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Entenda as reações do seu corpo

Hoje quero falar sobre as reações que ocorrem em nosso corpo em diversas situações do dia a dia, despertando fortes emoções que podem ser de alegria e contentamento, ou de medo, raiva, angustia e ansiedade quando enfrentamos conflitos ou algum tipo de risco.

Sendo mente e corpo integrados, as alterações são percebidas quando ocorre algum desequilíbrio em algum órgão ou do sistema nervoso ou muscular. Tudo provocado por algum acontecimento que desencadeia reações diversas, que por sua vez, são influenciados por um sistema de crenças e pensamentos que regulam por meio de nosso sistema nervoso e muscular, nossos movimentos e reações físicas.

Então, podemos ter aceleração do coração, formigamento nas mãos e pernas, dores no estômago, tremores, suador, alteração no tom de voz e até dor de cabeça.

Tudo isso acontece de forma muita rápida e nem sempre conseguimos ter o controle necessário para nos mantermos equilibrados e podermos tomar uma decisão coerente com a situação.

A ideia é que crenças desequilibradas e pensamentos imaturos de uma pessoa, modulam diretamente a sua resposta corporal, gerando uma reação que altera o equilíbrio dos nervos e músculos.

Então o que fazer? Temos que trabalhar nossas crenças, entender melhor porque pensamos desta ou daquela maneira, o que é real e o que criamos como nossa realidade. Na medida em que vamos entendendo melhor o que nos faz acreditar no que é certo ou errado nas situações que vivenciamos, vamos conseguindo desmistificar, desconstruir certos pensamentos e criar outros mais positivos.

Entender as reações de nosso corpo nos momentos de muito stress, pode nos levar a um maior controle, possibilitar maior flexibilidade e consequentemente soluções mais equilibradas. Pode não ser fácil, mas quanto mais entendermos as crenças que nos levam a ter determinadas reações em momentos de adversidade, maior será o controle sobre essas mesmas reações e melhor o equilíbrio e a resiliência.

Vamos fazer essa reflexão?

Um grande abraço a todas vocês, queridas Cats.

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Vamos falar de oportunidades

Cats lindas, vamos falar de oportunidades. Muitas vezes não sabemos quando aproveitá-las e até mesmo não sabemos quando elas surgem. Por isso, estou aqui para ajudar vocês da forma que eu conseguir.

Muitas vezes, estamos passando por momentos mais delicados, que colocamos tudo em dúvida, e eu acredito que é nessa altura que surgem as oportunidades. O que precisamos fazer para não perdê-las?

A fé e o acreditar na nossa capacidade são meio caminho andado, mas só isso não basta. Seguir o nosso instinto, escutar a nossa voz interior, traçar o caminho a seguir, estudar, pensar na melhor forma de fazer as coisas, falar com amigos e trocar ideias ajudam demais a não perder as oportunidades. 

No fundo, tudo o que precisamos fazer é lutar pelo que acreditamos. E para acreditar sempre, existem alguns elementos chave, que são: auto-conhecimento, auto-respeito e amor próprio.

Nos dias mais cinzentos, que temos dúvida de tudo, olhem no espelho e vejam tudo que já conseguiram ultrapassar até hoje. Coloquem o melhor sorriso no rosto, daqueles e ilumina tudo, e sigam em frente!

Meninas, estava com muita saudades de escrever aqui. Tenho tanto a compartilhar com vocês. Logo vocês terão notícias relacionadas com a Onncovida, em Portugal, mais especificamente, em Algarve. Quem me conhece sabe o quanto esse projeto é importante na minha vida. Em breve trarei novidades para as Cats que moram por lá. 

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O que vai ser diferente neste ano que está começando?

Olá minhas queridas Cats!

Depois das festas de final de ano, de tantas comemorações e confraternizações, parece que vem uma ressaca, uma vontade de não fazer nada ou apenas fazer o que se gosta… férias, viagens, lazer… Tudo isso é muito bom, e a gente realmente precisa descansar o corpo e a cabeça, mas chega um momento em que temos que retomar nossas atividades e continuar nossa caminhada.

