoa comunicativa, você provavelmente vai querer compartilhar detalhes de sua doença e recuperação com os seus colegas de trabalho. Se você é mais discreto, apenas diga a todos que você está bem. A quantidade de informação que você quer compartilhar depende de como é o ambiente do seu trabalho e o quão a vontade você e os outros estão acostumados com o tema câncer. Pode ser mais fácil caso algum outro funcionário já tenha passado pela mesma situação que você.

  • Entrando no Ritmo

O mais importante é você sentir confiança e acreditar no seu potencial. Algumas dicas podem ser úteis:

  1. Tão importante quanto se sentir capaz de trabalhar é sentir-se psicologicamente bem. Se julgar necessário, procure ajuda de uma psicóloga.
  2. Avalie a sua disponibilidade para o trabalho e os efeitos colaterais dos medicamentos que você possa ainda estar tomando.
  3. Atualize-se. Participe de congressos e palestras.
  4. Concentre-se no trabalho, mesmo que exija tarefas tediosas. Lembre-se que você deixou de ser um paciente para voltar a ser um trabalhador novamente.”

Acredito ser importante para nós essa volta ao trabalho. É um marco, depois que nossas vidas são viradas de ponta cabeça. Apesar da sua vida mudar, a empresa que você trabalha pode não ter mudado, tudo ter ficado na mesmice. Ou pode ser que quando você volte, você mal reconheça o lugar. Isso depende muito de caso para caso. Acredito que minha dica é procurar estar bem com você e confiante é essencial! Faça aquela maquiagem bem linda e arrase no look para voltar com força total. Não se sinta insegura! Na verdade, tudo bem se sentir insegura, mas tente se lembrar o quanto você é forte por estar ali.

Para as Cats que vão voltar ao trabalho esse ano, desejo muuuito sucesso!!

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GRAVIDEZ E QUIMIOTERAPIA

Descobrir que está grávida é um dos momentos mais especiais para a maioria das mulheres. E se ao mesmo tempo ela recebe o diagnóstico de câncer? Segundo o Inca – Instituto Nacional do Câncer, ao ano, são registrados no país 57.120 novos casos somente de câncer de mama, um dos tipos de maior índice.

Dr. Waldemir Rezende, mastologista do Centro de Medicina Fetal e Perinatal do Hospital Samaritano de São Paulo, explica que o País já conta com atendimento de ponta, diferenciado e especializado para casos de alta complexidade, com acesso à procedimentos inovadores.

“É necessário desvendar o mito de que a quimioterapia prejudica o desenvolvimento do bebê ou a saúde da mãe, durante a gestação. A droga escolhida para cada tratamento não oferece qualquer agressão ao feto, já que a placenta retém a maior parte da quimioterapia”.

Segundo o médico, a quimioterapia é realizada a partir da 12ª. semana de gestação e, no fim, faz uma pausa programada de três semanas antes do parto. “Quando o bebê nasce não há qualquer contato com a droga. O próprio organismo elimina”, destaca o especialista.

Os tipos mais relevantes de câncer em gestantes são: mama, tireoide, linfoma, leucemia, estômago e colorretal (cólon e reto).

“Antecedentes familiares, de primeiro grau, além de gravidez cada vez mais tardia, são os principais fatores de risco. Mas, acima de tudo, deve-se entender que não é necessário desespero. Todos têm oportunidade ao atendimento especializado”, aconselha o especialista.

E, para finalizar, Dr. Rezende destaca: “Com diagnóstico e tratamento precoce, a cura aproxima-se de 100%”.

Fonte: Tribuna na Bahia

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DEZEMBRO, BEM VINDO!

E chegamos ao começo de dezembro. Como foi o ano de 2015 para vocês? Espero que apesar dos sustos, medos e dificuldades, tenha apresentado muitos momentos de luz e alegria para todas vocês!

