Publicado em Deixe um comentário

EM SEU ÚLTIMO DIA DE QUIMIOTERAPIA, ELA RECEBE 500 FLORES DO MARIDO

O norte-americano Brad Bousquet acompanhou sua esposa Alissa durante todo o tratamento do câncer de mama e, quando a etapa final chegou, ele decidiu surpreendê-la. Em vez de um mísero buquê, o marido a presenteou com 500 rosas coloridas.

Bousquet publicou o vídeo de sua homenagem no Youtube e explicousua motivação. “Hoje foi o último tratamento de quimioterapia da minha esposa. Ela me surpreendeu com sua força, coragem e atitude positiva. Ela ainda tem algumas cirurgias pela frente, mas completar o ciclo da quimioterapia é um grande marco em sua jornada. Eu queria fazer algo especial durante este último tratamento para comemorar o fim de sua quimioterapia e para mostrar-lhe o tremendo amor e apoio que ela tem de seus amigos e familiares.” Assista:

A ideia dele era também conseguir realizar uma doação em nome da esposa para o Instituto de Pesquisa de Câncer de Mama de sua cidade, Oakland, em Nebraska.

Para isso, Bousquet enviou mensagens para vários amigos e familiares de Alissa e pediu ajuda para conseguir comprar as rosas. Em parceria com a floricultura local, cada flor foi vendida por $10 dólares – parte do valor seria para a compra e o restante foi doado para o Instituto.

“Fiquei espantado quando os pedidos começaram a acontecer. Rapidamente vendemos 100 rosas, em seguida, 300, em seguida, 400. Quando chegou a 500 rosas eu disse a floricultura para parar de encomendar as flores e deixe todos os pedidos restantes irem inteiramente para a doação de Susan G. Komen, da pesquisa do câncer. Foram mais de 170 famílias que compraram as flores e acabamos levantando mais de $4.500 dólares para o Instituto.”

No dia da homenagem, outra surpresa: Bousquet resolveu distribuir as 500 unidades pelo hospital e emocionou os outros pacientes em tratamento.

“A alegria de partilhar estas rosas com os outros pacientes de câncer foi uma das minhas partes favoritas. Muitos choraram à medida em que liam o cartão que escrevi para eles.”

Fonte: Brasil Post e RedeTV

Publicado em Deixe um comentário

DANÇARINA COMEMORA LUTA CONTRA O CÂNCER COM FORRÓ

Vivendo em Paris, a dançarina brasileira Tatiana Monteiro passou muito tempo enfrentando um câncer.

A primeira coisa que fez ao se recuperar foi dançar esse forró tendo Paris como palco, demonstrando a felicidade no rosto.

Fonte: Catraca Livre

Publicado em Deixe um comentário

“O FUTEBOL AMERICANO ME AJUDA A ENFRENTAR A DOENÇA”, DIZ ATLETA

Um dos jogadores do Cuiabá Arsenal, Henrique Fernando Paim de Almeida, de apelido Câncer, descobriu ter leucemia linfoide aos 23 anos. No primeiro momento se retraiu, se escondeu, se calou e aceitou a morte. Mas, antes do intervalo de jogo, mudou de postura, buscou tratamento e agora luta pela vida. Hoje, aos 27 anos, no 2º tempo da luta, após 4 anos de quimioterapia e ainda com outros três pela frente, já passou pelo ápice da doença e promete vencê-la.

“Minha primeira reação ao descobrir a doença foi de aceitar a morte. Passei dias e dias recluso sem qualquer esperança de vida. Sem contato com pessoas. Nem mesmo contei para minha família. Mas, em algum instante, não sei bem qual, consegui reagir ao tormento da ideia de morte certa. E, sem saber na época, ali naquele minuto renascia minha vida. Comecei a viajar, fazer aventuras e praticar futebol americano”, conta o linebacker do Cuiabá Arsenal.