O que vai ser diferente neste ano que está começando? Vocês já pensaram nisso?

É um momento simbólico, que propicia à reflexão, parece que depois de encerrar um ano, recebemos uma dose extra de energia justamente para nos ajudar a rever nossos planos… Não me refiro àquelas promessas de ano novo, que a gente quase nunca cumpre…, mas sim, a desejos fortes de mudanças, a sonhos armazenados que ainda não se realizaram…

Vocês tem esses pensamentos? Vontade de mudar alguma coisa?

Pensem um pouco nisso e procurem resgatar esses desejos, ver se há algum que ainda pode ser realizado. Podem ser simples ou complexos, não importa, o que queremos e entender e ter essa consciência, esse pode ser o primeiro passo. Saber o que queremos, reconhecer nossas vontades, nossos sonhos, pode ser a primeira etapa de um novo caminho a percorrer.

Nada é tão fácil ou tão rápido, mas saber que temos sonhos e desejos a realizar pode nos dar a energia que precisamos para correr atrás e começar a planejar nossos passos. Tenho certeza de que cada uma de vocês queridas Cats, vão ter a força e a energia necessária para realizar o que pretendem e fazer as mudanças necessárias. Uma coisa de cada vez, um dia após o outro.

Desejo a vocês, um ano de muitas realizações em todos os planos da vida, como também força, coragem e resiliência equilibrada para vencer todas as adversidades.

Um grande abraço com muito carinho.

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Oração de agradecimento para 2019

Olá queridas Cats, neste nosso primeiro contato do ano de 2019, quero passar para vocês uma oração de agradecimento, que é muito poderosa e que deve ser feita com muita fé, para formar uma egrégora de amor e de energias positivas em torno de nós.

Oração Quântica 

Obrigado à vida que me inspira, me renova e me dá chances de evoluir diariamente.

Obrigado ao lugar onde estou aqui e agora, pois esse lugar precisa de mim e eu dele.

Obrigado a todos os órgãos do meu corpo que funcionam em plena harmonia e perfeição.

Obrigado a casa onde moro, que me serve de refúgio e descanso.

Obrigado às oportunidades de trabalho, conquistas, sucesso e evolução que se abrem diante de mim diariamente.

Obrigado a cada dívida paga, porque dessa forma honro meu nome, honro meus compromissos e meu dinheiro se multiplica.

Obrigado a tudo aquilo que eu compro, adquiro pois é fruto do meu trabalho.

Obrigado a todas as pessoas que cruzam meu caminho.

Obrigado às pessoas que me fizeram mal, porque assim desenvolvi força e coragem para seguir sempre adiante.

Obrigado às pessoas que me fizeram bem, porque assim me senti muito amado e abençoado.

Obrigado a todas as oportunidades de sucesso financeiro e pessoal que recebo, identifico e aceito.

Obrigado a mim mesmo que encontro a gratidão em todas as pessoas, coisas e fatos.

Obrigado ao Universo inteiro, que conspira a favor de cada pensamento meu, por isso escolho com cuidado tudo aquilo que penso, falo ou desejo.

Obrigado ao Deus maravilhoso que existe dentro de mim, sou parte de sua divindade e por isso espalho luz, amor e paz onde quer que eu esteja.

Gratidão, gratidão, gratidão..

Um Feliz de 2019, com muita Paz e amor no coração!

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Atividade física e saúde mental