Nesse finalzinho de ano é importante não deixar os cuidados de lado! Logo logo vem o Natal, vem o Reveillon e não deixe de comemorar! Comemore muito! Mas não esqueça de seus cuidados básicos:

  • Vai viajar? Pergunte ao seu médico se está tudo bem, se ele tem alguma recomendação. Se tomar alguma medicação, leve! Nunca deixe de tomar!
  • Procure lugares que tenham boa infraestrutura médica, caso necessário. Leve com você cópias de seus exames mais recentes e uma carta de seu médico descrevendo diagnóstico e tratamento.
  • Viaje com uma companhia.
  • Se a viagem for muito longa, não fique apenas sentado, faça alguns intervalos para andar e ativar a circulação.
  • Não vai viajar? Mesmo assim não deixe de comemorar. Comemorar faz bem.
  • Vai aproveitar o verão? Pode! Se joga! Mas cuidado com o sol. Passe protetor solar, e se estiver carequinha, procure usar lenços ou chapéis como proteção.
  • Alimentação: Ah, com certeza essa época é recheada das delícias! Mas cuidados não extrapolar no açúcar! Procure não mudar demais sua alimentação, sua rotina.
  • Se está acostumada com exercícios, procure não parar. Faça uma caminhada logo de manhã, por exemplo.
  • Sabemos que aqui no Brasil, o final do ano é bem quente. Então não fique sem tomar água! Tome no mínimo 2L por dia para que seu corpo funcione direitinho.
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A VERDADE SOBRE OS ÓLEOS

Canola
Esqueça o burburinho de que esse óleo é uma fraude porque não existe uma planta chamada canola. De fato, ela foi criada artificialmente a partir de outra matéria-prima vegetal. Daí a dizer que faz mal são outros quinhentos. “A história começou com a busca de um óleo rico em ômega-3, para o qual foi utilizada uma planta, a colza”, contextualizada o endocrinologista Bruno Halpern, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica. A questão é que a tal da colza tem ácio erúcico. “E ele é tóxico”, diz o químico Renato Grimaldi, da Universidade Estadual de Campinas, a Unicamp. Para eliminá-lo, houve uma modificação genética e, aí, a composição da nova planta (batizada de canola) ficou positiva: cheia de ômega-3, gordura protetora do peito, e quantidades irrisórias do ácido erúcico. Só que o fato de ser um grão transgênico ainda assusta muita gente. “Se fosse perigoso, não teria a aprovação de vários órgãos internacionais nem estaria no mercado há anos”, tranquiliza Grimaldi.

Coco
Ainda que o óleo esbanje gordura saturada, essa é de cadeia média. Isso faria, segundo os defensores do produto, toda a diferença. É que, em tese, ela seria absorvida mais rapidamente pelo corpo e ajudaria a emagrecer. Mas uma pesquisa feita na Universidade Federal do Rio de janeiro em parceria com o Instituto Nacional de Cardiologia (INC) revela que, na prática, as coisas não são bem assim. Durante três meses, 113 pacientes com doença cardíaca receberam 13 mililitros (cerca de uma colher de sopa) de óleo de coco. Ao final do experimento, a circunferência abdominal deles diminui discretamente. Já o colesterol bom, o HDL, subiu um pouquinho. Excelente não? “O problema é que o colesterol ruim, o LDL, também aumentou”, relata a nutricionista Annie Bello, uma das orientadoras do trabalho. “Não é que esse óleo seja ruim, mas também não faz milagres. Pode, inclusive, acarretar prejuízos”, completa. O nutricionista Dennys Cintra, professor da Unicamp, dá outro alerta: o ingrediente pode ativar, lá para as bandas do intestino, um processo inflamatório que traria danos em longo prazo. “Por isso, não recomendo tomá-lo de colher ou em forma de cápsula. O ideal seria usar às vezes, em receitar”, instrui.

Milho
Segundo a nutricionista Gisele Raymundo, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), ele é rico em vitamina E, um superantioxidante – significa que combate radicais livres capazes de danificar as células. Além disso, concentra fitosteróis, substâncias que auxiliam na redução do colesterol. Inclusive, em uma pesquisa Provident Clinical Research, nos Estados Unidos, o óleo de milho foi mais eficiente do que o azeite de oliva nessa quesito. “Só é preciso ter em mente que o trabalho foi patrocinado por uma empresa produtora de óleo de milho”, ressalva Gisele. Tem mais um motivo para ficar esperto. Cintra lembra que o produto tem muito mais ômega-6 do que 3. “O desequilíbrio dos ômegas pode predispor à inflamação e ameaçar as artérias”, afirma.