A descoberta da doença

Henrique Fernando, formado em Publicidade e Propaganda na Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro), no ano de 2010, uma instituição de ensino superior mantida pelo governo do Paraná, nasceu e foi criado em Guarapuava (220km de Curitiba). Depois mudou-se para Campo Grande (MS) em 2011, por conta de um romance com aquela que futuramente seria esposa, lá namoraram, brigaram, se separaram, a leucemia foi descoberta e reataram.

“Conheci Janaína numa viagem para Campo Grande. Anos depois a reencontrei pela internet e passamos a conversar. Até decidirmos que eu mudaria de Guarapuava para lá. Então mudei, ficamos juntos por um tempo e, por alguma divergência, rompemos o namoro. E quando estava sozinho descobri o câncer. Fiquei recluso no início, mas depois contei para minha mãe, que veio visitar e deu de cúpido. Contou para Janaína, que se aproximou para ajudar e reatamos”, lembra.

O tratamento quimioterápico teve início logo após a descoberta, em 2012. Ele foi submetido a quimioterapia, um tipo de tratamento médico que introduz compostos químicos na circulação sanguínea, chamados quimioterápicos, para combater o câncer. Esses medicamentos se misturam com o sangue e são levados para todas as partes do corpo, destruindo as células doentes que estão formando o tumor e impedindo que se espalhem pelo organismo.

“No início fazia quimio toda semana. O cabelo caiu, perdi 30 quilos e sentia dores por todo corpo. Para todo lugar que ia passava mal. Era comer num restaurante ou lanchonete para vomitar na frente de todos. Fiquei depressivo. E, por causa da quimio, fui diagnosticado como estéril. Não podia mais realizar o sonho de ter filhos. Não sei como minha namorada permaneceu comigo. Até hoje ainda sinto muitas dores físicas”, comenta o publicitário.

A opção pelo esporte

Mesmo com as sessões semanais de quimioterapia, que deixam o paciente debilitado, Henrique começou uma jornada pelo esporte. Chegou a saltar de paraquedas, mas o escolhido foi o futebol americano. Entrou para o Campo Grande Predadores, equipe de futebol americano de Mato Grosso do Sul, e chegava a ir aos treinos com máscara de proteção pós-quimioterapia e curativos de soro. Foi quando os companheiros lhe apelidaram de Câncer.

“Quando faço quimio fico cerca de três dias ruim. Uma sensação horrível. Parece que os ossos do corpo pegam fogo. Você vomita, fica fraco, tem náuseas, insônia, dor e tontura. E nem sempre pode pegar folga do trabalho. Meu médico chegou a me receitar morfina para não sentir tanta dor. Com o tempo acostumei e passei até a ir treinar mal mesmo. Os outros jogadores ficavam preocupados. Mas acabaram por entender que eu precisava daquilo”, disse.

A surpresa

Em 2015, ano repleto de boas notícias, a doença teve o primeiro recuo, que permitiu diminuir a quantidade de sessões de quimioterapia. Situação que acarretou em outra boa nova, com menos medicamentos no sangue, Henrique, sem saber, voltou a ser fértil. Descobriram a novidade quando Janaína percebeu estar grávida. Uma felicidade seguida por um pedido de casamento. Depois mudaram, por oportunidades no mercado de trabalho, para Cuiabá (MT).

“Foi um susto quando fiquei sabendo que seria pai. Eu tinha ficado estéril. Como assim vou ter um filho? Pensei. A gente nem mais se cuidava por causa disso. Então descobrimos que eu havia voltado a produzir espermatozoide, por mais incrível que pareça. E casamos com ela grávida ainda naquele ano, 2015. Hoje a bebê, de nome Yanni, está com dois meses de idade. E ela será uma torcedora do Cuiabá Arsenal”, conta o guerreiro, com largo sorriso no rosto.