Olá, Cats. Hoje abordarei um tema que venho estudando ultimamente que é a saúde mental e, consequentemente, a relação desta com a prática de atividades físicas (ou práticas corporais, como alguns profissionais preferem dizer) e, com nosso foco principal, câncer.
Como o próprio nome já diz, saúde mental está relacionada com o nosso psicológico, nosso sistema nervoso, cerebral, envolvendo os transtornos mentais como depressão, ansiedade, compulsões, até doenças como a esquizofrenia e bipolaridade. Particularmente, acredito que seja indissociável a nossa saúde mental da saúde física, do nosso lado social, emocional, tudo. Acredito numa visão integral do ser humano, sendo muito difícil separarmos uma coisa da outra. Exemplo: uma criança com um corte profundo no braço. Problema físico. O médico costura o braço e passa os cuidados que se teve ter para cicatrização. Resolveu? Não. Esse corte foi simplesmente porque a criança se esbarrou em alguma coisa? Ou a criança mesma se cortou? Ou a criança foi agredida? Se sim, por quê? Se sim, o que estes fatos representam para a criança e como ela estava se portando anteriormente e como vai se portar a partir do acontecido? Quantas vezes já ouvi pacientes com CA de mama relacionando a doença com algum trauma psicológico do passado? Como pode pessoas com a mesma doença física reagirem de tão diversas maneiras? Como pode um tratamento para câncer, em teoria, uma doença física que está nosso corpo, causar efeitos como dificuldade de concentração e perda de memória dos pacientes? É complexo e está tudo integrado, como já falamos em outras colunas, principalmente na de Ciclos Viciosos e Virtuosos.
Assim, quando colocamos nosso corpo para se mexer, obviamente não conseguimos separar a prática do nosso mental. É cientificamente (ou até mesmo você pode experimentar e notar) comprovado que nosso “rendimento” (na academia, na faculdade, no trabalho, em casa) é estreitamente associado ao nosso estado mental. Exemplo: em um dia que você se sente maravilhosa, você faz muito mais coisas (sai com amigos, conversa mais, resolve mais coisas, arruma a casa, topa aquele programa que estava há tempos para acontecer, etc) do que naqueles dias que você está desanimada e só quer ficar deitadinha, quase sem movimentos, na cama ou no sofá, na boa companhia de um filme (provavelmente um drama, um romance, algo que coloque as lágrimas pra fora). Assim, também acontece com os atletas, com as crianças, com qualquer outra pessoa no mundo. Varia, muito.
O que é muito legal além da prática de atividade FÍSICA é que ocorre com a saúde mental. Muitas vezes, nem percebemos, mas, de um jeito ou de outro, a socialização vai aumentar e isso já é uma GRANDE AJUDA. Há que diga que não gosta de socializar, mas não nascemos para sermos sozinhos, muito menos para viver na individualidade. Precisamos e MUITO do próximo. Bom, aí com a prática você vai adquirindo autonomias, se insere num grupo, se reconhece no próximo, domina seu corpo, se sente melhor, diminui ansiedades e tristezas. Tudo isso pelo corpo, pelas experiências que vivemos, pois é através dele, com ele e por ele que estamos nesse mundão.
Para não ficar muito no blábláblá, vou mostrar dados, números, porque tenho a impressão que a gente acredita mais quando quantificamos, certo? Aí vai: Um estudo 1 conseguiu unir e analisar 32 estudos com quase 3 mil mulheres recebendo tratamento adjuvante para câncer de mama. Os principais resultados demonstraram que a prática de exercícios aeróbicos e resistidos causou:

  • Diminuição de 0,28 desvios padrão de FADIGA;
  • Aumento de 4,24 pontos da QUALIDADE DE VIDA relacionada ao câncer;
  • Aumento de 1,1 ponto da QUALIDADE DE VIDA relacionada à saúde geral;
  • Diminuição de 0,15 desvios padrão da DEPRESSÃO;
  • Diminuição de 11,55 segundos para completar o TESTE DE COGNIÇÃO;
  • Diminuição de 1 desvio padrão nos DISTÚRBIOS DE HUMOR;
  • Diminuição de 6 pontos em ANSIEDADE E DEPRESSÃO;

Os dados não são tão simples de entender (desvios padrão?), tampouco simples de medir e relatar. Estamos falando do nosso mental, de coisas que não podemos medir. Não há unidades como, por exemplo, 39º Celsius na temperatura corporal representam quadro febril ou uma pessoa com 1 metro e 50 cm de estatura que pesa 120 quilos tem obesidade. É quase impossível de quantificar. Como dizer “estou com 30 unidades de tristeza hoje” ou “eu te amo 10 amores”, por isso, há tantas qualificações neste ramo (e aquelas unidade de desvio padrão, pontos, etc, são cálculos quase extraterrestres da estatística pra conseguir mostrar efeitos).
O importante é: atividade física, saúde mental e câncer são interligados e uma coisa pode mudar a outra! Procure orientações e pratique alguma atividade.
Referência:
1 Furmaniak AC, Menig M, Markes MH. Exercise for women receiving adjuvant therapy for breast cancer. Cochrane Database of Systematic Reviews 2016, Issue 9. Art. No.: CD005001. DOI:10.1002/14651858.CD005001.pub3.