Girassol
Sua situação é parecida com a do óleo de milho: o girassol é abastecido principalmente de ômega-6. Em doses modestas, essa gordura poli-insaturadas só faz bem. A questão é que, atualmente, exageramos nela e esquecemos o ômega-3. E há indícios de que tal desproporção elevaria o risco de placas se formarem nos vasos sanguíneos. Para evitar isso, recomenda-se que o óleo de girassol não seja a estrela da cozinha. “Na verdade, em vez de eleger um único tipo, o ideal seria variar as opções”, diz a nutricionista Cibele Gonsalves, diretora cientifica do Departamento de Nutrição da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp).

Soja
É o óleo campeão de consumo no Brasil – compreensível, já que estamos entre os maiores produtores mundiais dessa leguminosa. De acordo com Cintra, da Unicamp, ele merece outro título: “É um dos mais saudáveis, devido ao equilíbrio entre os ômegas 3 e 6”. Sorte que sua compra não pesa tanto no bolso do consumir. Uma embalagem de quase 1 litro custa cerca de 3 reais. Mas atenção: esses predicados não autorizam exageros (dele e de nenhum outro). “Para uma família de quatro pessoas que faz as refeições em casa, 1 litro de óleo deveria durar o mês inteiro”, calcula Annie Bello, do INC.

Palma
A maior parte desse óleo, também conhecido como azeite de dendê, é formada por gordura saturada. “Ela é menos vulnerável à oxidação. Por isso, o óleo de palma é o mais usado na fritura industrial”, conta a farmacêutica Renata Basso, professora do Centro Universitário São Camilo, na capital paulista. Hora de colocar os pingos nos is: ser mais estável não é sinônimo de vantagens à saúde. Só quer dizer que esse óleo aguenta altíssimas temperaturas e pode ser utilizado repetidas vezes, sem mudanças de sabor e cheiro – características essenciais para a índustria de alimentos. No que diz respeito ao organismo, o tantão de gordura saturada pode colocar o coração na corda bamba.

Azeite
“Sou fã dele”, admite a nutricionista Cibele, da Socesp. Ela lista as razões: “O azeite tem bastante gordura monoinsaturadas e pouca saturadas, o que favorece o controle do colesterol. Além disso apresenta polifenóis, que são potentes antioxidantes”. Mas tem um rumor que vira e mexe atormenta quem aprecia esse óleo: o de que ele não deve ir ao fogo porque sua gordura deixaria de ser boa. “Só que isso não acontece”, assegura Grimaldi, da Unicamp. Na realidade, alguns dos seus elementos proveitosos, como os próprios polifenóis, são degradados em altas temperaturas. “Logo, esquentar o azeite é um desperdício”, conclui o químico. Aliás, essa questão da quentura rende pano para a manga. É que, com exceção do óleo de palma, os demais são sensíveis à oxidação. E, por isso, deixá-los no fogo pode gerar, fora um sabor rançoso, componentes potencialmente perigosos – a exemplo dos aldeídos, associados a danos nas artérias. “Mas, em casa, dificilmente esses óleos ficam sob altíssimas temperaturas por um tempo tão longo e capaz de formar um monte dessas substâncias”, acalma Renata.

Fonte: MdeMulher

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PEDALADA ROSA – QUIMIOTERAPIA E BELEZA CONTRA O CÂNCER DE MAMA

OUTUBRO ROSA:

O movimento conhecido como Outubro Rosa nasceu nos Estados Unidos, na década de 1990, para estimular a participação da população no controle do câncer de mama. Diversos fatores estão relacionados ao câncer de mama. Ser mulher e envelhecer são os principais fatores que aumentam o risco. 
A recomendação para as mulheres de 50 a 69 anos é a realização da mamografia a cada dois anos e do exame clínico das mamas anual. Para as mulheres de 40 a 49 anos, a recomendação é o exame clínico anual e a mamografia diagnóstica em caso de resultado alterado do ECM.