Henrique se tornou membro da Associação Atlética Cuiabá Arsenal (AACA) em 2015, logo após ter chego de mudança de Campo Grande (MS). Foi treinado pelos técnicos do clube e, neste ano de 2016, disputou a primeira partida como parte do plantel de atletas. Foi um dos responsáveis pela vitória de 76 a zero contra o Tangará Taurus, na 1ª rodada do Campeonato Mato-grossense de Futebol Americano. Segundo ele, mais um sonho realizado com sucesso.

“Sempre tive o sonho de ser pai. Por um tempo fiquei triste pensando que não seria. Mas a vida me trouxe a Yanni de presente. Outro sonho era jogar pelo Cuiabá Arsenal. Lá em Campo Grande e no Brasil todo, o Arsenal é visto como um exemplo que deve ser seguido. Tanto por conta das realizações dentro do campo, quanto por causa das ações fora dele. É um clube admirado, em que eu nem pensava um dia fazer parte. E hoje estou aqui”, reflete.

A superação

O Cuiabá Arsenal disputa dois certames na temporada de 2016. O 2º Campeonato Mato-grossense de Futebol Americano, em que terminou com o Arsenal novamente campeão, e o Campeonato Brasileiro de Futebol Americano, que ocorre de julho a dezembro, com jogo de abertura na Arena Pantanal, contra o Corinthians Steamrollers, em 9 de julho. Henrique fez parte do plantel no estadual e estará presente na busca pelo tricampeonato brasileiro.

“Tenho tudo que o esporte não precisa que um atleta tenha. Tenho deficiência em conseguir massa muscular, uma fadiga mais rápida e cicatrização demorada. Se me cortar posso ter hemorragia. Mas tomei isso como desafio. Preciso me dedicar mais do que uma pessoa em condições normais para ter os mesmos resultados. Por isso faço muita preparação física. E essa busca, aliada com os vínculos de amizade entre jogadores, contribuem para meu bem-estar”, acredita.

Henrique continua com as sessões mensais de quimioterapia. E, neste ano, o tumor teve uma remissão, que é quando a doença não demonstra mais sinais de atividade, mas isso ainda não é uma cura. A doença apenas não progride mais. Ele segue com o tratamento até 2018.

Fonte: Globo Esporte

Publicado em Deixe um comentário

SABRINA PARLATORE É UMA CAT QUE VENCEU

Sabrina Parlatore é uma Cat vencedora! Ela falou sobre sua luta contra o câncer de mama em entrevista no “Morning Show”, da rádio Jovem Pan, nesta terça-feira (21). E eu ainda recebi um recado essa linda, veja o vídeo:

Ela conta: “Um pouco mais de um ano atrás, fui diagnosticada com câncer de mama. É uma emoção falar sobre isso”,  “Graças a Deus, foi em estágio inicial. Resolvi esperar o tratamento todo para poder falar, porque estava muito fragilizada. Então, agora tenho mais condições de falar e poder refletir. E, principalmente, ajudar as pessoas. No início, não queria falar, porque era uma coisa íntima. Pensei que seria a mesma coisa de ter uma micose no pé e falar ‘oi, estou com uma micose’. Por que, né? Eu senti uma necessidade e até um dever meu como figura pública em dividir essa experiência com todas as mulheres e alertar para importância do diagnóstico precoce, dos exames preventivos todos os anos a partir de certa idade. Deu tudo certo”.

Sabrina tem 41 anos e já foi modelo, VJ da MTV e apresentadora das emissoras TV Cultura e Band.

Sabrina, você é uma Cat guerreira!! Grande beijo!

Publicado em Deixe um comentário

MULHER MARAVILHA DAS CORRIDAS, ELIETE SUPERA CÂNCER E SE INSPIRA NA HEROÍNA

Quando tinha 11 anos, Eliete Malta, atualmente com 43, foi diagnosticada com um tumor benigno e ficou curada com tratamentos contra o câncer infantil. Dois anos depois e com a saúde em dia, começou a fazer diferentes esportes com a turma da escola. Na época, a corrida fazia parte do aquecimento nas aulas. E começava ali, sem que ela imaginasse, o amor pela modalidade que a mudaria para sempre.