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Escolhas da vida

Olá queridas Cats! Estou de volta!

Há uma frase que diz: “você não pode mudar o mundo, tem apenas que fazer o que pode”!

Mas acredito que não seja bem assim…”e a todo momento estamos mudando o mundo, na medida que mudados algo em nós mesmos”, como diz a Anna Sharp em seu livro: A vida tende a dar certo.

Vamos vivendo e aprendendo com as nossas escolhas, vamos moldando nossos sentimentos, nossos valores, e a nossa forma de enxergar o mundo.

Vamos aprendendo até mesmo a dar menos valor à nossa aparência física e mais ao que podemos fazer pelas pessoas à nossa volta e como podemos transmitir mais amor aos nossos semelhantes. Fica a certeza de que a nossa vontade é muito maior do que as nossas limitações determinadas por nossos sistemas de crenças.

Podemos descobrir novos talentos, nunca antes imaginados, e a partir daí quem sabe, novas realizações na nossa vida, tanto pessoal quanto profissional.

O que temos que fazer é nos libertar da inércia, das barreiras dos nossos sistemas de crenças, dos nossos apegos e medos.

É preciso ousar para poder descobrir do que somos capazes, temos que caminhar para a frente, testar novas possibilidades, acreditar que o futuro é a gente quem faz!

E dessa forma, vamos nos manifestando e mudando o mundo, com certeza para bem melhor!

Um abraço a todas vocês minhas queridas, fiquem bem e sejam felizes!

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A importância da nossa imagem

Oi, Cats! O que vocês veem quando se olham no espelho? Como vocês têm cuidado das casas que habitam suas almas, seus corpos? É natural que, com todo o processo do diagnóstico e tratamentos para câncer, ocorram mudanças internas e externas. O que não pode ser natural é abandonarmos os cuidados (tanto internos, quanto externos, afinal está tudo interligado e não sabemos direito onde um começa e outro termina!) e nós mesmas. Sabemos dos diversos sentimentos deprimidos, medos, incertezas, falta de motivação, dores e, consequentemente, isso reflete em nossas atitudes e afeições. A imagem corporal antes e depois do câncer é bastante diferente e sofre diversas modificações. No câncer de mama, por exemplo, é algo que envolve a feminilidade das pacientes, tendo influência na própria concepção se ser feminino, na identidade. Como está tudo interligado, corpo, psicológico, alma, razão, sabemos o quão maravilhoso é nos sentirmos bem com a gente mesma. Estou aqui para, como sempre, trazer as boas notícias e lá vamos nós.
Dentre as diversas ações que existem para atender vocês como, por exemplo, o banco de lenços promovido pela Flávia Flores e pelo Instituto Quimioterapia e Beleza e os cursos de automaquiagem, o que está COMPLETAMENTE relacionado aos nossos cuidados é a prática da atividade física. Não estou falando na atividade física para “perder barriga” ou “endurecer pernas”, não. Estou falando da atividade física que ajuda a gente a se amar mais, a querer nosso próprio bem, a sentir melhor diariamente.
Então, o que acontece é mais ou menos o seguinte (mais ou menos porque não ocorre necessariamente na ordem que vou dizer, podem existir mais fatores envolvidos e vou explicar de modo generalizado). A prática de atividades físicas gera uma série de reações químicas nos nossos corpos que envolvem, principalmente, hormônios que nos dão a sensação do bem-estar momentâneo após/durante a sessão da prática. Isto é fato e inegável.
A manutenção da prática de atividade física leva a alterações maiores que, além da parte psicológica, vamos conseguindo notar nos nossos corpos e nas nossas atitudes. Adivinha o que isso faz?
Isso faz toda diferença porque começamos a nos notar mais, cuidar mais, amar mais! Parece simples assim e, na verdade, é simples assim. O que eu vivencio sempre é a paciente que começa os treinos desanimadinha e, daqui a pouco, está pensando em fazer a reconstrução da mama, está com o cabelo diferente, um batonzinho, uma roupa nova, está se envolvendo em socializações, saindo mais de casa, fazendo mais coisas (até porque as dores vão diminuindo, você vai ganhando força e tudo mais). Isso se aplica ao público em geral! Ainda que hoje você não tenha vontade nem de se olhar no espelho, faça algo para mexer o corpinho, vai ajudar muito. Daqui a pouco, a casa que sua alma habita, estará mais bela, mais forte, mais resistente. Daqui a pouco, a pessoa que você olha no espelho vai sorrir!