Além desses grupos, há também a recomendação para o rastreamento de mulheres com risco elevado de câncer de mama, cuja rotina deve se iniciar aos 35 anos, com exame clínico das mamas e mamografia anuais
Além disso, é aconselhável que todas as mulheres realizem o autoexame, e qualquer alteração, deve-se procurar um médico.

A estimativa de casos para 2015 foi de 57.120. Isso é algo que deve ser olhado com atenção!

Já foi comprovado que amamentação, prática de atividade física e alimentação saudável com a manutenção do peso corporal são fatores de proteção e estão associados a um menor risco de desenvolver a doença.

Outubro é o mês que muitas mulheres começam a prestar mais atenção em relação ao câncer de mama. Mamografias e exames clínicos são marcados por todo o Brasil, mais do que em comparação com outros meses do ano. E exames preventivos são importantes!! Quanto mais cedo detectado, mais chances de cura.

Vamos então relembrar a todos sobre a importância dos exames preventivos. Vamos relembrar o quanto exercício físico importa, um estilo de vida mais saudável também. Vamos relembrar o Outubro Rosa! Vamos todos pedalar de rosa pela Paulista. Se não por você, pela sua amiga/tia/mão/avó/conhecida que está enfrentando ou enfrentou um câncer.

Neste domingo, dia 4, a avenida Paulista vai estar mais colorida e feminina, com a Pedalada Rosa. O passeio, organizado pelo Quimioterapia e Beleza, com a participação do Banco de Lenços, faz parte da campanha do Outubro Rosa, que mobiliza milhares de pessoas por meio de ações envolvendo pacientes, familiares e amigos de mulheres diagnosticadas com câncer de mama.

Quem quiser participar da pedalada, e ainda ajudar na causa, basta comparecer com sua bike ao ponto de encontro, a Praça do Ciclista, às 9h da manhã.

A Pedalada Rosa QeB quer chamar a atenção do público para os projetos de beleza e bem estar entre as mulheres da empresa, que tem como blogueira Flávia Flores, também madrinha do Outubro Rosa em Santa Catarina.

Flávia foi diagnosticada com câncer de mama em 2012 e acredita que ações como essa começam a dar vida aos projetos que ajudarão a criar um instituto inteiramente voltado para quimioterapia e beleza, juntos. “A pedalada e outras ações ajudam a chamar atenção do público e arrecadar fundos que ajudarão na criação do Instituto”, comenta.

Para ajudar:

As pessoas interessadas em ajudar na realização da Pedalada podem entrar em contato:

contato@quimioterapiaebeleza.com.br

(14) 98123-7429 / (14) 32263177

Para doação de lenços de cabeça ou levar a ideia para sua empresa, clique aqui.

Confirme presença no evento aqui: https://www.facebook.com/events/424797981063291/

Fonte: Catraca Livre

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NOVO EXAME DE SANGUE DETECTA RETORNO DE CÂNCER DE MAMA

Um novo exame de sangue, ainda em fase experimental, pode salvar a vida de quem está lutando contra o retorno do câncer de mama.

Cientistas da organização britânica Institute of Cancer Research encontraram traços de câncer de mama em um grupo de mulheres oito meses antes do provável período em que ele normalmente seria detectado.

O estudo acompanhou 55 mulheres que já tinham tido esse tipo de câncer. Dessas, 15 enfrentaram retornos dos tumores, e 12 foram diagnosticadas pelo novo teste muito antes, segundo o estudo divulgado na publicação Science Translational Medicine.

A vantagem de se detectar a reincidência antes significa que tratamentos como quimioterapia podem ser administrados mais cedo, aumentando a chance de sobrevida do paciente.

A recidiva pode ocorrer quando uma cirurgia não consegue retirar todo o tumor ou se ele já tiver se espalhado para outras partes do corpo.

Sobre as três mulheres que não tiveram o retorno detectado pelo exame de sangue, os cientistas acham que isso ocorreu porque o câncer se espalhou para o cérebro, onde um mecanismo de proteção impediu que os traços de câncer chegassem à corrente sanguínea.