Eliete corria pelas ruas da cidade de Sumaré, na região metropolitana de Campinas, em São Paulo, onde morava e fazia parte de um clube. O talento para correr chamou a atenção e ela foi convidada a participar de um grupo de atletas amadores. Sua primeira prova foi em 2002. Alguns meses depois, a corredora disputou a tradicional Corrida de São Silvestre. No ano seguinte, Eliete deslanchou de vez e começou a subir nos pódios das provas.

– Fui me destacando em várias corridas e em várias cidades diferentes. Passei por duas grandes equipes em São Paulo e assim fui ganhando mais pódios. Hoje, tenho mais de 300. No universo das corridas eu sou a Mulher-Maravilha – brincou Eliete, que é professora de educação física.

Por trás do apelido existe uma história inusitada. Isso porque Eliete sempre subia no pódio com uma faixa na cabeça. Em 2006, ela correu a São Silvestre – de novo – e, após ter acabado a prova, colocou a medalha no pescoço e foi acompanhar um amigo que não estava tão bem preparado.

– Alguns me viram correndo com os homens e começaram a falar: “O que você está fazendo aí, pangaré. Sua prova já foi”. De tanto ouvir esses comentários, meu amigo ficou indignado, puxou a medalha do meu pescoço e falou que eu já tinha completado a prova feminina e correria o total de 30km. A multidão começou a gritar “É a Mulher-Maravilha!” – lembrou ela, com orgulho.

A notícia se espalhou pelos grupos de corrida da cidade e o apelido pegou. Eliete ganhou o traje da heroína dos quadrinhos, a sua personagem.

– Conheci meu marido nas corridas de rua. Nós éramos amigos e o esporte nos uniu. Quando namorávamos, ele disse para eu me vestir como a Maravilha. Ele produziu as fantasias, que eram os uniformes para as provas – explicou a atleta.

Nos pódios das provas que participa, Eliete leva a “cadela maravilha” em todas as oportunidades e faz sucesso, tirando muitas fotos com outros corredores. O marido também ganhou fantasia para entrar no clima. Ele virou o Super-Homem.

– Na véspera da Maratona da Disney, nos Estados Unidos, rodamos a cidade de Orlando inteira procurando uma fantasia para correr. Quando encontramos, pensei: por que o meu marido não poderia correr fantasiado? Buscamos como loucos a roupa do Super-Homem e viramos celebridades na prova. Viramos a família da Liga da Justiça nas corridas – brincou.

Superar os problemas da infância com a ajuda do esporte garantiu para Eliete um incentivo ainda maior para seguir em frente e confiante. Para a corredora, toda pessoa tem a capacidade de superar e alcançar os objetivos desejados. Basta começar e, claro, se dedicar com afinco.

– O que me faz feliz e me motiva são as mensagens que recebo das pessoas dizendo que sou inspiração pra elas, tanto na corrida, como na minha luta contra o câncer. Esse carinho que me motiva cada vez mais a correr. A fantasia virou minha marca registrada. Mas não somente pelo visual e sim pela superação dos problemas. O esporte pode curar todos os males – encerrou a atleta, que há 15 anos é voluntária de um centro de combate ao câncer infantil, em Campinas.

Publicado em Deixe um comentário

MULHER SUPERA MEDO DO CÂNCER DANDO “AMOR INCONDICIONAL” A ESTRANHOS

A médica norte-americana Shamanie Thompson, de 40 anos, curada recentemente de um câncer de mama, encontrou uma maneira diferente para lidar com o medo da reincidência da doença: oferecer seu amor incondicional a estranhos.