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O que te guia?

Meninas, tenho estado muito ausente. Me desculpem! Muitas coisas acontecendo, entre elas a mudança para Portugal ( meu País). Muitas readaptações à mistura! Brasil-Portugal…dois países muito diferentes! Não tem melhor ou pior!
Confesso que a experiência no Brasil me surpreendeu muito pela positividade, mas a saudade falou mais alto. Portugal é maravilhoso, tranquilo, seguro, com uma qualidade de vida magnífica, uma comida maravilhosa (adoro o meu
peixinho!!), um povo simpático….mas….temos uma cultura mais fechada, cheia de tabus e preconceitos! E hoje venho falar de um deles…
O Câncer é uma doença, que infelizmente afeta grande parte da população e, por isso, na minha opinião, não pode ser tabu! As pacientes que conheço que passam ou passaram pela doença, são pessoas normais, com uma vida normal (às vezes com algumas limitações físicas), mas com uma vontade enorme de viver e aproveitar cada segundo. Admiro, e sinto
uma enorme gratidão àquelas que partilham algumas situações comigo e também às que confiaram no meu projeto (Onncovida – um amor que transforma) porque se recusaram à solidão, a viver para a doença…e além de tudo porque aceitaram o desafio de se amar mais!
E sim, sei o quanto este projeto impactou a vida delas! E sim, sei que foi uma mais valia para as suas vidas! E que pode ser para as meninas que estão por vir… E sim, farei o projeto em Portugal, no Brasil, na China….onde houver ser
humano que respire, e queira se reencontrar na sua verdade e se amar! E SER FELIZ! Mas, uma doença que afeta uma grande parte da população não pode ser Tabu! Tem de ser união! Força! Coragem! Tem que ter voz! E tem que ter escuta!
Mas, Rafa porquê isto tudo? Porque este é o meu propósito e é onde o comando do meu auto-conhecimento me guia.
E você? O que te guia? O que te faz feliz? O que você mais gosta em si mesmo?
#acreditaremvc #seamar #autoconhecimentoétudo

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Linfedema? Trago boas notícias!

Oi, pessoal! Primeiramente, mil perdões pelo sumiço e demora em mandar uma coluna. Só faltou um puxãozinho de orelha do Quimioterapia e Beleza e já voltei.
Escolhi um tema super relevante para falarmos desta vez: o famoso linfedema. O linfedema é um dos efeitos colaterais, podemos assim dizer, mais comuns decorrentes do câncer de mama em si e, também, dos tratamentos do câncer de mama. Estamos falando daquele inchaço no bracinho das pacientes que, normalmente, está usando uma braçadeira de compressão. O linfedema é um acúmulo de fluídos, de líquidos no nosso tecido intersticial (que é tipo o espaço que existe entre a nossa pele e os órgãos, músculos e vasos sanguíneos) por causa de danos no sistema linfático, induzidos pela cirurgia e/ou radioterapia ou ainda podem ser induzidas pelo próprio tumor.
Como podemos imaginar, o linfedema causa desconforto nas pacientes com sentimentos de fraqueza, peso, dor e, ainda, aumenta o risco de infecções e doenças crônicas. Consequentemente, as pacientes podem apresentar estresse psicológico e prejuízos na qualidade de vida. Já sabemos onde quero chegar, né? Na prática de exercícios físicos. Além dela, é recomendado que, para prevenção e redução do risco de linfedema, perca-se peso corporal, no caso de pacientes com sobrepeso e obesidade. Um estudo recente de revisão sistemática (que é um tipo de estudo que basicamente procura por outros estudos e faz um resumo do que esses estudos falam) demonstrou que não há contraindicação de exercício físico para mulheres com linfedema relacionado ao câncer de mama, não havendo restrições quanto ao tipo do exercício. Diversas modalidades foram testadas: treinamento aquático, natação, musculação, yoga, aeróbico. Não foram todos os estudos que relataram diminuição do volume do braço, mas todos relataram melhoras subjetivas das pacientes, ou seja, estas se sentiam melhor após o treinamento.
Então, pessoal, o exercício não é páreo nem para o linfedema e, mais importante, não, isso não é uma limitação ou impedimento para a prática de exercícios físicos! 