Apesar de os cientistas dizerem que pode demorar anos para esse exame ficar disponível ao público, eles estão esperançosos de que o teste possa ajudar a aprimorar tratamentos personalizados contra o tumor e ajudar na busca da cura do câncer.

No teste, é analisado o DNA que sofreu mutação do tumor; em seguida, traços dessa mutação são rastreados no sangue.

Co-responsável pela pesquisa, Nicolas Turner disse à BBC: “A questão-chave é: estamos identificando essas mulheres sob risco de recidiva cedo o suficiente para lhes dar a chance de um tratamento que evite a volta do câncer?”

“Nossa proposta é tratar disso em estudos futuros. Mas agora estamos falando sobre um princípio que pode ser aplicado a qualquer tipo de câncer que foi vencido em um tratamento inicial mas que pode retornar no futuro.”

Um exame de sangue é relativamente barato, mas investigar o DNA de um tumor ainda é bastante caro. No entanto, esse procedimento está ficando cada vez mais barato à medida que cada vez mais a medicina está procurando tratar tumores com medicamentos que miram especificamente mutações específicas.

Para o oncologista Nick Peel, da instituição Cancer Research UK, “encontrar maneiras menos invasivas de diagnosticar e monitorar o câncer é crucial e amostras sanguíneos estão surgindo como um caminho possível para reunir informações cruciais sobre a doença, pescando fragmentos do DNA do tumor ou células cancerosas que passaram para a corrente sanguíneo”.

Fonte: BBC

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RIO DE JANEIRO APROVA A “LEI ANGELINA JOLIE”

Uma lei publicada nesta quarta-feira (26), batizada com o nome da atriz americana Angelina Jolie, autoriza o estado do Rio a assinar um convênio para oferecer a realização de exames de sequenciamento genético em mulheres com histórico de câncer de mama ou de ovário na família. O teste observa se a paciente tem uma mutação nos genes BRCA1 e BRCA2, que são considerados “protetores” deste tipo da doença. Esta mutação pode facilitar o aparecimento da doença.

O exame, que custa cerca de R$  6,7 mil, passaria a ser feito gratuitamente através do Sistema Único de Saúde (SUS) e poderia diminuir a chance de aparecimento do câncer nas pacientes em todo o estado. Não há prazo, no entanto, para o pacto ser firmado e os exames serem liberados.

Como mostrou o Bem Estar, a atriz Angelina Jolie passou pelo mesmo exame e, por meio dele, descobriu que tinha uma mutação hereditária no gene BRCA1. O problema aumenta em 87% o risco de uma mulher desenvolver câncer de mama, ou ainda em 50% o risco de ter um câncer de ovário. Preocupada com o histórico familiar — a mãe da atriz morrera em 2007 após ter a doença diagnosticada —  Angelina fez uma mastectomia (cirurgia para retirar os dois seios) em 2013. Este ano, ela também retirou os ovários.

De acordo com a lei proposta pela deputada estadual Marcia Jeovani (PR), o exame terá que ser requisitado por um oncologista, geneticista ou mastologista e ressalta que a lei não é um incentivo à mastectomia. Será necessário também apresentar laudo com histórico familiar de câncer de mama. A doença tem que ter sido diagnosticada antes dos 50 anos de idade em dois parentes de primeiro grau ou três parentes de segundo grau, enquanto o paciente que vai passar pelo exame deverá ter até 40 anos.

“Antes, ninguém ouvia falar deste exame. Quando surgiu uma atriz rica, bonita e famosa todo mundo questionou. Falaram: ‘É excêntrica, é isso, é aquilo’, mas vendo mais a fundo viemos a saber que ela fez exame porque já tinha perdido a mãe e tinha grande possibilidade de ter a doença. Achamos por bem que a le itivesse o nome da Angelina”, disse a parlamentar ao G1.

Câncer de mama
O câncer de mama é o carcinoma mais comum em mulheres, respondendo por 22% do total de casos novos a cada ano no Brasil, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca). Estimativa do instituto aponta que o país registrou 52.680 novos casos da doença apenas em 2012. São considerados fatores de risco, tanto para homens quanto para mulheres, histórico familiar, obesidade, sedentarismo e antecedente de patologias mamárias.

Fonte: G1