Há dois anos, a mulher foi diagnosticada com a doença e, segundo informações do site “Good News Network“, lidava diariamente com a ansiedade de que houvesse uma reincidência do câncer, fazendo com que o medo se tornasse presente em sua rotina.

“Uma das cirurgias que eu fiz tinha causado complicações no meu braço direito. Todos os dias tenho dor constante, o que é um lembrete do câncer que tentou me matar. Isso afetou minha capacidade de trabalhar, afetou minha energia, me fez ter medo, criou limitações”, contou Shamanie, em blog pessoal no qual conta sua trajetória.

Seis meses após remover o tumor cancerígeno, a mãe de três filhos recebeu uma notícia que a desestabilizou ainda mais: “Meu oncologista me ligou para me dizer que eu tinha uma chance de 67% de recorrência nos próximos anos. A partir daí, desenvolvi uma síndrome de ansiedade por medo da reincidência – meu médico disse que isso é normal e que a maioria dos sobreviventes de câncer têm isso em algum nível”.

Shamanie passou vários meses rejeitando os pensamentos negativos, até que decidiu utilizar a informação que havia recebido a seu favor. “Por que não começar a tomar decisões com base nesta ideia de que você vai morrer jovem?”, pensou ela. “Naquele momento, eu decidi que eu iria escolher me amar de qualquer maneira!”.

Desde então, a mulher, que vive no Colorado, Estados Unidos, começou a ter esperança e decidiu “dar seu amor incondicional por zero dólares”. A ideia era ir a lugares públicos e manifestar seu carinho às pessoas desconhecidas: “Eu decidi fazer recibos de amor com palavras de encorajamento sobre eles”.

Seus filhos e suas irmãs a ajudaram a fazer um cartaz, ir para um parque e se aproximar de estranhos com palavras amáveis. “Imediatamente senti uma sensação de ansiedade, de intimidação, de ‘o que é que eu acho que eu estou fazendo aqui?’ Eu queria me esconder de volta no carro e sentar com meu medo novamente”, contou.

Porém, Shamanie resistiu ao pavor e decidiu dar tudo que tinha de melhor. As primeiras pessoas que se aproximavam eram dois jovens adultos: “Cheguei lá e disse: ‘Eu não quero nada de você. Eu sou um sobrevivente recente de câncer de mama. Meu médico diz que eu tenho uma grande chance de recorrência. Tenho vivido com medo sobre isso. Acredito que o amor cura medo, então eu estou fazendo atos aleatórios de bondade hoje. Eu estou querendo saber se você vai receber uma palavra de encorajamento de mim?”. E ela estendeu as 40 receitas para que eles pudessem escolher uma palavra aleatória de encorajamento. Como recompensa, recebeu abraços e carinho.

“Meu coração encheu por dar e receber amor”. Após o dia de ‘amor incondicional’, ela disse ter sentido o coração “três vezes maior”: “E onde havia medo, passou a ter amor e respeito”.

Fonte: RedeTV

Publicado em Deixe um comentário

MÃE COM CÂNCER DE MAMA EMOCIONA AO AMAMENTAR O FILHO APÓS O PARTO

A foto de uma sobrevivente do câncer de mama amamentando o filho logo após o parto causou emoção após viralizar na internet.

A americana Sarah Whitney, de 31 anos, foi diagnosticada com câncer de mama durante a gravidez de seu terceiro filho. Durante a gestação, ela passou por uma mastectomia para remover um seio e soube que não poderia amamentar o bebê por muito tempo. Para ela, esta foi a maior triste sobre a doença.

Assim que Kal-El nasceu, a fotógrafa Kate Murray registrou o momento em que mãe amamenta o filho pela primeira vez – a emocionante cena viralizou. Uma experiência que Sarah só teve durante duas semanas, até começar a radioterapia e a quimioterapia.

“Isso ainda é, até hoje, a coisa mais difícil de lidar todos os dias. É um lembrete constante quando eu estou dando mamadeira para o meu filho: que eu não posso amamentá-lo”, explica Sarah ao “Today”.