Referências:

Baumann, F.T., Reike, A., Reimer, V., Schumann, M., Hallek, M., Taaffe, D.R., Newton, R.U. and Galvao, D.A., 2018. Effects of physical exercise on breast cancer-related secondary lymphedema: a systematic review. Breast cancer research and treatment, pp.1-13. 

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A relação entre o corpo e a resiliência, por Diana Vilas Boas

Alô meninas! Como estão vocês queridas Cats?
Vamos falar hoje sobre a relação entre o nosso corpo e a resiliência, o que acontece quando enfrentamos situações de alto estresse?
Para entender melhor esses mecanismos que ocorrem em nosso corpo, precisamos analisar e entender as diferentes reações que
acontecem em nosso organismo nas diversas situações do dia a dia.
Como reagimos em momentos de conflitos, medo e ansiedade? Ou em momentos de alegria e felicidade?
Conhecer essas reações de nosso corpo nos ajuda a entender e enfrentar melhor as adversidades e principalmente desenvolver formas de equilibrar nossas reações para ter comportamentos mais resilientes.
Podemos ter várias reações, desde as mais brandas até as mais fortes, como, aceleração no coração, dores no estomago, suar frio, tremor nas mãos e nas pernas e até dores de cabeça…
O que acontece é que somos tomados por crenças e pensamentos desequilibrados, medos descabidos, irreais, e ansiedade, que acabam por desregular nosso sistema nervoso e muscular e influenciar até mesmo os movimentos mais finos. Crenças! Sempre as crenças influenciando nossas reações e
comportamentos diante das situações que enfrentamos, quer sejam boas ou más.
Então, é possível compreender que as crenças que construímos e cultivamos ao longo da vida, relacionadas com a leitura que fazemos do nosso corpo no exato momento da adversidade estão relacionadas à intensidade e direção de impulsos nervosos que acontecem em nosso corpo.
Em situações adversas de desconforto e estresse, quanto maior for o desequilíbrio entre as crenças e o posicionamento do corpo, mais visível se torna o comprometimento muscular e a rigidez diante das diferentes situações e desafios. Assim, quanto mais harmonia houver entre os pensamentos, crenças, e as reações que acontecem em nosso corpo, maior será a possibilidade de manter a resiliência e o equilíbrio que é saudável entre as nossas reações físicas e a expressão da mente.
Podemos intensificar essas crenças e nos tornarmos intolerantes e agressivos, ou ignorar e nos tornarmos passivos. O importante é achar o ponto de equilíbrio, é preciso ter ações que garantam coerência entre o estado emocional e a postura corporal, observar o corpo, respeitar os limites, mas também trabalhar as crenças de modo que nossas reações se mantenham equilibradas e nos possibilite fortalecer a nossa
resiliência. Só assim seremos capazes de encontrar novos caminhos e possibilidades.
Pode não ser fácil, mas é questão de treino e persistência.
Estarei à disposição para conversarmos sobre resiliência e formas de enfrentar as adversidades, todas as quartas feiras, no “Plantão IQ&B”, das 14,00 às 17,00hs.
Podem agendar com a Priscila.
Grande abraço, fiquem bem.