Para ajudar a pagar as despesas médicas, a mulher criou uma página no Go Fund Me – plataforma de financiamento coletivo. Até agora, já foram arrecadados mais de US$ 7 mil, o equivalente a R$ 30 mil.

Sarah ainda tem recebido doações de leite materno de outras mães que ficaram comovidas com sua luta. “Sei por que estas fotos significam tanto para a minha família, mas não entendi como elas passam a significar tanto também para outras pessoas”, disse ela ao “Northwest Florida Daily News”. “Eu acho que é a compreensão universal de que mães e pais devem sempre fazer o que é melhor para seus filhos: ficar perto deles”.

Seis meses depois da foto, Sarah terminou a quimioterapia contra a doença e está se recuperando em casa, na Flórida (EUA), ao lado do marido, Michael, e dos filhos, Phoenix, de 6 anos, Corah, de 7, e o pequeno Kal-El.

Fonte: Rede TV

Publicado em Deixe um comentário

A SUPERAÇÃO DE SCARLETT, A GAROTINHA QUE LUTA CONTRA O CÂNCER

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), em média 150 mil crianças são diagnosticadas com câncer infantil. E como nós sabemos, câncer não é brincadeira! Como lidar, não é mesmo?

A garotinha Scarlett Aida Rivero Osejo foi diagnosticada com um câncer ósseo, o Sarcoma de Ewing, quase um mês depois do seu terceiro aniversário. O tratamento teve que ser intenso: 14 sessões de quimioterapia e amputação da perna direita. A pequena não deixou se abalar! Vencer o câncer e ainda aprendeu a conviver bem com sua prótese, enfrentando todos os obstáculos e limitações.

Inspirada nela, foi criada a fundação com seu nome: “Scarlett Contra El Cancer”, que ajuda outras crianças que enfrentam a doença financiando a prótese por exemplo.

Para promover a causa e incentivar doações, a fundação criou um curta-metragem tocante, que conta justamente a história de superação da Scarlett. Vejam:

Fonte: AdNews e Scarlett Contra El Cancer

Fotos do Facebook

Publicado em Deixe um comentário

EM MEIO À BATALHA CONTRA CÂNCER, AMERICANA COMEÇA CARREIRA DE MODELO

Dayna Christison tinha apenas 22 anos quando recebeu um diagnóstico de um câncer devastador que mudaria sua vida para sempre. De acordo com o Buzzfeed, ela foi diagnosticada com linfoma de Hodgkin – esclerose nodular – que atualmente está no estágio quatro.

Há três anos ela tem sofrido um tratamento intensivo, incluindo quimioterapia, transplantes de células estaminais e transfusões sanguíneas, mas no meio de sua luta pela sobrevivência, Dayana (agora com 25 anos), também conseguiu um contrato para iniciar uma carreira como modelo.

Ela que sempre quis trabalhar na indústria fashion, se formou em uma faculdade de negócios da moda em Nova York. Mas até ser diagnosticada com câncer ela jamais havia considerado se tornar modelo.

Tudo começou quando um amigo fotógrafo pediu para clicá-la para seu portfólio. “Eu concordei e, quando ele começou a publicar as fotos, vários fotógrafos ficaram realmente interessados em trabalhar comigo”, disse ao Buzzfeed americano. “Veja bem, eu estava completamente careca naquele momento.”

Agora ela assinou contrato com uma grande agência de modelos, desfilou na última semana de moda de NY e ainda estrelou diversas campanhas, incluindo para a badalada marca Urban Outfitters.

Embora ela não tem certeza de seus próximos passos, ela faz questão de usar sua história para inspirar outras pessoas: “Eu sei que eu quero ajudar e inspirar os outros e sei que eu quero fazer isso da minha própria maneira”, disse ela.

Veja fotos de Dayana e confira seu perfil no Instagram:

Fonte: Catraca Livre